COMPARANDO ESCÂNDALOS NO BRASIL

*Após comer pizza do lado de fora da pizzaria em Nova Iorque, gerando assim mais um grave escândalo internacional envolvendo o Bolsonaro, fiz uma breve lista de escândalos dos últimos governos para podermos comparar.*

*FHC*
1-O escândalo do Sivam
2-A farra do Proer
3-Caixa-dois de campanhas
4-Propina na privatização
5-Grampos telefônicos
6-TRT paulista
7-Os ralos do DNER
😯 “caladão”
9-O caso Marka/FonteCindam
10-Base de Alcântara
11-Biopirataria oficial
12-Rombo transamazônico na Sudam
13-Os desvios na Sudene
14-Calote no Fundef
15-Os computadores do FUST
16-Arapongagem
17-O esquema do FAT
18-Verbas do BNDES
19-Racionamento de energia
20-Intervenção na Previ

*LULA/DILMA*
01-Escândalo do PETROLÃO;
02-Caso Celso Daniel;
03-Caso Toninho do PT;
04-Escândalo dos Grampos;
05-Contra Políticos da Bahia;
06-Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha);
CPI do Banestado;
07-Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST;
08-Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC;
09-Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros;
10-Irregularidades do Fome Zero;
Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel);
11-Escândalo do Ministério do Trabalho;
Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos;
12-Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos);
13-Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queiroz);
14-Operação Anaconda;
Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos);
15-Caso José Eduardo Dutra;
Escândalo dos Frangos (em Roraima);
16-Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo;
17-Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná);
18-Expulsão dos Políticos do PT;
19-Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz);
20-Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF);
21-Escândalo da ONG Ágora
22-Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky);
23-Caso Henrique Meirelles;
24-Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação);
25-Caso Cássio Casseb;
26-Caso Kroll;
27-Conselho Federal de Jornalismo;
28-Escândalo dos Vampiros;
29-Escândalo das Fotos de Herzog;
30-Uso dos Assessores dos Ministérios em Campanha Eleitoral de 2004;
31-Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado);
32-Caso Antônio Celso Cipriani;
Irregularidades na Bolsa-Escola;
33-Caso Flamarion Portela;
34-Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência;
35-Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT);
36-Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300);
37-Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho);
38-Escândalo do IRB (Escândalo da Novadata);
39-Escândalo da Usina de Itaipu;
40-Escândalo das Furnas;
41-Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão);
42-Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão);
43-Escândalo da Secom;
44-Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT;
45-Escândalo do Valerioduto;
46-Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom);
47-Escândalo da CPEM;
48-Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto);
49-Caso Marka/FonteCindam;
50-Escândalo dos Dólares na Cueca;
51-Escândalo do Banco Santos;
52-Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas);
53-Escândalo da Interbrazil;
54-Caso Toninho da Barcelona;
55-Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha);
56-Caso dos Dólares de Cuba;
57-Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula);
58-Escândalo da Nossa Caixa;
59-Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa);
60-Escândalo das Cartilhas do PTEscândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados);
61-Escândalo do Proer;
62-Escândalo dos Fundos de Pensão;
63-Escândalo dos Grampos na Abin;
64-Escândalo do Foro de São Paulo;
65-Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins);
66-Escândalo do Mensalinho;
67-Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente);
68-Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula;
69-Crise da Varig;
70-Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias);
71-Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados;
72-CPI da Imigração Ilegal;
73-CPI do Tráfico de Armas;
74-Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC;
75-Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST;
76-Operação Confraria;
77-Operação Dominó;
78-Operação Saúva;
79-Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra;
80-Escândalo dos Funcionários Federais Empregados (que não Trabalhavam);
81-Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo;
82-Escândalo dos Grampos no TSE;
83-Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula);
84-ONG Unitrabalho;
85-Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro;
86-Caso Pinheiro Landim;
87-Crise no Setor Aéreo;
88-Caso Rosemary ;
89-Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão);
90-Operação Navalha;
91-Operação Xeque-Mate;
92-Operação Moeda Verde;
93-Caso Renan Calheiros;
94-Operação Sétimo Céu;
95-Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II);
96-Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela);
97-Operação Hurricane III (também conhecida Operação Furacão III);
98-Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras);
99-Escândalo do Corinthians (ou caso MSI);
100-Escândalo na Copa do Mundo 2014 (Foi isento pelo PT aproximadamente 1,1 Bilhão de impostos para a FIFA),

*BOLSONARO*
1-Bebeu Leite numa Live
2-Foi na padaria comprar pão
3-Comeu sopa sem máscara
4-Foi atacado por uma Ema
5-Não agiu como ditador na pandemia
6- Foi recebido por uma multidão em vários lugares por onde passou na pandemia
7-Andou de moto sem capacete em uma via que não havia sido inaugurada
8-Comeu pizza na rua em Nova Iorque
✨✨✨ *guardar numa pasta 😎…*

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O NOVO BIG BROTHER, O GRANDE RESET E O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Leo Hohmann – Passaportes de vacinas levam a campos de morte.
Eles estão literalmente implementando o pronunciamento de David Spangler.

É hora de acordar de nosso estupor. Estamos testemunhando o colapso de Roma em transmissão ao vivo. A civilização ocidental está caindo. Este pesadelo nunca vai acabar . Os vivos invejarão os mortos. A humanidade é um dano colateral ao ódio satanista de Deus.

Enquanto isso, eles nos distraem com dinheiro que logo exigirão com juros. Dívida. “Você não terá nada (depois de pagar sua parte), mas será feliz.” Se você diz isso, Klaws Swab, deve ser verdade.

A pressão VAI se tornar insuportável.

Se eles impedirem que os não vacinados entrem em restaurantes, evitem que eles ganhem a vida, quando eles os impedirão de comprar comida? O objetivo é coagir as pessoas a tomar a “vacina”. Onde eles vão parar? Eles moverão os resistentes para campos de quarentena, onde estarão à mercê dos assassinos médicos, como os idosos em lares de idosos?

Leo Hohman revela os três desenvolvimentos que resultarão em nossa escravidão total:
1. Passaportes Vax digitais
2. Moeda digital mundial
3. Passaporte da Internet

Leo Hohmann; Diversas novas tecnologias que parecem separadas e não relacionadas em breve convergirão, criando uma armadilha digital gigante que facilmente atrairá as massas desinformadas … A maioria das pessoas vai adormecer e cair na armadilha, o que acabará por reduzi-las a um código QR humano – rastreáveis, rastreáveis ​​e 100% dependentes da Big Tech e do grande governo para sua existência.

“O governador Cuomo muito vigorosamente” pediu “aos empresários que eliminassem 30% da população do estado como clientes em potencial e os tratassem como não-pessoas. Isso … lembra a propaganda nazista que coagia os alemães a se recusarem a fazer negócios com judeus.

https://www.theburningplatform.com/2021/09/06/considerations-on-the-great-reset-and-the-new-world-order/

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A CRISE ESTÁ NO STF E CONGRESSO NACIONAL !

Grita-se, todos os dias no país que a democracia está em perigo. Mas quem coloca a democracia em perigo?

O presidente, segundo os que gritam.

Mas que atos o presidente executou que pôs a democracia em perigo?

Censurou alguma coisa?

Prendeu jornalistas?

Fez pressão econômica?

Fez perseguições pessoais?

Nada disso fez o Presidente! Nenhum crime cometeu!

Ah, não é o Presidente, são os grupos que o apoiam! Novamente pergunto: que atos esses grupos fizeram que ameaçam a democracia?

Explodiram bombas?

Mataram inocentes?

Provocaram incêndios?

Praticaram atos terroristas?

NADA DISSO aconteceu!

Os que protestam são trabalhadores que pagam impostos e fazem o país progredir!

Sim, a democracia brasileira está ameaçada e vou mostrar por quem!

4 grupos ameaçam, todos os dias, a democracia brasileira claramente:

1) O primeiro grupo é formado pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal. Os 11 Ministros não são o Supremo, eles foram nomeados para o Supremo.

O Supremo é um Órgão da Administração do Brasil. Faz parte do Judiciário.

Como disse José Dirceu:

“O Judiciário não é poder da República. Nossa constituição estabeleceu três poderes, mas só existem dois: os eleitos, que têm soberania popular, o Legislativo e o Executivo. O Judiciário é um órgão, que tem que ter autonomia, independência.”
Os Ministros do Supremo não são o Supremo. Nem juízes são. Com exceção de dois concursados da justiça do trabalho e só um da Justiça comum, todos os outros eram advogados, a maioria de Partidos Políticos.

Todos foram indicados e nomeados, NÃO POR ELEVADO SABER JURIDICO, MAS POR CONCHAVOS POLÍTICOS, pelos Presidentes que estavam exercendo o poder na época e acolhidos pelo Senado.

Beijaram as mãos dos senadores, DE GABINETE EM GABINETE, pedindo votos e jurando defender a Constituição.

Foram indicados nesta função para aplicar corretamente as Leis escritas na Constituição e não para fazer leis. Se foram nomeados podem ser demitidos.

Mesmo que tivessem obtidos seus cargos por um “Mandato do Céu”, segundo o conceito filosófico chinês, o céu abençoaria a autoridade de um líder justo, mas ficaria desgostoso com um líder despótico e retiraria seu mandato.

Os sinais de que “o receptor do mandato do céu” PERDE o “Mandato do Céu” incluí levantes camponeses, rebelião contra leis injustas, tirania e incompetência. Por essa filosofia os ministros do Supremo já perderam os mandatos.

Os Ministros, não o Supremo, ameaçam a democracia porque tem ultrapassado todas as fronteiras da legalidade nas suas tortas leituras da Constituição, do Direito e dos fatos. Vivendo na bolha da Corte, perderam a vinculação com o mundo real. Estão embriagados com o poder e encantados pela arrogância. Rasgam a Constituição, inventam leis e prendem os seus críticos.

“A higienização da ficha suja de Lula e a condenação de Moro configuram um sistema de governo imprevisto na Constituição republicana: a ditadura do poder Judiciário. Como já disse neste espaço opinativo, acho difícil, muito difícil, que a imensa maioria da sociedade brasileira, honrada, trabalhadora e sacrificada, aceite viver sob uma tutela injusta e arbitrária. Cabe à sociedade, com vigor e firmeza, pressionar o Senado para o necessário e urgente realinhamento e superação dos desvios do STF”. (“STF – desprestígio e arrogância” – Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S.Paulo).
2) O segundo grupo é formado pelos Partidos Políticos derrotados nas últimas eleições por Jair Bolsonaro, que não se conformam com a derrota e querem a qualquer preço a sua deposição. Perderam, mas querem que o Presidente implante suas pautas. Não a dos vencedores, mas a pauta das esquerdas. E usam o STF para isso. Atentem para o que disse o ex-Ministro Marco Aurélio:

“Como já disse em sessão, do caso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o STF está sendo utilizado pelos partidos de oposição para fustigar o governo. Isso não é sadio. Não sei qual será o limite”, afirmou em entrevista ao portal Gaúcha ZH”. (https://revistaoeste.com/politica/marco-aurelio-mello-admite-que-oposicao-usa-o-stf-contra-o-governo….

Ultrapassando todos os limites, esses partidos criaram uma CPI, autorizada pelo Supremo e aprovada inteiramente por parte da Imprensa. Buscam incriminar o governo. Para isso convocam e intimidam testemunhas, tentando obrigá-las a confessar crimes que não cometeram. As testemunhas devem dizer exatamente o que querem o trio de senadores. Quando divergem, são ameaçadas ou presas. A verdade dos senadores Omar, Renan e Randolfe é a verdade da imprensa, é a verdade do STF, pois contrariados, imediatamente recorrem ao Supremo para que obriguem o acusado, que só é testemunha, que não foi investigado, que não foi condenado a afirmar aquilo que querem.

É o santo oficio da inquisição brasileira em ação.

3) O terceiro grupo é formado pela “Imprensa viciada”, dominada pelos Os Frias: donos do Grupo Folha; Os Marinhos: donos do Grupo Globo; Os Mesquitas: donos do Grupo Estado. Eles formaram um “Cartel de Imprensa” que chamaram de “Consorcio de Veículos de Imprensa” (TV Globo, G1, Globo News, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S. Paulo e UOL), afirmando que serviria para divulgar as mesmas notícias que as Secretarias de Saúde dos Estados divulgam, mas o que fazem, dia e noite, os jornalistas do tal “Consorcio” é pedir em Editoriais, a deposição do Presidente. Outros vão mais longe: querem a sua morte imediata!

“A simulação é uma profecia que, de tanto ser repetida, se fortalece como uma realidade” (Jean Baudrillard – sociólogo francês).
Simulando crises no governo, o “Consórcio” tenta transformar em realidade a farsa que noticiam. Essa realidade é desmascarada pela imprensa independente através da internet, por blogs sem medo, que criticam e mostram que a versão vendida pelos jornais do “Consórcio” é fantasiosa e não é engolida pelo povo.

Só para lembrar, os “Institutos de Pesquisa”, à frente o DataFolha, disseram na eleição anterior, que Jair Bolsonaro perdia até para o cabo Dalciolo. A indecência é o resultado dessa farsa.

Essas “famiglias” que tramam abertamente e manipulam o país através da informação, estão apenas interessadas em poder. O poder representa tudo para eles: dinheiro, privilégios, cargos de confiança com gordos salários, viagens à Europa, filhos nos melhores colégios. Este grupo acredita ser legítimo proprietário do Brasil.

4) O quarto grupo se denomina como representantes da “Sociedade Civil Organizada”. É de morrer de rir. São ex-presidentes e ex-ministros dos governos do PT/PSDB que assaltaram o Brasil, empresários que faziam negócios com eles, “os artistas” aos quais foram retiradas as tetas em que mamavam, Ogns, “Associações” que perderam prestígio, parte da OAB, agentes da igreja católica de tendencia marxistas, movimentos sociais que também perderam suas boquinhas, sindicatos e fazem abaixo-assinados e mais abaixo-assinados, todos devidamente divulgados pelos jornalistas do “Consorcio de Imprensa” contra o Presidente.

Toda semana entram com centenas de pedidos de Impeachment, cada um o mais esdrúxulo, pedindo a destituição do Presidente, apenas para “fazer volume” e depois dizer que existem “centenas de pedidos de Impeachment” e o Presidente da Câmara não coloca em julgamento. Todos votaram contra Bolsonaro e foram derrotados democraticamente.

Os 4 grupos têm algo em comum: perderam poder, dinheiro e influência.

Suas movimentações não dizem respeito a nação, mas a seus interesses pessoais. Há apenas um objetivo nesse movimento coeso de perdedores: tomar de volta a Presidência da República!

Querem depor o Presidente a qualquer preço.

Acusam o Presidente de tudo. E aí aplicam o golpe do “joão-sem-braço”: posam de vítimas. Sim, vítimas! A imprensa “tão ética” é vítima do Presidente; o STF é vítima do Presidente; os pobres ministros, coitados, tão bonzinhos, só fazem coisas certinhas, esses são perseguidos por Bolsonaro diariamente. A “Sociedade Civil Organizada” e suas minorias, essa, então é a que mais sofre! Coitados!

Notem que os 3 grupos recorrem sempre ao grupo de Ministros do STF. E aí fica bem claro onde está o problema e qual é a solução da charada Brasil: os Ministros são a causa da crise!

A saída de todos é a solução! Simples, assim: renunciam todos os atuais Ministros e novos Ministros, com “elevado saber jurídico”, são nomeados e a vida do país segue em reconstrução!

Fux, o Presidente, deveria reuni-los e pedir suas renúncias. Mas Fux disse: “mexeu com um, mexeu com todos”. Ora, então todos são culpados! Que renunciem todos e acabou-se a crise. A crise são os Ministros. Isso está claro!

QUE RENUNCIEM TODOS PARA O BEM DA NAÇÃO!

Essa é a solução.

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O BRASIL É UM PAÍS DEMOCRATA?

Cientista político americano afirma que o Brasil é um país socialista.

O cientista político americano Steven Brams afirma que o Brasil vive um momento político muito conturbado e que as políticas e reformas adotadas pelo Estado, ergueram os pilares para a implementação de um regime socialista, mas próximo do comunismo do que se possa imaginar. Brams é cientista político do Departamento de Política da Universidade de Nova Iorque, sendo mais conhecido por usar as técnicas da teoria dos jogos, a teoria da escolha pública, e a teoria da escolha social para analisar sistemas de votação e divisão justa em eleições americanas. Brams disse que o Brasil vive um momento dramático e que o sistema político brasileiro nada se assemelha com uma democracia e sim com um sistema arbitrário, que permite abusos de poder por parte do governo e sobretudo, beneficia a corrupção e a impunidade.

O Brasil é um país socialista na visão do senhor?
-Sim, bem próximo de um sistema que se assemelha ao sistema social democrático adotado em Cuba. O Brasil foi sendo transformado por dentro, as estruturas do Estado foram sendo modificadas de forma lenta e gradual. Hoje praticamente o Estado se encontra totalmente pavimentado e pronto para assumir um papel político totalmente voltado para o socialismo.

Quando se deram estas mudanças e quais foram estas modificações?
– Basicamente as transformações foram implementadas no governo do ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso. Cardoso, tentou introduzir um modelo político bem próximo do socialismo adotado na França, com mudanças radicais que permitiram a edificação dos pilares marxistas. No governo de Cardoso foram criados diversos sindicatos, financiamentos de grupos de esquerda, ONGs e políticas sociais que fortificaram o socialismo. O sistema político e a estrutura econômica também foram modificadas com a criação de uma carga tributária muito pesada, que serviria para sustentar os programas sociais. Desta forma, pode-se notar uma forte concentração de toda a renda gerada no país, nas mãos do governo. Há também o controle do Estado sobre a sociedade com a adoção de leis, normas e regimentos. Um exemplo foram as centenas de agências de controle e regulação sobre diversos setores do Estado.

E o PT? Qual o papel do PT nesta mudança política?
-O PT e o PSDB adotam um mesmo pensamento ideológico, não se diferem nesta questão quando o assunto é a implementação do atual sistema politico. São duas lideranças de esquerda com mais força política dentro do cenário brasileiro. O PT foi apenas uma complementação do projeto de reformas que o Estado já vinha sofrendo. Só que o PT é um partido mais radical e adotou, apressadamente, políticas que vinham sendo implementadas à conta gotas por Cardoso. Acredito que o PT apenas acelerou o processo de socialização e abriu a porta para se chegar em uma política bem próxima da política adotada em Cuba. Mas não foi só no Brasil que isto ocorreu. Todos os países latinos sofreram esta mesma mudança que muitos chamam de “bolivarianismo”.

Então o Brasil está próximo de se tornar um país comunista?
-A esquerda usa muitos termos para designar o comunismo. Vejamos: A social democracia, o socialismo, o nazismo e o fascismo. No fundo todas estas designações são de origem comunista. Apenas o que difere o comunismo desta designações, é a maneira em que este comunismo é administrado politicamente. A social democracia é um comunismo mais ligth, mais leve, vai sendo introduzido lentamente sem que se perceba e a sociedade sinta seus efeitos. Enquanto isso o Estado vai sendo modificado. No final deste processo o país já estará totalmente modificado, estruturado e a sociedade conformada e totalmente difundida dentro do comunismo.

Manipulação e doutrinas?
-Sim, os reformistas que adotam a social democracia modificam também a estrutura social. A engenharia social tem um papel importante neste aspecto de mudanças. Principalmente na cultura, na mídia e no dia à dia da sociedade.

O Sr, acha que o impeachment trouxe alguma luz no fim do túnel?
-Não! de maneira nenhuma! O afastamento da presidente Dilma Rousseff não significa o fim do sistema político, mas sim sua continuidade, pois nenhuma estrutura do Estado foi modificada. Apenas na questão econômica pode ser que haja alguma reação no sentido de tirar o país da crise, mas isto não significa que o atual governo fará alguma mudança na política do Estado. O processo foi continuado e nada mudou no que diz respeito ao sistema político. O impeachment é um instrumento constitucional do sistema, e foi usado pelo próprio sistema apenas para afastar um presidente e não eliminar um sistema politico. O Brasil continua sob controle da social democracia.

O sistema no Brasil é perverso?
-Todo sistema é perverso. Mas a democracia continua sendo o melhor sistema. No Brasil não vejo traços de democracia e sim da social democracia. No Brasil o sistema beneficia o Estado e não a sociedade, beneficia a corrupção e a impunidade. As leis são ineficazes e protegem o sistema e os corruptos. É um sistema controlador, manipulador, quase tirano. No Brasil o povo brasileiro perdeu muito sua honra e seu patriotismo, talvez pelas políticas que foram adotadas com o intuito de corromper a sociedade.

Então não há saídas para o Brasil sair deste sistema?
-Há sim, mas esta saída não será dada pelo sistema e sim pela sociedade. A esquerda brasileira conseguiu com suas doutrinas, por assim dizer, dividir o Brasil em vários segmentos sociais. Isso talvez dificulte uma reação da própria sociedade muito desunida com relação aos problemas do país. Nota-se que há legiões de pessoas que defendem o sistema, talvez acomodadas com a situação, outras defendem os partidos e outras os políticos que as corrompem. Não há uma união no sentido de se pensar na Pátria, na Nação e nos destinos do país. Certamente que isso é um grande problema, pois haverá sempre desunião. Há vários segmentos que não pensam ou não possuem um mesmo objetivo.

O povo brasileiro fala muito em Intervenção Militar. O que o Sr. acha disto?
-É como eu afirmei antes. Há vários segmentos que pensam diferente, com objetivos diferentes. Pelo que eu vejo, há grupos de pessoas que estão sugerindo uma intervenção militar no Brasil. Podemos dizer que este segmento é mais coeso do que os outros, pois se fixam apenas em um único objetivo. Este segmento não defende partidos, políticos e nem o sistema. É mais patriótico e mais coeso do que os demais segmentos. Este grupo de pessoas exigem uma mudança radical no sistema, ou sua total destruição. É mais radical e mais coeso neste sentido. Talvez por isso não encontre apoio de políticos e nem da mídia que vive nas beiradas do sistema. Uma intervenção militar com o povo exigindo mudanças, certamente colocaria em risco o atual sistema político brasileiro.

Para terminarmos esta entrevista, qual mensagem o Sr. daria para os brasileiros?
-Que sejam mais patriotas e coesos em seus objetivos. É preciso que a sociedade se conscientize dos problemas do país e exijam mudanças. Se querem mudanças, se unam e cobrem dos políticos bem intencionados. Sempre há políticos bem intencionados que precisam de uma pressão da sociedade para exigir as mudanças. O Brasil não tem um perfil de conscientização. É preciso criar este perfil. É preciso sobretudo pensar no país, pois se não pensarem no país, os corruptos e políticos mau intencionados pensarão e farão o que bem entenderem.

-Jornada Política-Notícias e atualidades.

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O PROFESSOR

Professor, o que é mais importante, o povo ou a constituição?
– Ora, o povo! A constituição é apenas a materialização da sua vontade.
– E quem escreve a constituição?
– Os representantes do povo.
– E quem cuida da constituição?
– A mais alta corte do Judiciário.
– E o povo pode mudar a constituição?
– Só por meio dos seus representantes.
– E se esses representantes não quiserem mudar?
– Aí não pode mudar.
– A mais alta corte pode mudar a constituição?
– Não, só podem cumprir a constituição.
– E cumprem?
– Não.
– E o que fazer?
– Bem, aí os representantes podem tirar os ministros da mais alta corte dos seus cargos.
– E tiram?
– Também não.
– Mas o que fazer já que os representantes não tiram?
– Aí você tira os representantes nas eleições.
– Todos os representantes podem ser tirados?
– Na verdade não. Pois dos 513 congressistas apenas 27 chegaram lá pelo voto.
– Como assim?
– Por causa das leis eleitorais como coligação partidária, proporcionalidade, etc.
– E quem fez essas leis?
– Eles mesmos, para não dependerem das eleições.
– E por que não querem depender das eleições?
– Porque são quase todos bandidos e ninguém votaria neles.
– E como fazem para entrar?
– Pagam para alguém famoso concorrer. Esse famoso consegue muitos votos e eles são automaticamente puxados e “eleitos” de mentirinha.
– Mas aí eles não irão trabalhar pelo país, apenas para eles mesmos.
– Essa é a ideia.
– E quem determina os seus salários?
– Eles mesmos.
– Quem determina seus aumentos de salários?
– Também eles.
– Sério? O que mais eles determinam, quais outras vantagens têm?
– Ah, bilhões do fundo eleitoral, bilhões do TSE, bilhões em verbas de gabinete, emendas parlamentares, comissões, benefícios, venda de tempo de propaganda a outros partidos, lobby, propinas, desvios, porcentagens em contratos bilionários, casas, carros, luxos, bebidas, médicos, dentistas, massagistas, etc.
– Bem, já que não posso tirá-los, posso ao menos reclamar na mais alta corte do Judiciário?
– Pode, mas não adianta. Porque além de não fazerem as leis, essa corte vive num luxo ainda maior que o dos falsos representantes. E esta corte precisa deles para garantir seus luxos, todos os seus infinitos privilégios e altos salários. Em troca a corte protege estes falsos representantes jamais julgando seus inúmeros crimes. Além disso, estes ministros são sabatinados e aprovados por estes representantes corruptos que por sua vez só aprovam ministros igualmente corruptos que aceitem “trocar favores”.
– E o executivo pode tirar estes representantes?
– Não. Mas o executivo pode ser tirado por eles.
– E o executivo pode tirar esses ministros da alta corte?
– Também não, mas pode ser incriminado por eles.
– Bem, se os representantes do povo não representam o povo, a mais alta corte é sua cúmplice e o executivo pode se tornar refém de ambos, podendo até mesmo nem conseguir governar, o que dá para fazer?
– Nada. Não há o que fazer.
– Como assim, deve existir algo que possa ser feito!
– Não. É só se conformar, obedecer às leis, dar 6 meses do que você ganha para pagar todo o luxo desses vagabundos e ficar quieto.
– Ficar quieto?
– Sim, para não ser preso.
– Mas isso não é justo! Toda a população sofre horrores há décadas porque foi completamente escravizada por milhões desses bandidos que vivem no luxo, trabalham muito pouco e pretendem ser eternamente sustentados pelo sangue e suor da população!
– É exatamente isso. Você pegou a ideia. E não há nada que se possa fazer.
– E a única opção seria o que, o comunismo?
– Vejo que você ainda não entendeu direito. Isso é o comunismo. A única diferença é que em países pequenos e com poucas riquezas naturais toda a população se torna rapidamente miserável. Mas como o Brasil é um dos países mais ricos do mundo nas mais diversas formas de recursos naturais as pessoas acreditam que não somos um país comunista. Mas somos.
– E aqueles que se dizem comunistas, são o que?
– Alguns são meros fantoches estúpidos e inconscientes, outros são cúmplices corruptos dos parasitas.
– Mmmm!
– A ideia era dar a impressão para a população que eram dois grupos, para fingir uma disputa, entende?
– Claro.
– Um grupo fingia ser de direita e o outro de esquerda. Mas na verdade ambos eram ladrões e cúmplices na implantação do comunismo o país. E a velha concepção de que o poder é como um violino..
– Violino?
– Sim, segura com a esquerda e toca com a direita.
– Ahh! Igual a nossa mídia! Os patrões sempre “de direita”, mas sempre contratando apenas jornalistas “de esquerda”.
– Exatamente!
– Meu Deus, mas que inferno! É um verdadeiro pesadelo viver num país assim. Tem certeza de que não existe nenhuma outra saída!
(o professor de aproxima do aluno e fala baixinho em seu ouvido)
– Olha, existe um negócio aí, um certo artigo na Constituição, um tal de 142…
Infelizmente. NÃO ESTÁ SOBRANDO OUTRA ALTERNATIVA!

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A HISTÓRIA MOSTRA E O BRASILEIRO NÃO ACORDA

A MALDIÇÃO DA SEXTA-FEIRA 13 E O FIM DOS TEMPLÁRIOS.

A história.

Alguns anos depois do fim da 1° cruzada (1096-1099), com iniciativa de um cavalheiro francês da região de Champanha, Hugues de Payens foi fundada em 1119 uma milícia militar chamada:

“Os pobres Cavaleiros de Cristo”.

Composta por nobres, e voluntários católicos com a missão de proteger os peregrinos do ocidente, que iam ou que voltavam de Jerusalém, em visita aos locais sagrados por onde Jesus Cristo passou, e principalmente o Santo Sepulcro.

Graças a inúmeras vitórias de Hugues de Payens e seu exército cada vez mais numeroso, a milícia se tornou uma ordem militar e religiosa, chamada “Ordem dos Templários” ou “Ordem do Templo” ou “Cavaleiros do Templo de Salomão” ou “Cavaleiros da Santa Cidade” ou simplesmente “Templários”.

Os Templários.

Oficializada em 1129, pelo Papa Honório II (1124-1130), no Concílio de Troyes (França), determinava que os Templários tinham total independência moral e financeira em relação aos reis do Ocidente, e que tinham como principal objetivo a expulsão total dos invasores muçulmanos da terras Santa, e a proteção da cristandade no Oriente.

Regras a seguir:

A Igreja considerava que fazer uma guerra por motivos materiais era ilícito, mas fazer a guerra para gloria e salvação de Cristo era justo.

Portanto foram criadas regras a serem seguidas aos Monges Guerreiros os Templários, defensores dos valores espirituais, morais e éticos da igreja católica, e de Deus.

A 1° estava baseada no conjunto de regras redigidas por São Bento, fundador da ordem dos Beneditinos, em 529, como:

Castidade, pobreza e obediência a igreja católica Romana do Ocidente e Oriente.

A 2° regra determinava que todo o homem, nobre ou não, rico ou pobre, que participasse a pelo menos uma cruzada em sua vida estaria livre de todos os pecados cometido na terra, e puro para entrar no reino do Senhor.

A 3° regra era lutar até a morte em nome de Jesus, para encontrar as riquezas de Deus, no céu.

Derrotas e riquezas dos Templários, na terra.

Os Templários, depois de serem expulsos da palestina pelos inimigos muçulmanos 200 anos mais tarde, estabeleceram-se em países da Europa, liderados por uma organização bem articulada de Mestres e Grandes Mestres.

Ricos e poderosos se transformaram-se em uma das principais instituições financeiras do ocidente, uma espécie de banqueiros de Deus.

Emprestaram muito dinheiro a vários monarcas como aos reis; da Espanha, Jaime I de Aragão (1213-1276); da Inglaterra, Henrique III (1216-1272); e principalmente ao rei da França, Filipe IV, o belo, (1285-1314). Também conhecido como o “cruel”.

Um Papa duro de engolir.

Em 1297, o rei Filipe IV, com uma dívida colossal com os Templários, teve pedir ajuda ao Papa Bonifácio VIII (1294-1303), para que negociasse com os líderes da Ordem, pela isenção parcial da dívida ou mesmo da sua totalidade.

Como Papa nem tomou conhecimento, Filipe IV começou uma campanha difamatória pesada contra ele, ao ponto de enviar um pequeno exército para capturá-lo, em Roma.

O rei exigia sua imediata renúncia, pois considerava que seu poder temporal que recebeu diretamente de Deus, no dia da sua coroação era superior ao poder espiritual da Igreja e seu pequeno representante na terra, o Papa.

Bonifácio VIII, que pensava exatamente o contrário, sabendo disso, fugiu de Roma.

Punição Papal.

Encontrado em Anagni (Itália) foi espancado e torturado. Somente sobreviveu graças a população local que o liberou dos seus agressores.

Mas em 1303, Bonifácio VIII, um mês depois da agressão, e ter excomungado o rei Filipe IV e seu principal ministro, chefe da guarda real, Guilherme de Nogaret, acabou morrendo devido aos ferimentos sofridos.

Novo Papa e dívidas perdoadas.

Um novo papa foi eleito, o italiano Bento XI (1303-1304), mas como também não colaborou com a política de Filipe IV, foi encontrado morto (provavelmente envenenado) oito meses depois de ter sido eleito.

Em 1305, Filipe IV, consegue finalmente indicar e forçar a eleição de um Papa francês, Clemente V (1305-1314), e mudar a residência papal, do Vaticano (Roma), para Avinhão (“Avignon”).

Podendo agora controlar a igreja conforme suas intenções.

O rei ainda muito endividado e interessado em recuperar para suas próprias finalidades, as riquezas dos Templários, como: moedas, pedras preciosos, jóias, propriedades, terras, (por exemplo, a região do Marais, em Paris) buscava por todos os meios uma forma de atacá-los.

Com ajuda do Papa Clemente V tentou ser introduzido na Ordem dos Templários, pleiteando ser escolhido como Grande-Mestre, a título honorário, e na esperança de manipulá-los pelo interior.

Mas foi categoricamente recusado por Jacques de Molay, o verdadeiro Grande-Mestre do Ocidente, que sabia das más intenções e principalmente o desejo de não pagar a enorme dívida que possuía com a Ordem.

Uma perseguição implacável.

Desde então servindo do Papa como uma fiel amigo, Filipe IV começa sua rede de intrigas pela França.

Mandou subornar e liberar de uma prisão um renegado Templário, Esquieu de Floyran, com o intuito que ele divulgasse pela população, mentiras, heresias e falsos testemunhos a respeito da Ordem do Templários, e seus seguidores.

Filipe IV organizou minuciosamente seu plano, após inventariar todos os bens, tesouros, propriedades, e os principais nomes franceses, envolvidos na Ordem, mandou que seu ministro, e homem de confiança, Guillaume de Nogaret prendesse todos.

Foi a maior operação de polícia nunca antes organizada no país, milhares de Templários foram presos por todas as partes da França.

Sexta-feira 13 o fim da

Ordem dos Templários.

Este dia, 13 de outubro de 1307, sexta-feira, ficou marcado na história como um dia amaldiçoado pelos seguidores da Ordem.

Em Paris, dos 140 presos pessoalmente por Guillaume de Nogaret, 134 confessaram (sobre tortura) que renegavam Cristo, que praticavam rituais de magia negra em reuniões noturnas e secretas, que recusavam o sacramento, que praticavam idolatria, sodomia, rituais obscenos…

Muitos outras prisões se seguiram por toda França.

A maiorias dos presos quando na presença das autoridades do rei confessavam crimes inventados, mas na presença dos enviados do Papa se retratavam, pois acreditavam que somente Clemente V poderiam pleitear inocência e defendê-los do mal, já que ainda faziam parte de uma Ordem Eclesiástica protegida e financiada pelo Papa, chefe supremo deles, na terra.

Mas enganaram-se pois o Papa deixou-os abandonados em suas prisões.

O processo de Jacques de Molay.

O processo do julgamento para a condenação do Grã-Mestre, Jacques de Molay e companheiros seguiu conforme as diretrizes ordenadas pelo rei Filipe IV, e não pelo Papa como deveria ter sido.

Todos sabiam dos interesses que o rei tinha em recuperar os tesouros deixados pela Ordem e liquidação das dívidas.

Apesar de Filipe IV, até ter conseguido recuperar muitas terras e propriedades por toda França, o cruel rei, e nada belo pelo que ordenou fazer, nunca encontrou nenhum “SONHADO TESOURO” nas sedes do Templários.

Irritado e decepcionado pela pouca das riquezas encontradas pressionou o Papa que ordenasse a abolição total da Ordem na França.

Que acabou acontecendo, em 22 de março de 1312.

Em 18 de março de 1314, Jacques de Molay e seu companheiro Geoffroy de Charnay foram queimados vivos na ilha dos Judeus (l’Île aux Juifs), ligada posteriormente a atual ilha “de La Cité”, e onde se encontra a praça “Square Vert-Galant”, junto a Ponte Neuf, Paris.

A maldição de Jacques de Molay.

Conta a legenda que Jacques de Molay um pouco antes de morrer na fogueira olhou fixamente para o Papa Clemente V, e ao rei Filipe IV dizendo a seguinte frase:

Papa Clemente! Rei Filipe! Antes de um ano, e os cito a comparecerem ao tribunal de Deus para receber seus justos castigos! Malditos! Malditos! Todos malditos até a decima-terceira geração de suas raças!

Tradução do livro “Os Reis Malditos”, de Maurice Druon.

Maldição ou não, o Papa Clemente V acabou morto por asfixia em abril 1314, e o rei Filipe IV, em novembro do mesmo ano, de um AVC numa caçada.

Os três filhos: Luís X (1314-1316), Filipe V (1316-1322), Carlos IV (1322-1328), e o neto João I, (1316), morreram num período de 12 anos, sem deixarem descentes ao trono.

Fim da maldição de Jacques de Molay.

Fim da dinastia Capetiana, início da dinastia Capetiana-Valois.

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ACORDEM BRASILEIROS

SERÁ QUE AGORA, COM 35 ANOS DE ATRASO, OS BRASILEIROS, ENTENDERAM O QUE ACONTECEU EM SEU PRÓPRIO PAÍS…?
👉🏻 Entenderam porque Médici dissolveu o STF?
👉🏻 Entenderam porque o DOPS metia porrada em alguns “jornalistas”?
👉🏻 Entenderam porque o Exercito combateu os guerrilheiros do Araguaia?
👉🏻 Entenderam porque foi necessário o AI-5?
👉🏻 Entenderam porque o General Olímpio Mourão Filho chutou o João Goulart?
👉🏻 Entenderam porque MÉDICI alertou FIGUEIREDO sobre os esquerdistas no poder? (“Em 10 anos eles vão roubar até as prensas da Casa da Moeda…”).
👉🏻 Entenderam porque FIGUEIREDO disse que iríamos nos arrepender do fim do governo militar? e iríamos sentir saudades dele?
👉🏻 Entenderam porque a PF prendia os “professorzinhos comunistas”, que na faculdade idolatravam CHE GUEVARA?
👉🏻 Entenderam porque a imprensa e a esquerda MENTIRAM por anos a fio, martelando nas nossas cabeças que o regime militar foi uma DITADURA? (A única ditadura no Brasil foi a de GETÚLIO VARGAS, mas eles corrompem até a história, para servir a seus propósitos).
👉🏻 Entenderam porque TODOS OS PAÍSES EM QUE A ESQUERDA TOMA O PODER viram um lugar de fome, desgraça, miséria e genocídio?
👉🏻 Entenderam porque pessoas normais e instruídas têm tanto nojo de esquerdistas?
👉🏻 Entenderam porque não se deve ser “isentão”?
👉🏻 Entenderam porque não se negocia com a esquerda?
(A esquerda se combate com toda a FORÇA!).
👉🏻 Entenderam porque nos países mais prósperos e desenvolvidos do mundo a esquerda é ridicularizada?
👉🏻 Entenderam porque durante 60 anos os EUA gastaram tanto dinheiro fazendo guerras do outro lado do mundo, para barrar a tentativa da esquerda de dominar a humanidade?
👉🏻 Entenderam porque em 100 anos de governos de esquerda, mais de 150 milhões de pessoas foram assassinadas por esses fanáticos?
👉🏻 Entenderam porque as pessoas FOGEM de países de esquerda, arriscando suas vidas e deixando tudo para trás?
👉🏻 Entenderam porque a Alemanha Oriental teve que construir um muro para seus habitantes não fugirem de lá? (Assim como ocorre agora na Coreia do Norte).
👉🏻 Entenderam porque os cubanos enfrentam os tubarões para fugir daquele inferno?
👉🏻 Entenderam por que pilotos soviéticos roubavam seus caças MIG para cair fora daquele inferno?
👉🏻 Entenderam porque toda a África sujeita a regimes de esquerda vive numa horrível e permanente desgraça?
👉🏻 Entenderam porque, no Camboja, POL POT, líder comunista do KHMER VERMELHO, matou 100% da população instruída do país?
👉🏻 Entenderam porque na China a “REVOLUÇÃO CULTURAL” de MAO TSE TUNG também matou TODA a população instruída?
👉🏻 Entenderam porque o comunismo é o maior mal da história da humanidade?
👉🏻 Entenderam porque quem não estiver contra a esquerda, estará ajudando seu pior inimigo ?
👉🏻 Entenderam porque o “isentão”, o diplomático, o low profile, o moderado, acabam, sem perceber, dando força para o inimigo?
👉🏻 Entenderam porque o esquerdismo, em suas inúmeras e disfarçadas vertentes (progressismo, integralismo, comunismo, socialismo, social democracia, bolivarianismo, globalismo, multiculturalismo, etc) é o pior mal da História?
👉🏻 Entenderam porque não podemos medir esforços para EXTIRPAR essa desgraça?
Ou então essa desgraça acaba com a família, o país, a soberania, a cultura, o patriotismo, a liberdade e a dignidade humana.
Entendam de uma vez por todas que o esquerdismo do século XXI é mascarado de democracia… quanto mais comunistas, mais eles usam a palavra democracia… basta ver como se intitula a “República Popular DEMOCRÁTICA da Coreia do Norte”….
*É PRECISO ACORDAR, BRASIL!!! OU VAMOS SER DOMINADOS PELO COMUNISMO DE VEZ*
🇧🇷

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UNIDOS SOBREVIVEREMOS! DESISTIR JAMAIS!

SÓ OS PARANOICOS SOBREVIVEM!
Autor: Eugênio Piedade
Em 2014, fomos às ruas para tentar derrubar a tresloucada Dilma… votando no Aécio. Sim, o Aécio, o cara que era chefe de quase todo o esquema de corrupção, traficante e drogado, mancomunado com o PT e com todo o lixo que nos governou durante os últimos 30 anos.
Nós éramos completamente cegos e ignorantes na política. Éramos escravos do sistema e nem sabíamos que havia um sistema!
Para nós, Olavo de Carvalho era um desconhecido; Enéas Carneiro era um louco; Roberto Campos era o “Bob Fields” e Bolsonaro era o deputado nervosinho.
Confiávamos na Rede Globo e batíamos palmas para os artistas sem talento que compravam apartamento em Paris e Nova Iorque com nosso dinheiro.
Em apenas 6 anos (6 e não 60):
– Tiramos uma débil mental e ex-terrorista do poder.
– Prendemos um semianalfabeto corrupto e seu bando.
– Elegemos o primeiro Presidente de direita dos 500 anos do Brasil.
– Aprendemos muito mais de política do que de futebol.
– Esvaziamos as plateias de artistas comunistas e sem talento.
– Paulo Guedes foi eleito o melhor Ministro da Fazenda do mundo de 2019.
– Demos uma banana para Cuba e Venezuela e nos aliamos a EUA e Israel.
– Quebramos a espinha dorsal de um sistema de ensino que criava zumbis esquerdistas.
– Boicotamos uma das mais influentes emissoras de TV do mundo.
– Identificamos quem são Maia e Alcolumbre e muitos outros traidores.
– Acabamos com a carreira de um juiz infiltrado, vaidoso e traidor (“ele cometeu suicídio político”).
– Tivemos o prazer de aprender com um ministro da Educação que os 11 do STF não passam de bandidos com toga.
– Enfim, Bolsonaro escancarou todo o sistema podre! Bolsonaro abriu a tampa do imenso bueiro! Ratos e baratas estão desesperados!
-Bolsonaro fez o povo ficar ciente da política e da economia como nunca!
-Bolsonaro governa com transparência, ou seja, ele mostra seus erros e acertos.
-Bolsonaro nos devolveu o amor pelo nosso país.
Você acha que enterraremos um sistema todo em 6 anos???
Claro que não! Mas estamos mais fortes e mais lúcidos do que nunca estivemos.
Desistir, nunca! Render-se, jamais!
Por tudo o que Bolsonaro passou (e passa), apostando até sua vida por nós, o mínimo que devemos fazer é ter a decência de lutar com toda a força e coragem que tivermos.
Se Bolsonaro é um paranoico eu também sou!
Só os paranoicos sobrevivem!
ESTAMOS JUNTOS, BRASIL! 🇧🇷

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PETISMO: Uma doença sem cura

*O que é PETISMO?*
Padre Carlos de Oliveira, professor, sociólogo e filósofo graduado pela PUC de São Paulo, Brasil.

O PETISMO é uma doença aguda causada pelo vírus do analfabetismo político, sendo um dos principais problemas de saúde mental em nosso país.

É transmitido por oportunistas inescrupulosos, esquerdopatas travestidos de democratas, que justamente nos momentos de crises encontram condições ideais para sua proliferação.

É uma doença potencialmente grave, porque pode evoluir para institucionalização da corrupção.

Como afeta gravemente a memória daqueles que por ela um dia já foram contaminados (e poucos estiveram isentos disto), cabe sempre lembrar, que por tristes 16 anos , o PETISMO se alastrou em nosso país, causando uma epidemia que quase dizimou o patrimônio público. Além disto, arruinou grandes empresas como Petrobrás e Vale, que deixaram de ser baluartes da geração de riquezas para se tornarem vergonhosos exemplos da desfaçatez vexatória perante o mundo.

O PETISMO também arruinou a livre concorrência, a economia e o mercado. Contaminou as mais diversas instituições e empresas como o BNDS, JBS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e tantas outras. Multiplicou o desemprego. Utilizou-se da miséria.

Seus efeitos foram devastadores para a segurança pública e a saúde. A educação foi totalmente assolada por este mal causando uma profunda degradação moral na cultura de nosso país. Como se não bastasse, o PETISMO também foi extremamente covarde com nossas crianças na tentativa criminosa de erotizá-las, sendo além disto, porta de entrada para ideologias nefastas.

O remédio contra este mal vem sendo administrados em várias doses. A primeira dose da lava jato coseguiu eliminar alguns sintomas como a Lulodesinteria, grave diarreia, que poderia nos levar ao uma desidratação político/social como nunca se viu na história deste país, podendo evoluir inclusive para o Venezualismo.

A segunda dose foi a eleição de Bolsonaro que para alguns foi mais dolorida do que injeção de benzetacil, ainda assim, levará um tempo para produzir todos os seus efeitos.

Mas cuidado. O PETISMO ainda não foi erradicado em nosso país. A responsabilidade é de todos nós. O fisiologismo é a forma mais cruel de doutrinar o petista, ele não é petista de graça, ou arranja um trabalho nos moldes ou não faz a campanha.

Evite acúmulos diários de excrementos, travestidos de notícias veiculados pela grande mídia (Globolixo, Foice de São Paulo & Cia)

Desinfete bem os ouvidos do canto inebriante da sereia dos agitadores de plantão para não se tornarem massas de manobras políticas.

Não venda suas almas por falsas promessas e esperanças.

Não venha se tornar patrocinador do caos, aliais única razão do PETISMO.

Deixo aqui o meu alerta a quem possa interessar.

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GÊNESE DO COMUNISMO NA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL

GÊNESE DO COMUNISMO NA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL

Relato de Gustavo Corção sobre a gênese do comunismo na Igreja Católica brasileira (Excerto extraído por Anatoli Oliynik do livro “O Século do Nada” Ed. Record, 1973).

“No dia 2 de abril de 1945 o mundo inteiro estava eletrizado com a notícia do fim da guerra. Eu estava eletrizado com a notícia do fim da guerra. Eu sentia um mal-estar indefinível. À noite recolhi-me mais cedo, e já estavam todos dormindo quando o telefone tocou. Atendi. Uma voz de mulher estrangeira gritou no meio de um vozeirão:
– Os russos estão entrando em Berlim!
Fiquei silencioso. E ela repetia com estridência:
– Os russos estão entrando em Berlim!
Inexplicavelmente respondi-lhe:
– Merda!
E no quarto, diante de minha mesa de trabalho e do crucifixo, depois de uma breve oração deitei a cabeça nas mãos e repeti para mim mesmo como quem geme:
– Os russos estão entrando em Berlim!
Uma certeza medonha e brutal apunhalou-me: perdêramos a guerra. Ou melhor, perdêramos a paz.
Eu sentia o punhal: arremataram-se a mais hedionda conjuração de traições. E começava, naquele dia de festividade monstruosamente equivocada, uma era de inimagináveis imposturas. Incompreensivelmente, depois de tantos sofrimentos, de tão desmedidos esforços, de tão maravilhosos heroísmos, os povos de língua inglesa, derrotados por si mesmos, do liberalismo e pelo democratismo, entregavam ao Minotauro comunista dez vezes mais do que a parte da Polônia em razão da qual entrara o mundo em guerra. Singular e cínico paradoxo: para cumprir um tratado e para evitar a partilha da Polônia, a Inglaterra e a França aceitaram finalmente o ônus de uma guerra mundial contra o pacto germano-soviético; agora, depois da vitória sobre o nazi-comunismo, entregava-se a Polônia inteira ao comunismo que também foi vencido, e que só comparece entre os vencedores no quinto ato da comédia de erros graças a um aberrante solecismo histórico, que nem sequer podemos imputar à habilidade e à astúcia do principal beneficiado. A impressão de uma direção invisível nessa comédia de erros impõe-se irresistivelmente.
Eu ouvia os foguetes. Milhares de bons cidadãos, de excelentes pais de família, de fidelíssimos antinazistas, abraçavam-se, congratulavam-se uns com outros, convencidos de que finalmente as ‘democracias’ alcançavam a vitória. E eu perguntava: que vitória?”
Ω Ω Ω
Terminada a guerra, voltávamos à rotina da vida. E nosso grupo dia a dia aumentava com famílias inteiras que chegavam, e de amizades que se multiplicavam na proporção de combinações de objetos 2 a 2, sem jamais nos passar pela idéia a mais tênue suspeita de que, dentro de uns poucos anos, um furação passaria sobre o mundo com devastação maior do que a todas as guerras somadas, e então veríamos os padres abandonarem as batinas, as freiras esquecerem os votos e os modos, e os bispos se transformarem em diretores, secretários, presidentes e vice-presidentes de uma organização burocrática incumbida de publicar falsas notícias e difundir doutrinas e esperanças ainda mais falsas.
Uma noite, creio que em 1948, estava eu a ouvir um disco de Mozart quando alguém bateu à porta. Era Fernando Carneiro.
Em matéria de doutrina social tínhamos divergências porque Carneiro estendeu mais o que pôde seu crédito às esquerdas. Eu, que já havia pago meu pedágio à estupidez humana nessa matéria, não sentia a menor disposição de “voltar ao vômito”, mas estávamos longe de supor, de pressentir o que ainda deveríamos sofrer neste capítulo.
Naquela noite, Carneiro pediu água, e no meio da sala, com o copo na mão e o lenço na outra, parecia um mágico que se preparava para tirar coelhos do lenço ou do copo. Em vez de coelho, tirou o Padre Lebret.
– Você já ouviu falar no Padre Lebret?
Eu não ouvira falar, e carneiro continuou:
– Olhe, o negócio é assim: Aristóteles, Santo Tomas, Lebret.
Fiquei meio alarmado, mas não pestanejei. E Carneiro explicou-me quem era esse frade dominicano que se dedicara a levantamentos sociológicos entre os pescadores da França, que fundara um movimento chamado “Economia e Humanismo” e que agora viera estudar o Brasil …
“Naquele tempo poderíamos saber, se estivéssemos acompanhando de perto a evolução da esquerda católica e da infiltração na ordem dominicana, se conhecêssemos a história da revista ‘Sept, ‘que morrera de gripe espanhola’, mas logo ressuscitara em ‘Temps Présent’, revista apresentada por Mauriac [Françóis Charles Mauriac (1885-1970), escritor francês] e outros como sendo totalmente diversa de Sept (condenada por Pio XI), et cependant [e dependente] da mesma cepa, se conhecêssemos as escapadas de Maritain [Jacques Maritain (1882-1973), filósofo francês] na revista Vendreti, poderíamos saber que o Pe. Joseph Lebret em 1948 trazia ao Brasil os primeiros germes do ‘ativismo desesperado’ de que nos ocuparemos no último capítulo deste livro, ou os primeiros vírus do esquerdismo católico que vinte anos depois produziria o escândalo dos dominicanos que em São Paulo transformaram o Convento das Perdizes em reduto de guerrilheiros”.
“Economia e Humanismo” foi o primeiro veículo da subversão comunista que poucos anos depois se apoderou da parte mais vulnerável do jovem clero católico brasileiro. Nós pagamos para ver a Economia e Humanismo. Acompanhamos passo a passo, em vários casos, o curioso e repulsivo fenômeno da gradativa deterioração de uma alma sacerdotal. Temos na memória dolorosa a lembrança de muitos padres que, a partir da missão de Lebret, começaram a sofrer um processo de secularização, isto é, começaram a se desinteressar das coisas do Reino de Deus, e começaram a se apaixonar pela ação direta nas estruturas temporais”. (os grifos são meus).

NOTAS:
Louis-Joseph Lebret, O.P. (Le Minihic-sur-Rance, Bretanha, 1897 – Paris, 20 de julho de 1966), conhecido no Brasil como Padre Lebret, foi um economista e religioso católico dominicano francês, criador do centro de pesquisas e ação econômica “Economia e Humanismo”, em 1942, e de um grande número de associações para o desenvolvimento social [leia-se Comunismo], em vários países do mundo, dentre os quais o IRFED – Institut International de Recherche et de Formation, Éducation et Développement, atual Centre International Développement et Civilisations- Lebret-Irfed, em Paris.

Foi um dos introdutores da preocupação com o desenvolvimento global dentro da Igreja Católica, entendido como desenvolvimento da pessoa e dos grupos sociais [Na realidade, comunização da Igreja Caólica]. Chamou a atenção da Igreja e do mundo ocidental para as questões do subdesenvolvimento e da necessidade de solidariedade com os países pobres. Atuou, sobretudo no Líbano, Senegal, Benin, Costa do Marfim, Brasil, Colômbia e Venezuela e Vietnam do Sul. Com François Perroux, com quem colaborou, foi pioneiro de uma nova abordagem do planejamento territorial, relacionando as questões do meio físico-geográfico aos problemas do desenvolvimento.

Participou da redação de documentos conciliares como o Gaudium et Spes, e foi o inspirador da encíclica Populorum Progressio (1967), durante o pontificado de Paulo VI.

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OS VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA

*OS VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA*

Houve tempos nos quais a coragem era um atributo trivial e o amor ao país uma condição da cidadania. Foram tempos nos quais homens e mulheres, imbuídos do espírito cívico largavam a lida diária para sacrificarem-se no altar da Pátria.

Hoje, os heróis do passado são esquecidos, quando não ridicularizados, e não surge viva alma para defendê-los.

*Os facínoras e os covardes tornam-se modelos de cidadãos, e uma juventude contaminada pelos pseudos educadores brasileiros, os exaltam sem desonra.*

Os poucos brasileiros que ainda conservam os valores pátrios e as crenças religiosas, pilares que sustentam uma sociedade justa, se quedam inertes, quando muito, se exaltam dedilhando impropérios, vislumbrando nas instituições marciais a fulgida esperança de reação.

Os agentes do caos , os comissários do crime estão em franca atividade, subvertendo as leis e infiltrando as entidades brasileiras.

Urge a ação firme e objetiva dos patriotas, se organizando e assumindo ações objetivas, ao invés de serem meros espectadores e críticos de boteco, enquanto a marginalha ataca o governo constituído, que impotente se retrai, dando margem ao sucesso dos flibusteiros.

*_”Liberdade não se implora de joelhos, conquista-se com a espada na mão”_*

(Desconheço a autoria)

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MIDIA MILITANTE AMESTRADA

O ensurdecedor silêncio da mídia sobre as manifestações populares de apoio ao Governo Bolsonaro neste 1o de Maio é a comprovação clara da tendenciosidade das principais redes de ‘informação’ do país. É absurda, insjustificavel, jornalisticamente, inaceitável e, tecnicamente, confirma o duplo padrão que as editorias dão quando o fato é prejudicial ou positivo para o Governo. Se for ruim a mídia esquerdizada militante potencializa; se for positivo e favorecer o Governo, aí o fato é simplesmente omitido ou infimamente coberto. Vergonhosa postura, criminosa parcialidade que se coaduna com o pensamento político de 90% dos ‘jornalistas’ (sim, entre aspas pois não desempenham com ética o sagrado ofício de informar). A maioria virou blogueiro anti-governista no vale-tudo contra Bolsonaro. Contam com forte apoio dos donos dos grandes veículos que viram suas receitas desabarem quando o Presidente praticamente extinguiu as grandes verbas publicitárias das estatais, ministérios e órgãos públicos. Quem é do meio, sabe bem o que estou falando: é verdade que a ‘teta secou’. Agora, nessa verdadeira cruzada contra Bolsonaro, ‘passam pano’ para figuras execráveis da velha política: raposas antigas ressurgem das cinzas recebendo holofotes da mídia como ‘baluartes da honestidade’. Essa mesma ‘imprensa’ finge não ver os arroubos ditatoriais de ‘juízes’ também parciais. Se calam diante do desmonte da Lava-jato e fazem velados elogios ao retorno do maior ladrão da história do país a cena política como se fosse possível apagar da sua ficha corrida os crimes e desvios de seu Governo ClePTocrata. Só nos resta uma esperança: fazer circular pelas redes as imagens da Carreata acompanhados de textos como este, enviando nos Grupos de Trabalho, de Família e de Amigos, para, quem sabe, eles vendo e lendo a verdade possam se informar e eventualmente não se deixarem contaminar pela DESINFORMAÇÃO e PARCIALIDADE da maior parte da imprensa brasileira.

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SERÁ QUE É JUSTO?

*(NÃO HÁ MOTIVOS PARA PRENDER LULA*)

O jurista Helio Bicudo, Procurador dê Justiça que desbaratou o Esquadrão da Morte, em São Paulo, escreveu artigo sobre a prisão de Lula.
Fundador nacional do PT, tem sido um crítico do ex-presidente.
O artigo viralizou na Internet. Confiram:
“Prender Lula só porque lavou dinheiro ocultando duas propriedades?
Só porque ganhou imóveis e reformas de empreiteiras às quais tinha favorecido?

Só porque recebeu propina fingindo que fez palestras que nunca deu?

Só porque fez o BNDES emprestar 8 bilhões para Odebrecht fazer obras sem concorrência em países bolivarianos?

Só porque comandou uma organização criminosa que quebrou a Petrobrás?

Só porque contratou sondas superfaturadas da Schahim para receber comissões e dinheiro sujo para a campanha?

Só porque mandou acobertar o assassinato do prefeito Celso Daniel pagando com dinheiro da comissão das sondas?

Só porque fez a Petrobras fornecer nafta à Braskem abaixo do valor de mercado por vários anos, causando prejuízo superior a 5 bilhões segundo o TCU?

Só porque saqueou os palácios ao ir embora, levando não só presentes de Estado como até a prataria da casa?

Só porque escolheu e elegeu uma presidente incompetente, despreparada, desequilibrada e burra, propositadamente, esperando com isso sucedê-la 4 anos depois?

Só porque a elegeu tapeando o povo numa campanha criminosamente mentirosa, irrigada com dinheiro roubado da Petrobras?

Só porque permitiu que sua quadrilha saqueasse os fundos de pensão de quase todas as Estatais, prejudicando as aposentadorias de centenas de milhares de petroleiros, carteiros, bancários?

Só porque permitiu que a Bancoop lesasse milhares de bancários para favorecer a OAS e ganhar um triplex no Guarujá?

Só porque deu aval político e dinheiro para que organizações criminosas como o MST invadissem e depredassem impunemente fazendas, centros de pesquisa e prédios públicos?

Só porque sistematicamente comprou apoio político através do Mensalão e Petrolão?

Só porque colocou um cupincha no Sesi Nacional, que transformou a instituição num cabide de empregos para os companheiros e parentes vagabundos?

Só porque ajudou o enriquecimento ilícito de seus filhos em troca do favorecimento de empresas de telefonia e outras?

Só porque vendeu medidas provisórias isentando montadoras de impostos em troca de comissões?

Só porque inchou o governo e as estatais com centenas de milhares de funcionários supérfluos, quebrando o Estado e provocando déficit público Record?

Só porque loteou mais de 30 mil cargos de confiança com seus apaniguados, dando o comando das estatais e autarquias para petistas incompetentes que mal sabem administrar suas vidas?

Só porque elegeu outro poste como prefeito da maior cidade do país, também com dinheiro roubado das estatais?

Só porque comprou milhões de votos com programas de esmola como o Bolsa Família?

Só porque criou o Bolsa Pescador, e deixou 3 milhões de falsos pescadores se inscreverem para receber a sua esmola compradora de votos?

Só porque aumentou nossa carga tributária de 33 para 40% do PIB?

Só porque aumentou nossa dívida pública para quase três trilhões de reais, tornando-a impagável?

Só porque favoreceu o sistema financeiro com taxas exorbitantes de juros, transferindo renda dos pobres para os ricos?

Só porque conseguiu fazer o Brasil torrar toda a bonança da maior onda de alta das comodities na década passada?

Só porque loteou todas as agências reguladoras fazendo-as inúteis na proteção dos cidadãos?

Só porque tentou aparelhar até o STF nomeando ministros comprometidos com a proteção à sua ORCRIM?

Só porque deixou a Bolívia expropriar a refinaria da Petrobras sem fazer nada?

Só porque humilhou nossas Forças Armadas nomeando ministros da Defesa comunistas e incompetentes?

Só porque favoreceu comercialmente ditaduras como as de Angola, Venezuela e outras?

Só porque esfriou relações e esnobou as maiores economias do mundo, direcionando nossas relações exteriores para países inexpressivos comercialmente, apenas no afã de ganhar prestígio e votos na ONU?

Só porque humilhou o Itamaraty orientando a política externa através de consiglieri mafiosos como Marco Aurélio Garcia?

Só porque nos envergonhou deixando nossas embaixadas e consulados sem dinheiro para pagar aluguéis?

Só porque comprou um aerolula da Airbus pelo triplo do que poderia ter comprado um Embraer e promovido nossa indústria aeronáutica?

Só porque descuidou dos programas de saúde pública através de ministros incompententes e desvio de verbas, permitindo a volta de doenças como a dengue e o zika?

Só porque aparelhou todas as universidades federais com reitores de esquerda, obtusos e incompetentes?

Só porque fez o Brasil ser motivo de chacota no mundo inteiro?

Só porque nos tirou o orgulho de sermos brasileiros?

Só por estes motivos?

ORA. NÃO É JUSTO.”

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CELEBRANDO O MASSACRE

𝐂𝐄𝐋𝐄𝐁𝐑𝐀𝐍𝐃𝐎 𝐎 𝐌𝐀𝐒𝐒𝐀𝐂𝐑𝐄

Enquanto fazia o sinal da cruz, a família Imperial russa foi brutalmente fuzilada pelos revolucionários bolcheviques, em 17 de julho de 1918. Entre os assassinados estavam o pequeno Alexei (14 anos), Anastásia (17 anos), Maria (19 anos), Tatiana (21 anos), Olga (22 anos), Alexandra (46 anos) e o Imperador Nicolau II (50 anos).

Mas apesar da violência como a família Imperial foi fuzilada, sem julgamento, e entre os assassinados um menino de 14 anos e uma menina de 17 anos, o jornal extremista Folha de São Paulo publicou uma “matéria” da “jornalista” Barbara Gancia (63 anos) glorificando a chacina. A “reportagem” começa celebrando o violento fuzilamento da família Imperial russa, e passa a impressão de que o mesmo deveria ser feito com a família real britânica.

Se isso não for discurso de ódio, então o que poderia ser?

É repugnante o verdadeiro discurso de ódio e a pífia qualidade da imprensa brasileira, salvo raríssimas exceções.

Essa mesma imprensa afirma repudiar discurso de ódio, mas, na realidade, é exatamente o contrário, pregam discurso de ódio sem disfarçar.
Esta imprensa que celebra fuzilamento de crianças é a mesma imprensa que afirma defender a democracia.

Os séculos passam, mas a mentalidade violenta dos revolucionários continua a mesma.

A tal “jornalista” também trabalha no programa Saia Justa da emissona GNT. Apresenta programas na BandNews e Bandsports. E já publicou textos no jornal Estado de São Paulo e revista Isto É.

Esta imprensa canalha não contribui em nada com a democracia!

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CARTA AO PRESIDENTE BOLSONARO SOBRA FARSA DO COVID

Carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro sobre a farsa Covid

Por United Health Professionals – 24/02/2021

[Trazemos ao conhecimento de nossos leitores esta importante declaração internacional de profissionais da saúde, médicos e cientistas, que foi enviada a governos de trinta países. Abaixo está o texto completo enviado aos governos. O texto inclui citações de estudiosos e profissionais de saúde proeminentes.]

Urgente: mensagem de alerta internacional sobre COVID-19

fevereiro de 2021

Sr. Jair Bolsonaro: Presidente do Brasil, Sr. Hamilton Mourão: Vice-Presidente e Sr. Eduardo Pazuello: Ministro da Saúde do Brasil,

Somos profissionais de saúde do coletivo internacional: United Health Professionals, composto por mais de 1.500 membros (incluindo professores de medicina, médicos intensivistas e especialistas em doenças infecciosas) de diferentes países da Europa, África, América, Ásia e Oceania e, em 26 de agosto 2020, dirigimos a governos e cidadãos de países ao redor do mundo uma mensagem de alerta sobre o surto de COVID.

Em primeiro lugar, comecemos pelas conclusões do relatório de 2010 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre a gestão da epidemia de H1N1:

«A Assembleia Parlamentar está preocupada com a forma como a pandemia de gripe H1N1 tem sido tratada, não só pela Organização Mundial de Saúde (OMS) mas também pelas autoridades sanitárias competentes a nível da União Europeia e a nível nacional. Está particularmente preocupada com algumas das consequências das decisões tomadas e conselhos dados que conduzem à distorção das prioridades dos serviços de saúde pública em toda a Europa, desperdício de grandes somas de dinheiro público e também pânico e medo injustificados sobre os riscos para a saúde … foram identificadas graves deficiências em relação a transparência dos processos de tomada de decisão relacionados com a pandemia, que gerou preocupações sobre a possível influência da indústria farmacêutica em algumas das principais decisões … lobbying não regulamentado ou secreto pode ser um perigo e pode minar os princípios democráticos e a boa governança».

Saiba que os mesmos erros cometidos na epidemia de H1N1 estão se repetindo hoje na epidemia de COVID. Vós sois as vítimas do maior golpe de saúde do século XXI no que diz respeito ao perigo real do vírus, as medidas a tomar, os números, os exames e os tratamentos, e isto foi feito com as mesmas técnicas de manipulação utilizadas durante a epidemia do H1N1 ou da guerra do Iraque. Especialistas, professores de medicina, bem como grupos científicos e médicos começaram a alertar outros sobre isso já em março de 2020.

Os países do mundo (exceto casos raros como: Suécia, Bielorrússia ou Tanzânia), sem pensar, apenas imitaram e seguiram cegamente os outros.

Esta epidemia é amplificada, dramatizada e instrumentalizada por criminosos que se aproveitam dela para alcançar objetivos e agendas econômicas, políticas e ideológicas prejudiciais à humanidade e nós provaremos isso a vocês. Vocês devem parar esse golpe global rapidamente (porque é um grave perigo para seu povo e seu país em termos de: saúde, economia, educação, ecologia e direitos humanos) tomando imediatamente as seguintes ações:

1-Retirar todas as restrições

Remover as seguintes medidas ilegais, não científicas e não sanitárias: quanrentena, lockdown, máscaras obrigatórias para sujeitos saudáveis, distanciamento social de um ou dois metros. Essas medidas malucas e estúpidas são heresias inventadas em 2020 que não existem na medicina ou na saúde pública e não são baseadas em nenhuma evidência científica.

Não é assim que gerenciamos um surto:

– «O mundo enlouqueceu» com quarentenas de coronavírus que «vão de encontro ao que se sabe sobre o tratamento de pandemias de vírus» (Dr. Anders Tegnell, epidemiologista chefe da Suécia, 24 de junho de 2020).

– «A taxa de mortalidade por infecção parece ser a mesma que a da influenza, mas nunca havíamos introduzido essas medidas drásticas antes, quando tivemos pandemias de influenza. E não podemos prosseguir com elas por anos» (Prof. Peter Gøtzsche, 1 de dezembro de 2020).

– «A decisão de quarentena como decisão de uso de máscaras… não se baseia em dados científicos…» (Prof. Didier Raoult, 24 de junho de 2020).

– «A história natural do vírus [o coronavírus] não é influenciada por medidas sociais [quarentena, máscaras, fechamento de restaurantes, toque de recolher, etc.]… A quarentena não desencadeou a diminuição dos casos… Quanto ao fechamento de restaurantes que tinha protocolos de saúde muito rígidos … claro, não tenho como defender … não influenciou em nada a epidemia … A quarentena não mudou nada …» (Prof. Philippe Parola, 3 de dezembro de 2020).

– «Não há evidências científicas que sustentem a desastrosa regra dos dois metros. Pesquisas de baixa qualidade estão sendo utilizadas para justificar uma política com enormes consequências para todos nós» (Professores Carl Heneghan e Tom Jefferson, 19 de junho de 2020).

– «Medidas grotescas, absurdas e muito perigosas … um impacto terrível na economia mundial … autodestruição e suicídio coletivo …» (Prof. Sucharit Bhakdi, março de 2020. Ele também enviou, na época, uma carta à chanceler alemã Angela Merkel )

Além disso, essas medidas tirânicas violam a Declaração Universal dos Direitos Humanos em seus artigos: 3, 5, 9, 12, 13, 17, 18, 20, 26, 27, 28, 30 e a Convenção do UNICEF sobre os Direitos da Criança em seus artigos: 28, 29, 32, 37.

– «Quando o Estado sabe o que está fazendo e viola os direitos humanos, estamos num caminho perigoso. A pandemia levou a violação dos direitos humanos básicos … Não houve a menor análise ética para saber se isso era justificado. Não é.» (Prof. Peter Gøtzsche, 4 de dezembro de 2020).

Forçar pessoas não doentes a usarem máscaras não é apenas uma heresia, mas também prejudicial à saúde e à ecologia e é uma forma de maus-tratos:

– «Ditadura de máscaras totalmente infundada» (Prof. Christian Perronne, 22 de setembro de 2020).

– «O toque de recolher… foi usado durante a ocupação alemã quando a milícia e a Gestapo invadiam as casas. E agora teremos a polícia fazendo visitas para ver se há mais de seis pessoas à mesa! O que é essa loucura ?!» (Prof. Christian Perronne, 15 de outubro de 2020).

– «Todos os invernos em Paris, os leitos de UTI ficam totalmente saturados. Transferimos pacientes … todo inverno, em circunstâncias normais.» (Prof. Bruno Mégarbane, anestesiologista e médico intensivista, 27 de setembro de 2020)

«Em nenhuma das 2 ondas… nem todas as UTIs ficaram saturadas, é falso!» (Prof. Michaël Peyromaure, 18 de janeiro de 2021)

2-Liberar a economia, as escolas, as universidades, os transporte aéreo e os hospitais.

3-Afaste seus especialistas e consultores que tenham ligações ou conflitos de interesse com empresas farmacêuticas

O relatório de 2010 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre a gestão da epidemia de H1N1 também dizia:

«A Assembleia apela às autoridades de saúde pública a nível internacional, europeu e nacional – nomeadamente a OMS – … a garantir que todas as pessoas sujeitas a conflitos de interesse sejam excluídas dos processos de tomada de decisão sensíveis».

Os especialistas dos países que defenderam essas medidas totalmente heréticas são ignorantes ou apoiados ou corrompidos pela indústria farmacêutica.

4-Exigir uma investigação internacional e independente e que os responsáveis ​​por este golpe sejam julgados

Em 1º de outubro de 2020, o advogado alemão Reiner Fuellmich anunciou que uma rede internacional de advogados vai discutir o maior caso de responsabilidade civil de todos os tempos:

«As medidas anti-corona causaram e continuam a causar danos tão devastadores à saúde e economia da população mundial que os crimes cometidos pela (…) OMS devem ser legalmente qualificados como crimes reais contra a humanidade, conforme definido na seção 7 do código de crime internacional».

Ele disse também que isso deve ser chamado de «um escândalo corona e os responsáveis ​​por isso devem ser processados ​​criminalmente e processados ​​por danos civis». A investigação deve se concentrar, entre outros, em Bruce Aylward (OMS) e Neil Ferguson (ICL).

– Em 10 de janeiro de 2021: uma carta retransmitida pelo The Sun e escrita por advogados, um membro do Parlamento, ativistas de direitos humanos e um ex-general da Força Aérea dos EUA foi endereçada ao FBI e ao MI-5, juntamente com os serviços de segurança no Canadá, Alemanha e Austrália, onde os autores dizem:

«Estamos escrevendo esta carta para solicitar que uma investigação federal seja iniciada e/ou acelerada em relação ao debate científico sobre as principais decisões políticas durante a crise do COVID-19. No decorrer do nosso trabalho, identificamos questões de natureza potencialmente criminosa e acreditamos que esta investigação seja necessária para garantir que os interesses do público foram devidamente representados por aqueles que promovem certas políticas pandêmicas».

A carta chama a quarentena de «uma fraude científica global de proporções sem precedentes» que foi «deliberadamente promulgada… para empobrecer as nações que a implementaram.»

Países raros como Suécia, Tanzânia ou Bielorrússia – que podem ser parabenizados – recusaram a quarentena e não seguiram cegamente os outros e se aplicarmos o raciocínio dos defensores da quarentena, o resultado deveria ser um massacre ou a saturação de seu sistema hospitalar. É este o caso nestes três países?

A resposta é, obviamente, não. Além disso, em 15 de setembro de 2020, o BMJ publicou um artigo intitulado:

«COVID-19: Como é que a Bielorrússia tem uma das taxas de mortalidade mais baixas da Europa?».

Esses três países são a prova viva do golpe da quarentena e como essa realidade pode despertar a opinião pública e as pessoas perceberem que mentiram para elas, uma imprensa corrupta tem espalhado, desde o início, artigos e até notícias falsas, contra a Suécia e a Bielorrússia.

O famoso slogan internacional:

«Fique em casa, salve vidas» foi uma pura mentira. Pelo contrário, a quarentena não apenas matou muitas pessoas, mas também destruiu a saúde física e mental, a economia, a educação e outros aspectos da vida. Por exemplo, a quarentena nos EUA matou milhares de pacientes com Alzheimer que também morreram longe de suas famílias. No Reino Unido: a quarentena matou 21.000 pessoas.

Os efeitos da quarentena «foram absolutamente deletérios. Elas não salvaram as vidas que haviam anunciado que poderiam salvar … É uma arma de destruição em massa e vemos sua saúde … efeitos sociais … econômicos … que formam a verdadeira segunda onda» (Prof. Jean-François Toussaint, setembro 24, 2020). Prender seu povo é um crime contra a humanidade que nem mesmo os nazistas cometeram!

– «Este país está cometendo um erro dramático … O que vamos sugerir? Que todos fiquem trancados a vida toda porque existem vírus lá fora?! Vocês estão todos malucos, ficaram malucos! … estamos tacando fogo no planeta» (Prof. Didier Raoult, 27 de outubro de 2020).

– «É um grande delírio, mas que é instrumentalizado por grandes indústrias farmacêuticas e também por políticos … É um medo organizado por razões políticas e econômicas» (Prof. Christian Perronne, 31 de agosto de 2020).

– «É apenas um golpe global para obter grandes lucros, resgatar os bancos e, entretanto, arruinar as classes médias em nome de uma epidemia… tornada destrutiva por medidas liberticidas, alegadamente sanitárias» (Dra. Nicole Delépine, 18 de dezembro de 2020).

– «Temos evidências médicas de que isso é uma farsa» (Dr Heiko Schöning, julho de 2020).

– «Pense nestas duas questões:… O coronavírus é artificial?… Eles tentaram usar esta doença viral ou esta psicose para os seus próprios fins e interesses?» (Alexander Lukashenko, Presidente da Bielorrússia).

«Há uma histeria pública totalmente infundada impulsionada pela mídia e pelos políticos. É ultrajante. Esta é a maior farsa já perpetrada contra um público desavisado … ela deveria ser conhecida como nada mais do que uma temporada de gripe forte. Isso não é Ebola. Não é SARS» (Dr. Roger Hodkinson, 13 de novembro de 2020).

5-Deixar de seguir cegamente as recomendações da OMS e exigir que ela seja totalmente reformada

Uma investigação realizada em 2016 (A OMS nas garras dos lobistas) mostrou uma radiografia edificante da OMS; uma estrutura enfraquecida sujeita a múltiplos conflitos de interesse. Esta investigação mostrou como os interesses privados dominam a saúde pública na OMS. Outra investigação (Trust WHO) também revelou essas anomalias graves.

6-Utilizar as medidas reconhecidas para o manejo de epidemias

Tais como recomendações de lavagem das mãos, espirro ou tosse no cotovelo, uso de máscara, mas apenas para pacientes e profissionais de saúde (em situações específicas), isolamento de doentes, etc. A gravidade de uma epidemia é avaliada pela taxa de letalidade (CFR), entre outras coisas. No entanto, esta última é muito baixa (0,13-0,15%) e, portanto, não há justificativa para a tomada de medidas que, além de desproporcionais, também não são científicas.

7-Conscientizar a mídia sobre suas responsabilidades

A mídia deve, por exemplo, parar de falar sobre o coronavírus.

8-Remova a exigência de testes

As pessoas que pressionam por testes obrigatórios estão fraudando governos e perseguindo apenas objetivos econômicos. Nada neste coronavírus (que é um vírus benigno e com baixo CFR) o justifica. A gripe infecta um bilhão de pessoas a cada ano, muito mais do que o SARS-CoV-2, se espalha mais rápido e tem mais populações em risco do que este coronavírus e, ainda assim, nenhum teste é necessário para viajar. Por isso, o professor Didier Raoult chamou de «delírio» a afirmação de que se trata de uma doença grave e disse, em 19 de agosto de 2020, que «não é pior que uma gripe».

– «A taxa de mortalidade por infecção para este novo coronavírus é provável que esteja no mesmo patamar da influenza sazonal» (Prof. John Ioannidis, 17 de abril de 2020).

– «Tranquilizar a grande maioria da população que o risco de morrer ou contrair doença grave de COVID-19 é muito baixo» (Prof. John Ioannidis, 22 de abril de 2020).

– «Percebe? Hoje, estamos destruindo a economia e, finalmente, os números são comparáveis ​​aos que experimentamos com a gripe!» (Prof. Christian Perronne, 25 de outubro de 2020).

9-Acabar com as campanhas de vacinação e recusar a fraude do passaporte pseudo-sanitário que na realidade é um projeto político-comercial

– «Não precisamos dela [da vacina] de forma alguma … Tudo isso tem a ver com objetivos puramente comerciais» (Prof. Christian Perronne, 16 de junho de 2020).

– «É um antigo princípio de marketing das empresas farmacêuticas: se querem vender bem o seu produto, o consumidor deve ter medo e vê-lo como a sua salvação. Então, criamos uma psicose para que os consumidores tenham um colapso e se precipitem com a vacina em questão.» (Prof. Peter Schönhöfer).

– «Como médico, não hesito em antecipar as decisões do governo; não devemos apenas recusar essas vacinas [contra a COVID-19], mas também denunciar e condenar a abordagem puramente mercantil e o cinismo abjeto que orientou sua produção.» (Dr. Pierre Cave, 7 de agosto de 2020).

– A vacina COVID é «tão, tão desnecessária.» (Prof. Sucharit Bhakdi, 2 de dezembro de 2020).

– «Nunca vi na história da medicina que desenvolvêssemos urgentemente vacinas para vacinar milhões, bilhões de indivíduos para um vírus que já não mata senão pessoas em risco que podemos identificar, que podemos tratar… Nunca vi uma vacina saindo depois de 2 meses! … leva anos!» (Prof. Christian Perronne, 2 de dezembro de 2020).

– «Estamos indo rápido demais. Se houvesse uma emergência, … se hoje COVID-19 matar 50% das pessoas, direi vamos arriscar … mas aqui temos um vírus que mata 0,05% e assumiremos todos os riscos! Eu sei que há bilhões por trás disso … Cuidado, isso é muito perigoso!» (Prof. Christian Perronne, 2 de dezembro de 2020).

À pergunta: «Precisamos de uma vacina geral para toda a humanidade com 0,05% de mortes?», O professor Christian Perronne respondeu: «É óbvio que não! ».

-Em 30 de novembro de 2020: O professor Christian Perronne escreveu uma carta na qual alertava sobre o perigo das vacinas baseadas na engenharia genética:

«As pessoas que promovem estas terapias genéticas, falsamente chamadas de “vacinas”, são aprendizes de feiticeiro e tomam… os cidadãos do mundo por cobaias».

– Em 19 de outubro de 2020, em correspondência ao jornal The Lancet, os cientistas expressaram preocupação e alertaram:

«Estamos preocupados que o uso de um vetor Ad5 para imunização contra coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2) possa igualmente aumentar o risco de aquisição do HIV-1 entre os homens que recebem a vacina».

-Se as pessoas aceitarem a vacina COVID-19, será:

«Um erro porque corremos o risco de ter efeitos absolutamente imprevisíveis: por exemplo, cânceres… Estamos bancando o aprendiz de feiticeiro total… O homem não deve servir de cobaia, as crianças não devem servir de cobaia, é absolutamente antiético. Não deve haver mortes por vacinas» (Prof. Luc Montagnier, Virologista e Prêmio Nobel de Medicina, 17 de dezembro de 2020.

-Na Suíça, um grupo de 700 médicos e profissionais de saúde clamou em 15 de janeiro de 2021 para a campanha de vacinação ser interrompida.

– «Acho que é [a vacina COVID] francamente perigosa. E eu o aviso, se você seguir essas linhas, você irá para a sua perdição.» (Prof. Sucharit Bhakdi, 2 de dezembro de 2020).

– Em 30 de dezembro de 2020: Réaction 19 (uma associação francesa fundada por advogados com cerca de 60.000 membros) informou, em um comunicado de imprensa, que apresentou uma reclamação sobre as “vacinas” Pfizer/BioNTech e Moderna por: colocarem deliberadamente a vida em risco de outros, engano agravado, abuso de fraqueza e extorsão agravada.

-Recentemente, vários deputados do Parlamento Europeu têm alertado a população porque estão proibidos de consultar os contratos assinados com laboratórios farmacêuticos. Essa opacidade é uma prova de que há coisas comprometedoras que eles desejam ocultar. Michèle Rivasi, uma deputada ao Parlamento Europeu, chegou a apresentar uma reclamação. Lembramos: em 2009, a Pfizer foi multada em US$ 2,3 bilhões, a maior multa já imposta pelos tribunais dos Estados Unidos a um grupo farmacêutico. Foi considerada culpada de práticas comerciais fraudulentas.

Em 2010, a AstraZeneca foi multada em 520 milhões de euros por recomendar o uso não autorizado de um medicamento. Em 2011, a Merck pagou uma multa de US$ 628,36 milhões para resolver as alegações de marketing fora da bula e declarações falsas sobre a segurança cardiovascular de um medicamento.

Em 2013, uma multa de 1,62 bilhões de euros foi imposta à Johnson & Johnson para resolver a responsabilidade criminal e civil decorrente de alegações relacionadas à prescrição de três medicamentos, incluindo a promoção de usos não aprovados como seguros e eficazes pela Food and Drug Administration (FDA) e pagamento de propinas aos médicos e ao maior provedor de farmácias para cuidados de longo prazo do país.

Você deve parar este golpe global onde as agendas político-econômicas (mesmo ideológicas) dos criminosos são para COVID o que a guerra do Iraque foi para os ataques de 11 de setembro de 2001 (aqui está um lembrete do golpe da guerra do Iraque: https://youtu.be/miZW_DGjIec). Esses criminosos manipulam os países do mundo e querem que a epidemia dure o máximo possível para atingir seus objetivos quando a epidemia de COVID deveria ter sido declarada em um determinado período do ano passado; de fato, na medicina, o limiar epidêmico a partir do qual se declara o início e o fim de uma epidemia é de 150 a 200 casos por 100.000 habitantes. O presidente tanzaniano é um dos poucos presidentes que entendeu isso porque declarou em 8 de junho de 2020 que a epidemia de COVID havia acabado em seu país.

«Acabou a epidemia!» (Professor Yoram Lass, 2 de julho de 2020).

Nesta epidemia, o perigo não é o coronavírus, mas sim as pessoas que o instrumentalizam e que são o verdadeiro vírus a combater.

O vírus é completamente inocente do que está acontecendo (empobrecimento, perda de empregos, suicídios, mortes, recessão econômica, desemprego, etc.) e os verdadeiros culpados são aqueles que pressionaram o mundo a usar essas medidas e os governos que continuam a implementá-las apesar dos alertas e avisos.

«O Banco Mundial acaba de estimar que a pandemia corona causou um aumento de cerca de 100 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza. Não é por causa do COVID-19. É por causa das medidas draconianas que introduzimos.» (Prof. Peter Gøtzsche, 1 de dezembro de 2020).

A discrepância e desproporção entre o nível de periculosidade do vírus e a magnitude das medidas tomadas (que, aliás, são totalmente heréticas) são tão evidentes que conduzem inevitavelmente à conclusão de que existem outros objetivos por trás. Você tem que ser realmente cego ou ingênuo para não ver.

Não tendo nada a ver com medicina ou ciência, os governos não estão lutando contra os perigos do vírus, mas sim contra os direitos básicos de seu povo e destruindo sua saúde, economia, educação, ecologia, cultura e outros aspectos da vida.

«Desde o início que vivemos uma espécie de delírio… Vivemos num mundo que é louco:… as condições que se têm exigido para combater esta doença são condições de outro século… não são nem ao nível da Idade Média!» (Prof. Didier Raoult, 7 de dezembro de 2020).

Em 28 de dezembro de 2020, Randy Hillier, um médico canadense, escreveu esta mensagem no Twitter junto com as hashtags: #Estamos vivendo uma mentira e #Fim das quarentenas: «As mentiras e fraudes de Covid acabaram. Levará anos para descobrir como e porque tantos se deixaram enganar».

Não é porque a maioria dos países está fazendo a mesma coisa que significa que é bom ou que é a coisa certa a fazer. O número não é um critério para saber se os países estão certos ou não em aplicar essas medidas. Ao contrário, muitos exemplos históricos mostram que a maioria frequentemente está errada; Guerra do Iraque (raros países como a França não seguiram e estavam certos), H1N1 (raros países como a Polônia não seguiram e estavam certos), Segunda Guerra Mundial, etc.

A acusação de teorias da conspiração é a resposta daqueles que não têm argumentos e uma técnica de manipulação em massa porque tudo o que foi relatado nesta carta não consiste em teorias, mas em verdades e declarações feitas por eminentes especialistas, incluindo ganhadores do Nobel de medicina.

Esta carta será mantida como prova de que seu governo foi alertado. Tudo deve voltar ao normal imediatamente e essa tomada global de reféns deve parar porque você agora sabe que foi vítima do maior golpe de saúde do século XXI.

Por favor, não cometa o erro de subestimar nossa carta ou ignorá-la. Aqui estão 2 exemplos do que acontece quando um governo comete este erro:

Apesar dos avisos de vários especialistas sobre o perigo da Dengvaxia (vacina contra a dengue), o governo filipino decidiu em 2016 lançar uma campanha de vacinação que terminou posteriormente em um escândalo público. De acordo com a procuradora Persida Acosta, 500 crianças morreram em decorrência da vacina e muitas milhares estão doentes.

Segundo a procuradora, as responsabilidades são partilhadas entre o laboratório que vendeu “uma vacina perigosa” e o governo que montou uma campanha de vacinação “massiva e indiscriminada”, em condições deploráveis. Essa vacina, entretanto, prometia ser um triunfo planetário; em 2015, a Sanofi confirmou com grande alarde a comercialização de uma vacina revolucionária contra a dengue. Foi uma estreia mundial, fruto de vinte anos de investigação e 1,5 bilhões de euros de investimento.

No entanto, desde o início, vozes se levantaram na comunidade científica: o Dr. Antonio Dans tentou alertar sobre os resultados inconclusivos dos primeiros ensaios clínicos. Nos EUA, o professor Scott Halstead, especialista mundialmente conhecido na doença, chegou a enviar um vídeo veiculado no Senado do país para pedir a suspensão do programa de vacinação. O ex-ministro da Saúde do país foi acusado desse escândalo. «Foi a isca do lucro que matou estas crianças», disse a procuradora Persida Acosta.

O segundo exemplo é o escândalo da vacina H1N1 que foi comprada por vários países apesar dos alertas do Dr. Wolfgang Wodarg, o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que em uma moção de recomendação intitulada «Pandemias Falsas – uma ameaça para a saúde» disse: «A fim de promover seus medicamentos e vacinas patenteadas contra a gripe, as empresas farmacêuticas têm influenciado cientistas e agências oficiais, responsáveis ​​pelas normas de saúde pública, a alarmar os governos em todo o mundo.»

Elas os fizeram desperdiçar recursos limitados de cuidados de saúde para estratégias de vacinas ineficientes e desnecessariamente expuseram milhões de pessoas saudáveis ​​ao risco de efeitos colaterais desconhecidos de vacinas testadas de forma insuficiente». Ele estava certo porque, mais tarde, só na Europa a vacina fez 1.500 vítimas de narcolepsia incluindo 80% das crianças, tanto que em 24 de novembro de 2013, o ministro sueco de Assuntos Sociais, Göran Hägglund, disse que estava pronto para pedir desculpas publicamente às vítimas da vacina contra a gripe suína.

Não podemos dizer-lhe tudo nesta carta, por isso deve consultar os seguintes documentos com muito cuidado, porque tudo o que lhe foi dito é detalhado e argumentado aí, e porque irá descobrir outras coisas que não conhece e pelas quais ficará até chocado:

Para notas de rodapé e referências clique aqui.

Veja aqui a lista de países.

1-Mensagem de alerta internacional de profissionais de saúde para governos e cidadãos de países ao redor do mundo:

https://drive.google.com/file/d/1hghf8Bh3AIUi5HxrnPA8FZeQqo77e_xN/view

2-O que aconteceu durante a epidemia de H1N1:

3-COVID-19 (fatos desconhecidos, países que recusaram, papel da mídia, objetivos, consequências, responsáveis pelo golpe):

4-Máscaras, quarentena, distanciamento social, rastreamento de contato:

5-A verdade sobre os testes e os perigos da vacinação:

6-As 7 ações que os governos do mundo devem realizar:

Todas as informações nos documentos acima são científicas, obtidas e verificadas (fontes no final do primeiro documento e na descrição dos 5 vídeos). Para ativar as legendas em seu idioma, assista aos vídeos em um computador ou laptop e siga as etapas explicadas neste vídeo: https://youtu.be/IySlt-UBn_0

Agradecemos sua atenção e aguardamos com interesse sua resposta.

Atenciosamente,

O coletivo internacional: United Health Professionals

Nossos nomes e profissões (da página 19):

https://drive.google.com/file/d/1hghf8Bh3AIUi5HxrnPA8FZeQqo77e_xN/view

(Email : join.unitedhealthprofessionals@gmail.com)

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PATROBRAS: ÁGUA QUENTE NA FERVURA

Foi o que bastou! Os preços extratosféricos dos combustíveis num país rico em petróleo e produtor, claramente comandado por uma facção de Esquerda há dezenas de anos, recebe o tratamento
correto. Talvez a maior trincheira socialista ainda remanescente na gestão nacional teve o que merece: a atenção estratégica do presidente Bolsonaro. Vai começar uma limpeza sem precedentes nas estruturas podres da orgia de prazer egoísta que a Esquerda fazia com a riqueza que pertence ao povo.

Você vai ver demissões em massa, juiz de Esquerda pedindo satisfação, advogados se contorcendo de dor, sindicatos gemendo de contração financeira, federações corporativistas gritando de ódio, diretores, gerentes, chefes, compadres do satanás há eternidades e parasitas clássicos tendo cólicas menstruais fora de época nos intestinos vermelhos.

Estruturas viciadas e ligadas a canalhas socialistas sendo desmontadas tijolo a tijolo, parasitas escondidos na folha de pagamento insalubre sendo desentocados a unhadas certeiras. A parte podre da maior empresa de combustível nacional sendo exposta sem receios, com a rataiada atarantada batendo cabeça no formigueiro atacado com água quente.

Pode aguardar resultados rápidos, cidadão! Sim, o povo chegou finalmente nos corredores e escritórios magnatas da Petrobras! Finalmente o cidadão vai entender como o plano sacana da Esquerda armava quietinho um golpe contra a democracia brasileira. E quem ganhava dinheiro com isso vai ser carregado para o buraco nesta nova onda.

Governadores, donos de postos, negociadores de combustíveis no mercado internacional, atravessadores, conselheiros monarcas sofrendo dores agudas no fígado e agonizando de rancor vendo suas vidas tomarem o rumo onde todo o Mal sucumbe.

Para se ter uma ideia, em plena pandemia, o presidente da estatal, Roberto Castelo Branco se auto concedeu bônus milionário. O presidente demitido da Petrobras é responsável pela mais escandalosa política de bônus da história recente da empresa. Ele triplicou os valores pagos à diretoria e se auto concedeu gratificação de até 13 vezes. Entende o valor dos combustíveis? Junte isso à gestão de governadores criminosos e…!

Relembrando uma informação do jornalista Alexandre Garcia, de 2019, a Petrobrás deixou de pagar R$ 20 milhões por ano a 74 dirigentes sindicais que nem lá pisavam.

O povo brasileiro genuíno finalmente retoma o poder dos esfomeados do Foro de São Paulo que ainda restam na Petrobras. A limpeza feita na Ceagesp em São Paulo agora se repete no Principado de Mônaco que era a Petrobras dentro de um país.

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BRASIL: LABORATÓRIO DA ESQUERDA

O Brasil é o laboratório da esquerda mundial para estudar o comportamento, interferir, modificar e achatar a cultura. Isso vem acontecendo há décadas através da infiltração em diversas áreas (religião, clínicas psicológicas, sindicatos, indústrias editorias, partidos políticos, máquina pública, mas especialmente na educação e na mídia, esta proporcionando reforço escolar. É isso que vem acontecendo no Brasil desde o final da década de 60 e nos EUA, desde o início dos anos 80 no governo Carter.
Não ler e, principalmente, não entender o que lê, está ficando cada vez mais evidente que tal estratégia está dando os resultados longamente esperados. Nikita Kruschev revelou em 1959 na ONU, que o próprio mundo capitalista faria isso de forma imperceptível e indolor. O advento da internet só está apressando o processo.
No Brasil mal temos ideia de quantos povos sofreram o processo de aculturação e decadência moral através das dezenas de novelas imundas e perniciosas criadas nos estúdios da TV Globo. As pessoas não conseguem se libertar e quebrar os grilhões que as prendem a esse lixo.

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PENSAMENTOS CONSTRUTIVOS

Os Pensamentos Construtivos (Texto Inédito)

«No decurso do nosso Caminho, compreendemos rapidamente como é importante pensar de uma forma correta e construtiva. A nossa vida é geralmente feita de esperanças e de desejos frustrados até ao dia em que compreendemos que o pensamento é a força fundamental que comanda o nosso destino e dirige a nossa vida. De fato, ele é a causa do nosso sucesso ou do nosso insucesso sobre o plano físico, assim como está na origem de uma saúde forte ou enfraquecida. Na realidade, tudo é condicionado pelos pensamentos ou sentimentos que mantemos em nós. Eis aqui uma verdade que não pertence a um determinado indivíduo ou a um grupo de pessoas, mas ao conjunto da humanidade. Ora, para muitos, esta verdade vital fica somente no plano intelectual e nas discussões estéreis.

Não nos devemos esquecer nunca que o presente tem a sua fonte no passado e que o amanhã será aquilo que dele fizermos hoje. As nossas condições de vida não são devidas ao acaso ou à fatalidade; elas têm a sua origem no nosso espírito e nos pensamentos que aí alimentamos. É impossível pretender ter uma vida feliz, mantendo em nós próprios a ansiedade, a dúvida, a inveja ou outro estado mental negativo. A lei de causa e efeito é universal. Existência e pensamento estão de tal modo ligados que talvez se apliquem mais a este domínio do que a qualquer outro, com mais poder e eficácia. Isto explica que para mudar a vossa forma de viver, o que está ao vosso redor, o vosso estado físico ou qualquer uma das condições desarmoniosas que vos assolam, é-vos necessário, para começar e antes tudo, transformar a vossa maneira de pensar. Por outras palavras, deveis controlar os vossos pensamentos, deveis realizar uma selecção severa e consciente das ideias que permanecem no vosso espírito. Os vossos esforços nesta perspectiva não devem ser esporádicos; se fraquejardes uma vez, fraquejareis sempre. Porém, se realizardes com constância esta escolha, que sabeis vital, em breve a vontade não intervirá mais e o fenômeno do hábito fará o resto.

Os desejos não são essenciais. Somente o pensamento conta e o seu poder de atração é considerável; tal e qual um íman, ele atrai para nós aquilo que corresponde, no mundo material, à sua natureza. Se estais num estado de espírito desequilibrado, não podeis estar nem de boa saúde, nem feliz. Se estais tristonho, invejoso, ciumento, maldoso, encontrar-vos-eis submerso num ambiente semelhante. Estabelecereis na vossa existência aquilo que haveis aceite em vós como uma realidade, à qual os vossos pensamentos dão vida. Se vos recusardes a cultivar melhores disposições, a vossa vida será uma falência sombria, um fardo tanto para vós próprios como para outrem, e isto por vossa própria falha. Se, pelo contrário, aceitardes a partir de hoje, a partir deste minuto, transmutar os vossos pensamentos (e nunca é tarde de mais para o fazer), empreendereis então a mais apaixonante aventura que existe. Vereis, pouco a pouco, a harmonia instaurar-se em vós e, ao vosso redor, as condições deploráveis desaparecer para darem lugar ao equilíbrio e ao sucesso, os problemas fisiológicos de toda a natureza desaparecerão para serem imediatamente substituídos por poderosas condições harmoniosas.

Pode parecer a princípio que esta transformação nos vossos pensamentos vos trará todas as formas de dificuldades. Poder-vos-á parecer, pelo contrário, que tudo corre mal. Não vos fieis nas aparências, por muito desconcertante que isso possa parecer, deveis ver nesse facto um sinal muito encorajador que indica que as coisas mudam e tomam uma outra direcção. Mesmo se o vosso mundo inteiro parecer abalado nos seus fundamentos, em razão do vosso novo estado de espírito, deixai-o abalar-se e perseverai! Encontrar-vos-eis de seguida em condições bem mais próximas daquilo que haveis desejado. Não esqueceis jamais que o receio das próprias dificuldades é ele mesmo um pensamento negativo. Sobretudo, não procureis negar as condições desarmoniosas que são actualmente as vossas, mas considerai-as como aparências e recusai-vos a admiti-las como realidades. Não aceitando prestar atenção a estas aparências, retirareis toda a vida ao problema, despojá-lo-eis da substância que lhe dava a sua existência: os vossos pensamentos. Não procureis vencer as dificuldades, querendo lutar contra qualquer coisa, reconhecereis nessa qualquer coisa um valor que não existe na realidade. Afastai-vos simplesmente do problema, expulsai-o do vosso espírito e retirar-lhe-eis toda a vida, de modo que ele começará imediatamente a desagregar-se.

Certamente é difícil estabelecer uma classificação muito clara de pensamentos positivos e de pensamentos negativos. Uma tal classificação é, aliás, sem importância. Qualquer pensamento que não tenha um carácter construtivo é um pensamento negativo. Isto é assim, por exemplo, com os pensamentos de insatisfação, de crítica, de despeito, de ciúme, de queixume, de doença, de acidente, e com todos os pensamentos pessimistas ou restritivos. Mas o vosso coração dir-vos-á sempre se um pensamento é salutar ou nefasto e, mesmo se o vosso egoísmo se esforçar por vos enganar a este respeito, o vosso ser interior guiar-vos-á.

A partir deste instante, reagi energicamente e estabelecei em vós uma nova forma de pensamento de uma frequência vibratória mais alta. Não estareis assim mais receptivos às vibrações negativas e colhereis, em cada dia, os frutos dos vossos pensamentos construtivos e bons. Não vos perguntareis mais acerca do que o amanhã será feito, porque, do mais profundo de vós próprios, confiareis na vida.»

Raymond Bernard (texto inédito)
Tradução de Alexandre Gabriel.

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AGORA INÊS É MORTA

TEXTO ADMIRÁVEL DE CARLA BELINTANI

Vocês nos devem um pedido de desculpa.
*AGORA, INÊS É MORTA!*

Para quem não sabe, este dito popular “Agora, Inês é morta”, baseia-se numa história real de amor e traição, ocorrida no século XIV, expressada por Pedro I (rei de Portugal à época), referindo-se ao assassinato brutal de sua esposa, a mando de seu pai, o rei Afonso IV, que mandou decapitá-la na ausência do filho.

Ao querer vingar-se do pai por tal infortúnio, sua mãe, Beatriz, pediu ao filho que refletisse sobre o ocorrido. Com o coração dilacerado e com a alma aniquilada, este respondeu-lhe:

“De nada adiantaria, pois , agora, Inês é morta.”

Com muito pesar, este fato ocorreu-me hoje, ao ler as matérias já publicadas sobre a OMS, querendo “desculpar-se” pelas omissões, irresponsabilidades e incompetências relacionadas à proibição do medicamento *Cloroquina* àqueles pacientes contaminados pelo coronavírus.

Pois então, há algum tempo, a OMS já havia pedido desculpas pelo enorme imbróglio criado em razão de seu posicionamento controverso em relação a *hidroxicloroquina* no tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus e, nos noticiários de hoje, eis a manchete:

“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas.
Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”

Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.
É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?

Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?

Ah, meus caros, certamente a ganância pelo poder.!

Certamente, a empáfia da soberba. Certamente, a virulenta e maligna falta de caráter.
Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.
Certamente, a purulenta avidez disfarçada em benevolência.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e não quiseram ministrá-lo!

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.

Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.

Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”.

Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer esperança eminente.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas.🖤

Carla Belintani

Faço dessas, minhas palavras também!

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UM ATAQUE À LIBERDADE

1990

No final da década de 80, a queda do muro de Berlim e o colapso da União Soviética pareciam ter marcado o final da Guerra Fria, enterrando de vez o projeto ditatorial comunista e selando a vitória do ocidente e do modelo baseado na democracia e no Livre Mercado, que logo deveria ser adotado em todo o mundo. O inimigo (URSS) havia caído por sua incapacidade de sustentar uma máquina de guerra e de influência capaz de fazer frente ao ocidente, representado por sua maior potência, os Estados Unidos da América.

2000

No início do Século XXI, após o temido “Bug do Milênio” ter se mostrado um não-evento, o ocidente embarcou com alegria na tolice propagada por Francis Fukuyama de que a História teria chegado ao fim, e que todo o planeta se nivelaria aos valores ocidentais através do fenômeno da globalização. Em 2001, essa idéia demonstrou sua total falta de sentido quando as torres gêmeas vieram abaixo nos atentados de 11 de Setembro.

Enquanto os EUA (e seus aliados, em número cada vez menor) engendravam a “Guerra ao Terror”, arcando com o pesado custo da invasão do Afeganistão e do Iraque, uma nova potência começava lentamente a assumir o papel da antiga URSS, fingindo abrir-se para a democracia e para o Livre Mercado. A China.

Em 2008, a crise financeira demonstrou um dos calcanhares de Aquiles do Império Americano. Se a URSS caiu por não ter conseguido manter uma economia vibrante que permitisse a concorrência militar com o ocidente, parecia que agora o próprio ocidente estava condenado a sucumbir sobre seu próprio descontrole econômico e financeiro. Enquanto isso, a China crescia, aproveitando da enorme transferência de tecnologia, mão de obra e parque industrial para dentro de suas fronteiras.

2010

Durante essa década, Barack Obama conseguiu posar de bom moço, enganando quase todo o planeta enquanto desestabilizava o Oriente Médio, derrubando governos aliados e armando os inimigos do ocidente para a “Batalha Final” pretendida pelos globalistas: Uma guerra global entre a Cristandade e o Islã, de modo a poder criar o cenário para um grande Reset que culminaria com a implementação do plano de um governo global capitaneado pelas mesmas elites que controlam o planeta desde o início do Século XX. Enquanto descumpria suas promessas e afundava os EUA ainda mais em dívidas impagáveis, começava a semear o veneno da “Luta de Classes” dentro da América, utilizando-se agora do expediente Gramscista e Frankfurtiano das políticas identitárias no combate aos valores tradicionais, em substituição à fracassada narrativa da luta entre Trabalho e Capital.

2020

Depois de 20 anos do infame “Fim da História” de Fukuyama, um vírus aparece na China e espalha-se por todo o mundo, provocando, entre outros resultados:

-Mais um duro golpe na economia ocidental, já combalida pelas sucessivas crises;

– Um forte endurecimento das políticas de controle da população, em sua maioria passando por cima das leis e de todo e qualquer bom senso ou apreço à liberdade que ainda pudesse existir;

-A disseminação de um pânico irracional em toda a população do ocidente frente a um vírus cuja mortalidade é apenas um pouco superior à de uma gripe comum;

-A implementação dos votos pelo correio nos EUA, justamente no ano em que o primeiro presidente americano que parece ter consciência do que realmente está acontecendo pretende se re-eleger, e que acabou resultando na maior fraude eleitoral da história dos EUA;

-A “vitória” de um candidato nitidamente envolvido em diversos negócios escusos com a China, e também envolvido escândalos de corrupção que o tornam um fiel serviçal do Império chinês, via chantagem;

E, oh… “supresa das surpresas”, a queda das máscaras da maioria dos representantes da classes política, jornalística, jurídica e até militar, em praticamente TODOS os países ocidentais, todas elas nitidamente trabalhando em prol da agenda chinesa e globalista.

Tudo isso ocorrendo enquanto boa parte da população do próprio ocidente não consegue sequer raciocinar mais, e agora enxerga como inimigo justamente aquela parcela de sua própria população que ainda acredita na liberdade e no propósito do modo de vida ocidental. O comunismo? Ah, isso acabou. O problema agora é o homem branco, o cristianismo e a heteronormatividade.

Lamento ser portador de más notícias, mas…

Você foi enganado.

A China percebeu o erro Soviético e se muniu de uma economia forte, antes de flexionar os músculos contra o ocidente, de quem a roubou.

A Revolução Cultural seguiu acelerada, e conquistou corações e mentes no ocidente, onde boa parte da população hoje enxerga seus valores tradicionais como a personificação da ideologia inimiga, enquanto louva a capacidade do verdadeiro inimigo em “gerar riqueza” e avançar econômica, política e tecnologicamente.

Estivemos muito ocupados alimentando nossos egos, consumindo como se não houvesse amanhã e seguindo à risca o slogan de “faça amor, não faça guerra”, certamente criado em algum laboratório de engenharia social comunista, justamente no intuito de nos pegar desprevenidos no meio do mato com as calças arriadas.

Os “líderes ocidentais” trabalharam junto ao inimigo globalista para enfraquecer o ocidente de modo praticamente irreversível, destruindo a cultura, a religião, a inteligência e o amor ao modo de vida ocidental.

Estamos próximos da virada para 2021, ano em que a maioria do planeta vai começar lentamente a acordar para uma terrível realidade:

Nós não vencemos a Guerra Fria. Ela não acabou.

Pior, nós estamos, neste exato momento, sendo vítimas de um fortíssimo ataque sub-reptício que já está nos colocando praticamente de joelhos frente ao poderio chinês e aos caprichos globalistas, com consideráveis perdas diárias em nossas liberdades individuais e coletivas, em nome do combate à uma “pandemia” que na China, curiosamente, já não existe.

Estamos perdendo feio essa guerra, e nunca antes nosso modo de vida esteve tão ameaçado pelas circunstâncias. Não houve “Blitzkrieg” tão eficaz, rápida e violenta como a que caiu sobre nossas cabeças em 2020.

Nossa última chance de COMEÇAR a esboçar alguma reação será conseguir reverter o enorme golpe eleitoral nos EUA, manter Trump na presidência e começar a rever todas as nossas atitudes de longo prazo frente aos adversários de nossa civilização.

E com mais da metade de nossa população docilmente adestrada na ignorância, no egoísmo, e no MEDO, pronta para repetir as ordens da mídia, dos políticos e dos jornalistas comprados pelo inimigo, enquanto criticam seus verdadeiros líderes naturais, e ainda dispostos a sair nas ruas matando seus próprios concidadãos e incendiando o próprio país, NÃO SERÁ UM PASSEIO NO PARQUE.

A Terceira Guerra já começou FAZ TEMPO. Só que ela ainda não foi percebida pela maioria porque não é (ainda) uma guerra generalizada com tanques, aviões e mísseis.

O inimigo sabe que nesse campo, ainda não tem superioridade. Ele precisa nos destruir POR DENTRO primeiro, e está conseguindo.

Em termos de PROPAGANDA, inteligência, estratégia e capacidade de corromper nossas próprias consciências, ele está dando um show nunca antes visto. E se considerarmos os recentes ataques cibernéticos generalizados aos EUA como indicação, é possível que a fase física dessa guerra esteja se aproximando rapidamente.

Esse é, resumidamente, o complexo cenário no qual estamos inseridos no momento, e que é possível de delinear em um post de Facebook.

E você, ainda está disposto a ficar aí discutindo máscara e vacina, encarcerado dentro de casa, perdendo seu emprego e vendo sua empresa falir, enquanto aguarda essas mesmas autoridades compradas pela China te obrigarem a tomar uma vacina desenvolvida a toque de caixa, sem os devidos testes, para que você possa se livrar do medo de morrer por um vírus que mata uma parcela ínfima dos contaminados?

Meu amigo, a vida que nos espera nas próximas décadas se esse for o nosso foco é muito pior do que a morte. Viver sob o imperialismo americano será lembrado com saudades quando, e se viermos a viver sob o imperialismo chinês.

Estamos frente ao maior ataque à liberdade da história moderna, e a maioria de nós está agindo como idiotas úteis desse ataque contra nós mesmos.

Que Deus nos dê um pouco de sabedoria, e muita, mas MUITA coragem.

Porque uma civilização que se esconde embaixo da cama com medo de fantasmas enquanto ignora um inimigo real poderoso que marcha pesada e decisivamente contra ela…

NÃO MERECE SOBREVIVER.
NÃO MERECE.
Jonas Fraga Jr.

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GÂNSTERS EM CURITIBA

GÂNGSTERS EM CURITIBA

“Curitiba foi a primeira cidade brasileira a conhecer, tragicamente, o crime organizado à moda dos gangsters de Chicago, que o cinema se encarregou de endeusar.

Manhã de 25/02/1930: Egydio Pilotto desce a Barão do Rio Branco. É tesoureiro da Estrada de Ferro S.Paulo-Rio Grande e traz a renda do dia anterior. Junto dele, o segurança Wany Borges tem a maleta com 50 contos , um dinheirão na época, para depositar nos bancos.

Num carro estacionado, com motor funcionando, dois jovens bem vestidos esperam. Um deles, ruivo belo como um galã de cinema, fuma encostado no carro. O outro, atento, segura o volante.

Quando o tesoureiro passa, o rapaz ruivo golpeando violentamente com um cano de ferro derruba o segurança e arrebata-lhe a valise. O tesoureiro corre atrás do rapaz ruivo. Está quase a alcançá-lo quando o rapaz que estava no carro atira, matando-o. O ruivo alcança o carro que some em alta velocidade. O carro roubado é encontrado, mas nem sombra dos assassinos. Só no cinema Curitiba vira crime assim, parecia coisa de filme de gangsters.

Sem pistas, a Policia desconfia do segurança e arma um plano: manda darem férias a Wany. Acha que assim ele irá juntar-se aos cúmplices para repartir o roubo.
Sem saber do plano, um zeloso delegado tortura Wany para que confesse, mas só consegue deixá-lo inutilizado para o resto da vida. Volta tudo à estaca zero.

O tempo passa, quase um ano depois, em Porto Alegre, 22/01/1931, um jovem ruivo e seu companheiro tomam um táxi.Adiante pedem ao motorista que desça e compre cigarros. Quando o ingênuo motorista desce, os dois fogem com o carro. Param o carro com o motor ligado na frente da Estação Ferroviária e atacam o tesoureiro João Goulart.

A ação dura segundos: acertam uma cacetada no tesoureiro, que reaje e desparam contra o guarda que o acompanhava. A Luta vira cerrado tiroteio, onde morrem o tesoureiro e o guarda. Os bandidos correm para o carro. Na fuga, as notas voam da valise e a polícia recolhe 17 contos de réis. Os bandidos somem sem deixar rastos, carregando 57 contos.

Os crimes de Curitiba e Porto Alegre foram executados por dois jovens, exatamente da mesma forma e as vítimas foram pagadores da Estrada de Ferro. O caso repercute em todo o país, As polícias do Paraná e Rio Grande do Sul trocam informações e nada adianta. Os criminosos sumiram e não há pistas sequer para começar um investigação.

Vendo a polícia sem rumo, um repórter do “Correio do Povo”, de Porto Alegre, procura uma cartomante famosa por seus acertos, a Ceguinha. Cega de nascença, 77 anos, ela revela: “os bandidos estão em Curitiba… são estrangeiros, um alto ruivo, bonito… o outro é magro, loiro… as cartas não mentem jamais: daqui a dois meses vão ser presos…”

Março de 1931, Curitiba, exatamente dois meses depois. O telefone toca na casa de um jovem de tradicional família do Paraná, futebolista famoso – esqueçamos seu nome. Do outro lado da linha a voz nervosa de uma mulher. O esportista escuta com expressão tensa e depois de desligar decide procurar a polícia… Depois do misterioso telefonema, o esportista avisa a polícia.

No dia seguinte, depois de mandar cercar o quarteirão, o delegado Miguel Zacarias, de revólver em punho, invade a casa número 90, da Sete de Setembro. Aos gritos de “mãos ao alto” rende dois jovens que já puxavam suas pistolas para reagirem. São presos, com eles é encontrada grande quantidade de armas e munição. São o húngaro ruivo Rudolph Kinderman e o alemão João Papst.

A moça do telefonema era Martha Schamedek, linda alemãzinha, belo corpo, cabelos loiros, olhos azuis. Fora amante do esportista e, depois, vivia com Kinderman numa “boite”. Ele dissera ser vendedor de diamantes mas, numa noite de paixão, confessara ter cometido os crimes.

Amava muito a Martha, diariamente dava-lhe presentes. Com Papst pretendia assaltar o pagador da receita federal em Curitiba, e, depois, encerrar a vida de crimes, casar com Martha e ir com ela viver em São Paulo. Mas, Martha ainda amava o esportista.MDepois de muito hesitar, telefona ao antigo amado contando os crimes de seu novo amante.

Presos em celas separadas, interrogados os dois negam os crimes. Num golpe de esperteza, o delegado Miguel Zacarias conta a Papst que Kinderman dissera tudo a Martha e fora ela quem os delatara Papst não acredita, Miguel Zacarias traz Martha e ela confirma tudo: ‘É esse o amor que voce tem por Kinderman?’, diz Papst. Martha baixa os olhos. Papst olha o delegado – ‘Já que ela contou, eu digo a verdade’, e confessa tudo.

Na penitenciária do Ahú, enquanto esperam julgamento, Papst e Kinderman encabeçam uma revolta de presos para fugirem. No tiroteio com os guardas, Kinderman é ferido. Papst, que já chegara ao portão, volta para socorrer o amigo. Os dois são pegos.

Na revolta morreram dois guardas e dois presos. Vinte ficaram feridos.
Por iniciativa do esportista, a colônia alemã de Curitiba coleta dinheiro para Martha voltar à Alemanha, assim estaria livre da vingança se os bandidos fugissem.

Na parede da cela de Kinderman ferido, um desenho: é o autoretrato dele com uniforme listado de presidiário n° 195. Está abraçado com Martha, a amante traidora. Em baixo, em alemão, a legenda: ‘O Epílogo de um Amor’.

Julgados, Papst e Kinderman são condenados à pena máxima. Os dois são levados a Porto Alegre para responder pelos crimes que lá cometeram. Algum tempo passado, Kinderman morre numa epidemia de tifo, na penitenciária. Tempos depois, Papst também morre, segundo a polícia também da “doença”.

Assim termina essa história de amor, crime, violência, traição, fraternidade entre bandidos, suspense e muito sangue. Igualzinho aos filmes de gangsters de Hollywoood. […]”
(Texto do escritor Valêncio Xavier / Foto ilustrativa: Pinterest)

Paulo Grani

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O BRASIL E O ESTRAGO INSTITUCIONAL

Antonio Hamilton Martins Mourão
VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Nenhum país do mundo vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional, que agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos. Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades constituídas.
A esta altura, está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança. A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.
Para esse mal nenhum país do mundo tem solução imediata, cada qual procura enfrentá-lo de acordo com a sua realidade. Mas nenhum vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional que já vinha ocorrendo, mas agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos e pode ser resumido em quatro pontos.
O primeiro é a polarização que tomou conta de nossa sociedade, outra praga destes dias que tem muitos lados, pois se radicaliza por tudo, a começar pela opinião, que no Brasil corre o risco de ser judicializada, sempre pelo mesmo viés. Tornamo-nos assim incapazes do essencial para enfrentar qualquer problema: sentar à mesa, conversar e debater. A imprensa, a grande instituição da opinião, precisa rever seus procedimentos nesta calamidade que vivemos. Opiniões distintas, contrárias e favoráveis ao governo, tanto sobre o isolamento como a retomada da economia, enfim, sobre o enfrentamento da crise, devem ter o mesmo espaço nos principais veículos de comunicação. Sem isso teremos descrédito e reação, deteriorando-se o ambiente de convivência e tolerância que deve vigorar numa democracia.
O segundo ponto é a degradação do conhecimento político por quem deveria usá-lo de maneira responsável, governadores, magistrados e legisladores que esquecem que o Brasil não é uma confederação, mas uma federação, a forma de organização política criada pelos EUA em que o governo central não é um agente dos Estados que a constituem, é parte de um sistema federal que se estende por toda a União.
Em O Federalista – a famosa coletânea de artigos que ajudou a convencer quase todos os delegados da convenção federal a assinarem a Constituição norte-americana em 17 de setembro de 1787 –, John Jay, um de seus autores, mostrou como a “administração, os conselhos políticos e as decisões judiciais do governo nacional serão mais sensatos, sistemáticos e judiciosos do que os Estados isoladamente”, simplesmente por que esse sistema permite somar esforços e concentrar os talentos de forma a solucionar os problemas de forma mais eficaz.
O terceiro ponto é a usurpação das prerrogativas do Poder Executivo. A esse respeito, no mesmo Federalista outro de seus autores, James Madison, estabeleceu “como fundamentos básicos que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário devem ser separados e distintos, de tal modo que ninguém possa exercer os poderes de mais de um deles ao mesmo tempo”, uma regra estilhaçada no Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.
Na obra brasileira que pode ser considerada equivalente ao Federalista, Amaro Cavalcanti (Regime Federativo e a República Brasileira, 1899), que foi ministro de Interior e ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, apenas dez anos depois da Proclamação da República, que “muitos Estados da Federação,
ou não compreenderam bem o seu papel neste regime político, ou, então, têm procedido sem bastante boa fé”, algo que vem custando caro ao País.
O quarto ponto é o prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorrente das manifestações de personalidades que, tendo exercido funções de relevância em administrações anteriores, por se sentirem desprestigiados ou simplesmente inconformados com o governo democraticamente eleito em outubro de 2018, usam seu prestígio para fazer apressadas ilações e apontar o País “como ameaça a si mesmo e aos demais na destruição da Amazônia e no agravamento do aquecimento global”, uma acusação leviana que, neste momento crítico, prejudica ainda mais o esforço do governo para enfrentar o desafio que se coloca ao Brasil naquela imensa região, que desconhecem e pela qual jamais fizeram algo de palpável.
Esses pontos resumem uma situação grave, mas não insuperável, desde que haja um mínimo de sensibilidade das mais altas autoridades do País.
Pela maneira desordenada como foram decretadas as medidas de isolamento social, a economia do País está paralisada, a ameaça de desorganização do sistema produtivo é real e as maiores quedas nas exportações brasileiras de janeiro a abril deste ano foram as da indústria de transformação, automobilística e aeronáutica, as que mais geram riqueza. Sem falar na catástrofe do desemprego que está no horizonte.
Enquanto os países mais importantes do mundo se organizam para enfrentar a pandemia em todas as frentes, de saúde a produção e consumo, aqui, no Brasil, continuamos entregues a estatísticas seletivas, discórdia, corrupção e oportunismo.
Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas.

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SOCIOCONSTRUTIVISMO

“O socioconstrutivismo foi inventado PARA bloquear a passagem normal e natural da percepção ao pensamento abstrato e substituí-la por associações de idéias forjadas por planejadores sociais. O dano afeta a pessoa FISICAMENTE e, ao contrário da ignorância gramatical, não pode ser corrigido por mero estudo. O analfabetismo funcional é uma TRAGÉDIA DE PROPORÇÕES COLOSSAIS.

Os analfabetos funcionais ajudam uns aos outros a não perceber que o são.

Repito: o analfabetismo funcional endêmico entre as classes ditas letradas é O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL, muito acima da corrupção, do nacotráfico, da violência generalizada, da pobreza e do desemprego, pois é ele que impede que qualquer desses problemas tenha solução.

Uma pessoa perfeitamente alfabetizada pode ser ruim de gramática pelo resto da vida se parar de estudar o assunto logo na adolescência, mas o analfabeto funcional já está pronto para uma vida de burrice entre os cinco e os oito anos. A inépcia gramatical pode ser corrigida com uma simples retomada dos estudos, mas superar o analfabetismo funcional exige a realfabetização e quase uma metanóia.

A escrita literária é a arte da ambiguidade controlada — algo eternamente inacessível às mentes viciadas no conforto fácil das correspondências biunívocas. É o mata-burros do analfabeto funcional diplomado.

O analfabeto funcional é estruturalmente incapaz de perceber que, quando apontamos nas suas idéias uma ‘ignoratio elenchi”, NÃO ESTAMOS contestando suas opiniões sobre o tema e sim apenas mostrando que elas não existem.

Os retóricos romanos julgavam mais fácil, para o argumentador, persuadir um inimigo feroz do que um ouvinte incapaz. Eu que o diga.

A ignorância da gramática vem junto com complexo de inferioridade e inibição social com a mesma freqúência com que o analfabetismo funcional vem acompanhado de síndrome de Dunning-Kruger.

É incrível — para quem estuda o assunto –, mas ainda há pessoas que confundem analfabetismo funcional com escasso domínio da gramática — dois fenômenos que frequentemente vêm juntos, mas que não são o mesmo de maneira alguma. O ignorante de gramática não tem a menor dificuldade para reconhecer sua deficiência, mas o analfabeto funcional, quase sempre, imagina que entende tudo e, quando lhe mostramos que não entende, acha que é mera diferença de opiniões ou então maldade nossa.”
(L.P.)

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O QUE SE DEVE LER?

*O QUE SE DEVE LER?*
– Ler livros que possam ajudar na compreensão do sentido da vida. Esse tipo de leitura só pode ser encontrada nos grandes clássicos da humanidade.
Forme sua biblioteca pessoal antes que sejam proibidos como no *Fahrenheit 451*. (a.o.)

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FIQUE EM CASA

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Porque se saíres fora de tua casa corres o risco de morrer de uma gripe com 2% de mortalidade.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Assim vamos estudando teu comportamento, para podermos te controlar melhor com nossos satélites e seus dispositivos conectados.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Que nós te deixaremos uma lista de entretenimento virtual para que não questiones a nova normalidade.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
E cuidado com o que fazes porque teus vizinhos também atuam como nossos policiais.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Não te exponhas à luz solar nem às bacterias, assim destruimos teu sistema imunológico.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Assim tiramos o dinheiro de circulação, criamos uma só moeda e preparamos o caminho para a vacina da nova espécie.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Assim podemos continuar com nossa agenda mundial, fazendo as mudanças que queremos sem que percebas, sem interferências nem protestos.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Te afastes de tudo que te faz humano, assim nossa ação será mais sutil, você achará normal e não encontrará culpados.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Como quando hitler dava ordens e as pessoas cumpriam.
Só que ele fazia isso com armas e nós com teu medo.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Não lutes por teus direitos como cidadão nem por tua família, te queremos dócil, não rebelde.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Sem liberdade, sem trabalho, sem escola, sem religião, sem viagens, sem capacidade de discernir, sem futuro, sem humanidade, mas com tiktok e Netflix.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Enquanto seguimos gestando uma ditadura graças à tua ignorância e tolerância.

*☣️ FIQUE EM CASA:*
Até que te desumanizes por completo e percas a empatia pela tua gente, criando uma divisão
impossível de remediar,
*PELO RESTO DE TUA VIDA*.

*Entenda, não te querem saudável, te querem escravo !!!*

*LEMBRE-SE*
*Tudo isso*
*tem cura.*
*SÓ DEPENDE*
*DE NÓS*
💫……🙋‍♂……💫

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ACORDEM BRASILEIROS

Se você for para o deserto e pegar 100 formigas pretas e 100 formigas vermelhas grandes e colocá-las juntas em uma jarra, a princípio, nada acontecerá.
No entanto, se você sacudir violentamente a jarra e jogá-las de volta no chão, as formigas lutarão até que se matem umas às outras.
Acontece que as formigas pretas pensam que as formigas vermelhas são as inimigas e vice-versa, quando na realidade o verdadeiro inimigo é quem sacudiu o jarro.
Isso é exatamente o que está acontecendo na sociedade hoje:
Liberal vs Conservador
Negro vs Branco
Pró-Máscara vs Anti-Máscara
A verdadeira questão é quem está sacudindo a jarra e por quê❓
E por que é tão fácil manipular as formigas e colocar umas contra as outras❓
🐜🤔
No Brasil, há 16 anos, existia somente o povo brasileiro, ou seja, um único povo, uma única Nação!
Depois, durante os anos de governo do PT, a Esquerda construiu um Brasil dividido em…
– Brancos;
– Brancos “homofóbicos”;
– Brancos “machistas”;
– Brancos “fascistas”
– Brancos “misóginos”
– Negros;
– Negros e pobres;
– Negras;
– Negras e pobres;

Antes existiam somente os gays, mas depois vieram…
– LGB;
– LGBT;
– LGBTQ;
– LGBTQ+
– LGBTQiA;
– LGBTQiAP+
Que se resumem em lésbicas, gays, bi, trans, queer, intersexo, assexuais, arromântiques, agênero, pan, poli e muito mais…

Hoje um indivíduo pode ser e se considerar o que ele quiser ser, conforme o que é pregado segundo os ensinamentos de Esquerda.
– Dividiu os Índios;
– Criou os Nordestinos e o “resto do Brasil”;
– Presidente e “Presidenta”;

Nesse período os conceitos foram se transformando…
– A sociedade deixou de ser vítima dos bandidos e os bandidos passaram a ser vítimas da sociedade;
– Filho deixou de ser parte da família e se tornou propriedade do Estado;
– Professor deixou de ser mestre para ser saco de pancada;
– Bandido virou herói e polícia virou bandido;
– Ser corrupto virou orgulho e ser honesto virou piada;
– Entre tantas outras distorções dessa ESQUERDA DOENTE, que só fez corromper a sociedade e o Brasil.

Se casualmente a Esquerda “fez” algo de bom certamente não foi com essa intenção! Mas sim com a intenção de iludir o povo para depois tirar proveito e se beneficiar de uma sociedade iludida.
Agora, tão somente pela misericórdia de Deus, o povo se vê com a oportunidade de corrigir seus erros e mudar seu futuro.
O inimigo continuará tentando destruir a família.
*Basta sabermos em que lado queremos ficar.*

(desconheço a autoria)

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INSTITUTO TAVISTOCK

Tavistock Institute

Descrição
O Tavistock Institute of Human Relations é uma instituição britânica, sem fins lucrativos que aplica a ciência social a questões e problemas contemporâneos. Foi criado em 1946, quando se desenvolveu a partir Tavistock Clinic e foi formalmente estabelecido como uma entidade separada em setembro de 1947.
Fundação: 20 de setembro de 1947
Campos: Ciências sociais
Locais: Tabernacle Street, Londres
Natureza jurídica: Beneficência
Fundadores: Wilfred Bion, Elliott Jaques, John Rawlings Rees,

História
O instituto foi fundado em 1946, tendo a história inicial do Instituto Tavistock coincidindo com a da Clínica Tavistock porque muitos dos funcionários da Clínica trabalharam em novos projetos de larga escala durante a Segunda Guerra Mundial, e foi como resultado desse trabalho que o Instituto foi criado.
Durante a guerra, a equipe da Clínica Tavistock desempenhou papéis fundamentais na psiquiatria do exército britânico[1]. Trabalhando com colegas do Corpo Médico do Exército Real e do Exército Britânico, eles foram responsáveis por inovações como o War Office Selection Boards (WOSBs) e Unidades de Reassentamento Civil (CRUs), e também trabalharam na guerra psicológica.[2] [3] [4] [5] O grupo que se formou em torno dos WOSBs e CRUs ficou fascinado por este trabalho com grupos e organizações. Procuraram continuar a pesquisa neste campo no período pós guerra. Várias figuras influentes visitaram os WOSBs durante a guerra, então havia escopo para o trabalho de consultoria. Contudo, a equipe da Clínica também planejava se tornar parte do Serviço Nacional de Saúde (NHS) quando ela foi estabelecida. Entretanto, a equipe fora advertida de que tal consultoria e pesquisa não seria possível sob os auspícios do Serviço Nacional de Saúde.[6] Por causa disso, o Instituto Tavistock de Relações Humanas foi criado em 1947 para realizar pesquisas organizacionais enquanto a Clínica foi incorporada ao NHS.[7] A Fundação Rockefeller concedeu uma doação significativa que facilitou a criação do Instituto[7].
Nos primeiros anos do Instituto, a renda era derivada de bolsas de pesquisa, trabalho contratado e taxas para cursos.[8] Durante as décadas de 1950 e 1960, o Instituto realizou vários projetos de assinatura em colaboração com grandes empresas de manufatura, incluindo Unilever, Ahmedabad Manufacturing e Calico Printing Co., Shell, Bayer e Glacier Metals.[9][10] Eles também realizaram trabalhos para o National Coal Board. Particularmente o enfoque incluiu temas ligado à gestão, mulheres no local de trabalho e a adoção (ou rejeição) de novas tecnologias. Também projetos sobre a interação entre pessoas e tecnologia mais tarde ficaram conhecidos como a abordagem sociotécnica.[11]
Nos anos 1960 e 1970, o Instituto tinha um foco notável em organizações de saúde pública, como hospitais. Os estudos examinaram uma série de aspectos dos cuidados de saúde, desde a gestão de enfermaria e de centros cirúrgicos até à organização do pessoal de limpeza.[12]
Mais recentemente, o Iastituto conduziu trabalhos para a Comissão Europeia e órgãos governamentais britânicos.[12]
A história do Instituto foi marcada por um grupo de personalidades importantes da Tavistock Clinic, como Elliott Jaques, Henry Dicks, Leonard Browne, Ronald Hargreaves, John Rawlings Rees, Mary Luff e Wilfred Bion, tendo Tommy Wilson como primeiro presidente e dirigente. Outros nomes importantes que vieram a se juntar ao grupo são John D. Sutherland, John Bowlby, Eric Trist e Fred Emery. Além destes, Kurt Lewin, membro da Escola de Frankfurt nos Estados Unidos, foi uma influência importante nos trabalhos realizado em Tavistock através de suas pesquisas em psicologia social (de acordo com Eric Trist, que expressou admiração por Lewin em sua autobiografia).
Muitos destes membros fundadores do Tavistock Institute inseriram-se em outros espaços de grande influência. O brigadeiro John Rawlings Rees, por exemplo, tornou-se o primeiro presidente da World Federation for Mental Health, (literalmente, “Federação Mundial de Saúde Mental”).
Jock Sutherland tornou-se diretor no pós-guerra da Tavistock Clinic quando esta foi incorporada ao então recente Serviço Nacional de Saúde (National Health Service) britânico em 1946. Ronald Hargreaves tornou-se diretor da Organização Mundial de Saúde. Tommy Wilson tornou-se presidente do Tavistock Institute.[13]

Importância para a teoria psicanalítica
Muitos psicólogos e psicanalistas conhecidos passaram pelo Tavistock Institute ao longo dos anos, tornando-o conhecido como “ponto focal” na Inglaterra para a psicanálise e para as teorias psicodinâmicas de Sigmund Freud e seus seguidores. Outros indivíduos associados ao Instituto são Melanie Klein, Carl Gustav Jung, J. A. Hadfield, Beckett, Charles Rycroft, Wilfred Bion, e R. D. Laing.[1]
Atividades atuais
De acordo com seu site na internet, o Instituto dedica-se à educação, à pesquisa e a trabalhos de consultoria em ciências sociais e psicologia aplicada. O Instituto possui sua própria gráfica e editora, editando a revista de ciências sociais internacional Human Relations, além da revista Evaluation.
Oferece também cursos de pós-graduação.
Notas
1. ↑ TRIST, Eric L. (1997). The Social Engagement of Social Science: A Tavistock Anthology. Pennsylvania: University of Pennsylvania Press. 640 páginas
2. ↑ Crang, Jeremy A. (2000). The British Army and the People’s War, 1939-1945. New York: Manchester University Press
3. ↑ Linstrum, Erik (2016). Ruling Minds: Psychology in the British Empire. Harvard: Harvard University Press
4. ↑ Curle, Adam (1990). Tools for transformation: a personal study. [S.l.]: Hawthorn Press
5. ↑ Pick, Daniel (2012). The Pursuit of the Nazi Mind: Hitler, Hess, and the Analysts. [S.l.]: OUP Oxford
6. ↑ Dicks, H. V. (2014). Fifty Years of the Tavistock Clinic (Psychology Revivals). [S.l.]: Routledge
7. ↑Ir para:a b Trist, Erik (1990).«The Social Engagement Of Social Science». Tavistok. Consultado em 30 de agosto de 2018
8. ↑ Fraher, Amy Louise (2004). A History of Group Study and Psychodynamic Organizations. Londres: Free Association Books
9. ↑ Jones, Geoffrey (2005). Renewing Unilever: Transformation and Tradition. Oxford: Oxford University Press
10. ↑ Alford, C. Fred (1994). Group Psychology and Political Theory. New Haven: Yale Univ. Press
11. ↑ Baxter, Gordon;, Sommerville, Ian (7 de agosto de 2010). [doi:10.1016/j.intcom.2010.07.003 «Socio-technical systems: From design methods to systems engineering»] Verifique valor |url= (ajuda). Interacting with Computers, v.23, n.1, p. 4–17. Consultado em 30 de agosto de 2018
12. ↑ Ir para:a b Tavistock Institute of Human Relations Archives. Londres: Wellcome Library.
13. ↑ Outros aspectos da história do Instituto pode ser encontrada em The Social Engagement of Social Science: A Tavistock Anthology, publicado pela Universidade da Pensilvania, em três volumes, entre os anos de 1990 e 1997.

Comissão Trilateral
Clube de Roma
Fundação Rockefeller
Council on Foreign Relations
RAND Corporation

Caos e Teoria Social: a história do Instituto Tavistock.
Por Rogério Mattos – 25/03/2018

Breve história do instituto de engenharia social do condado de Sussex, Inglaterra, responsável pela elaboração de determinantes padrões de manipulação social através da mídia, desde o Radio Research Project, liderado por Theodor Adorno e a Escola de Frankfurt, até a criação do conceito de Contracultura, em pleno festival de Woodstock, com a distribuição massiva, protegida por agentes de Estado, de pílulas de LSD. A famosa música Lucy in the Sky with Diamonds (LSD), foi um dos subprodutos desse projeto. Conhecer Tavistock é conhecer as mais intimas formatações dos programas televisivos e midiáticos atuais, a partir de seus padrões de atuação mais amplos, que dinamita boa parte das comparações “mídia brasileira versus mídia estrangeira”. A engenharia social é anterior ao conchavo civil-midiático com o grupo Time-Life, no Brasil, e passa pela criação de figuras como a do Mickey Mouse, até a de mitos sacrossantos (hoje nem tanto mais) como Bill Gates.

Acredito que para a maioria das pessoas que pelo menos aprenderam a tarefa básica de checar suas fontes de informação, problematizando sua origem, seu conteúdo e os objetivos das mensagens delegadas ao nosso entendimento, não será tarefa difícil interpretar as palavras que seguem nesse texto. A nossa vida física é corolário de nossa atitude mental, portanto o cidadão médio, muitas vezes embrutecido não tanto pela diversidade de fontes de conhecimento, mas pela multiplicidade de informações não explicadas satisfatoriamente, pereça ante posturas inadequadas frente à vida, gerando se não a infantilidade em corpos adultos, sem dúvida as tristes cenas de depressão, niilismo e descaso perante a existência. Tal montante de desinformação é diretamente proporcional às altas taxas de suicídio nas metrópoles dos países considerados mais desenvolvidos e à imbecilidade e ao escapismo das massas.
Nos anos oitenta veio a baila um livro chamado A Conspiração Aquariana (FERGUSON, 2006), com um título em inglês sugestivamente diferente, The Changing Images of Man. A autora, procurando movimentos inovadores de transformação da sociedade humana, acabou percebendo um vínculo invisível entre os mais diferentes estratos sociais, os quais às vezes acabavam se comunicando apenas por sinais sutis, sem ao menos perceber que estavam interconectados. “Sim, essa é uma conspiração!”, clamou a jovem escritora. Seria uma conspiração do bem, holística, impregnada em cada ângulo, o mais estreito, de uma nova sociedade que surgia. Apolítico seria também esse movimento, podendo influenciar nos EUA tanto a republicanos como a democratas.
Tal revolução silenciosa começou a ser feita pelos jovens da New Age, os “filhos da flor” e toda denominação a mais que pode ser dada a geração que vivenciou a contracultura. Os baluartes dessa época, assim como seus filhos, trazendo em si todo o desejo de transformação da geração que lutou contra a guerra do Vietnã, pelo amor livre, etc., são hoje os que compõem os quadros dos partidos verdes espalhados pelo mundo, das organizações filantrópicas para o bem estar da humanidade. Dos globalistas, enfim.
Com certeza, na América Latina tivemos tentativas de nos fazermos “filhos da flor”. Mas tentativas apenas. Fora o contingente que simplesmente por serem drogados se denominavam hippies, os anos de chumbo das ditaduras militares espalhadas pelo continente dispersaram a unidade requerida para se criar um movimento como esses. Não usamos, aqui, como armas principais, charutos feitos com erva, ou mecanicamente promovemos o “desbunde”. Isso foi tarefa para nosso pequeno clube de intelectuais “iluminados” de classe-média, na esteira dos hippies, a partir dos anos oitenta e com a redemocratização do país. Durante os duros anos que sucederam ao golpe de Estado militar, a briga no Brasil foi feia, sem dar margem a devaneios.
As drogas sintéticas e a contra-revolução da CIA
Daniel Estulin demonstrou à exaustão, com argumentos e provas abundantes, os vínculos entre a CIA, Instituo Tavistock e a Escola de Frankfurt, na criação do conceito de contracultura.
Robert Santelli, em seu libro, Aquarius Rising, escreveu: “O LSD circulava em abundância em Monterey. Davam-se tabletes de “Púrpura de Monterey” (uma substância similar ao LSD chamada também Bruma Púrpura) literalmente a qualquer um que quisesse experimentar um pouco”. Os dois personagens responsáveis pela distribuição em Coco Beach, Florida, se chamavam Peter Goodrich, e o legendario agente a soldo da CIA cujo nome chave era Coiote. (ESTULIN, 2001: 140)
Mais adiante lembra o autor de um aviso dado por um dos organizadores de Woodstock, Wavy Gravy (agente da conhecida operação MK-ULTRA), e noticiado pelo New York Times em 17 de agosto daquele ano de 1969: “Esta noite, um empregado do festival fez uma advertência no palco que se estava distribuindo ‘ácido mal fabricado’. Disse: ‘Vocês não estão tomando ácido mal fabricado. Vocês não vão morrer. […] Se vocês estão pensando que estão tomando veneno, não é verdade. Mas se estão preocupados, tomem só meia pastilha’”.
A fórmula que explica tamanha flexibilização nos costumes é a seguinte. Em Woodstock, por exemplo, quem fazia a segurança do festival era uma comuna de nome Hog Farm, conhecida pelo envolvimento com tráfico de entorpecentes. Essa comuna, como não poderia deixar de ser, era vigiada por agentes encobertos da CIA e FBI. No entanto, a infiltração de agentes como Peter Goodrich, o Coiote, permitia a entrada massiva das drogas produzidas nos laboratórios subordinados aos grandes institutos de engenharia social, como Tavistock – apoiado por antropólogos, psicólogos e cientistas sociais. De fato, o Festival de Woodstock foi o primeiro experimento massivo de lavagem cerebral através de alucinógenos clinicamente fabricados.
Mais tarde, se deu a criação da rede televisiva MTV, também baseada nos estudos da Escola de Frankfurt e Tavistock com o fim de promover uma guerra silenciosa, matando não os corpos, mas a própria personalidade das pessoas. Qual é a lógica e em que se baseia o estudo que inspirou a criação da MTV? Estudos psiquiátricos comprovavam que determinadas imagens, mas principalmente sons, ficavam impregnados na psique de jovens entre 15 e 25 anos, repercutindo vida a fora. Quando os baby boomers da contracultura ouviam, já na fase adulta, as músicas de sua adolescência, eram levados imediatamente às mesma sensações daqueles dias nos quais experimentaram a mistura de drogas e músicas estridentes. Essa modalidade de catarse espontânea, detectada pelos cientistas de Tavistock e provocada pelas rádios de músicas “clássicas” e pela programação televisiva, levava as cobaias do experimento massivo de LSD à mesma faixa mental de alienação provocada quando de sua juventude.
As “imagens cambiantes do homem” (do livro acima citado), LSD e baby boom (contingente de jovens com a programação mental adulterada através da cultura de massas do pós-guerra) guardam a mesma relação com a formatação da programação televisiva, alienação e controle mental. Quando se formata um programa jornalístico na TV, por exemplo, o princípio que se leva a cabo é o da euforia provocada por psicotrópicos, “the changing images of man”. Com notícias curtas e impactantes, geralmente com duração de trinta segundos a um minuto (um minuto e meio se a notícia é realmente importante), trazendo flashes de entrevistas (entrevistas que duram por vezes trinta minutos, uma hora ou mais) e depoimentos que, sob o manto da imparcialidade, confundem o espectador muito mais do que informam (pelo tempo curto e a fragmentação do conteúdo, com falas que acabam se chocando em vez de se contraporem), provocam uma euforia passageira em quem assiste e uma depressão que a sucede, dada a impossibilidade de o homem mais firme intelectualmente conseguir firmar uma opinião que seja em relação ao conteúdo assistido.
Nos EUA, diz o autor que trouxe à luz os métodos utilizados pelo instituto localizado no condado de Sussex, Inglaterra, geralmente as imagens terrificantes expostas pela mídia é contrabalanceada com a imagem do “super-presidente” que irá salvar a nação do caos. No Brasil, como não temos mais figuras como a do “caçador de marajás” ou a do “pai do Real”, a roupa de super-homem geralmente é vestida por analistas financeiros e demais agentes do mercado, assim como, atualmente, pela oposição janista cujo lema é a vassoura anti-corrupção, a qual no passado nos levou ao golpe de 64. Tal esvaziamento da política associando-a a tudo o que há de mal e perverso no mundo tem um só objetivo: enfraquecer a democracia corrente, dos políticos escolhidos pela população e da dialética desta com aqueles, e legitimar por outro lado o discurso produzido pelo “deus mercado” (produtor da crise financeira internacional) e seus analistas e especialistas, como também fortalecer os homens públicos porta-vozes da mesma ideologia, mas cujo poder está em franco declínio no país.
Walt Disney e a publicidade
Falo sobre drogas e corrupção, mas, sobretudo, de tirania e limitação das liberdades democráticas. De nada inútil se falamos de Wall Disney e de publicidade. E assim veremos aonde se encontra o êxtase produzido pelas “imagens cambiantes”, pelo LSD virtual produzido pela programação televisiva.
Os anúncios publicitários carregados de imagens repletas de valores que não guardam relação com o produto podem nos afastar dos mesmos valores que estão explorando, nos confundindo acerca de como haveremos de alcançar tais valores, e abrir a porta à desesperança, ao ressentimento e a apatia.
Como os produtos não proporcionam a recompensa psíquica que prometiam as imagens do anúncio, ficamos em dúvida se haverá algo que a proporcione. Se continuarmos com essa dúvida, terminaremos nos deprimindo e vendo quase todos os produtos rodeados por um fundo negro, o negativo fotográfico de seu antigo resplendor, o fundo negro das promessas não cumpridas. (ESTULIN, 2011: 217)
Depois de sermos tragados para um mundo onde subjaz soberano o reino da degradação humana, repleto de guerras, corrupção, intrigas e mentiras invencíveis, somos levados ao mundo mítico dos sonhos, das imagens arquetípicas baseadas no estudo do inconsciente coletivo. Mergulhamos em tal universo, sem darmos conta da estupefação causada pela miséria da condição humana, delegada pelas mensagens anteriores dos jornalões, firmemente controlados pelas elites financeiras e intelectuais de nossos países. Automaticamente – sem nunca ter uma pausa para procurar nos darmos conta do que está acontecendo nesse mundo paralelo no qual ora viajamos – passamos a associar como a única saída à nossa derrocada final enquanto seres humanos as telas repletas de fantasias dos anúncios publicitários. Semelhante lógica também se aplica quando assistimos ao outro pilar do embrutecimento cultural das massas: as novelas televisivas e suas tramas de perfídia, assassinato e luxúria.
Porém, “o fundo negro das promessas não cumpridas” não se estabelece simplesmente levando em conta o contraste que até aqui analisamos. Numa análise invertida (pois não devemos levar em conta apenas as classes ou as pessoas que chegam a aspirar realizar sua encarnação como pessoas em algum ideal publicitário), os próprios anúncios se tornam a fonte de angústia. Ao irmos tomar uma água ou fazer outra tarefa qualquer durante o intervalo, e subitamente nos darmos conta da realidade em que vivemos, financeira e ontologicamente (nesse sentido, naquelas pessoas que cumprem o ideal propagado e olham ao redor e se sentem profundamente insatisfeitas ou vazias). Daí aparece o jornalão ou a novela aguada como fonte de fuga da realidade. Os amantes das novelas encarnam nos personagens de sua admiração e passam a viver uma vida paralela; os interessados no noticiário encarnam a sabedoria dos apresentadores e repórteres, tão desprovida de conteúdo significativo quanto a densidade psicológica de um protagonista de novela.
Na verdade, há um processo dialético onde as pessoas criam correspondências entre seus ideais de produtos a serem consumidos e os ideais sócio-políticos ou afetivos a que aspiram, seja no jornal ou nas novelas. Nesse sentido, a programação “editada” – os programas que ora analisamos – se complementam com os anúncios publicitários, tornando-os todos, no fim, mera publicidade, ou seja, promessas. Tudo isso sob um pano de fundo tenebroso onde figura a degradação do ser humano no palco do mundo e a degradação do ser enquanto pessoa, ao simplesmente reagir com dor ou indiferença à frustrada realização dos desejos mercadológicos.
As crianças saudáveis do Clube do Mickey são órfãs de Francis Galton? No alto, três tempos de uma mesma história.
Aqui entra Mickey Mouse e a substituição da suástica pelas orelhas de rato. Mas, como assim? Como ligar um personagem tão simpático a um símbolo extremamente repugnante? Simples, com uma palavra bem pouco complexa: paperclip. Ou seja, a Operação Paperclip, de cooptação de elementos nazistas pelo governo-norte americano durante o pós-guerra.
Tal operação não é somente aquela que ficou conhecida pela contratação de nazistas para ajudar no programa atômico norte-americano. Sabedores dos conflitos que naquele contexto geopolítico iria se travar entre EUA e URSS, os artífices da política em Washington contrataram desde especialistas em tecnologia de armas nucleares a médicos, especialistas em guerras psicológicas nazistas (junto com a organização Gehlen), espias, assassinos e sabotadores.
Segundo Estulin, as provas são fundamentalmente circunstanciais, mas podem ser encontradas na seção Captured German Documents dos Arquivos Nacionais norte-americanos e serem comparadas com memórias e biografias dos anos da guerra e do pós-guerra. As memórias de Wulff, astrólogo de Himmler, diz ter os nazistas o desejo de criar um programa dentro do Reich que reproduzisse o estado mental de um soldado japonês, “um ser humano ávido e desejoso de arriscar a vida por seu país sem fazer perguntas” (ESTULIN, 2011: 67), e do soldado comunista chinês, “capaz de lançar-se sem pensar rumo a uma morte segura” (ESTULIN, 2011: 67). Os cientistas nazis, entre eles Friedrich Hoffmann, um químico nazista que assessorou a CIA no uso de substâncias psicotrópicas de lavagem de cérebro, estiveram trabalhando em programas de controle mental com militares e a CIA.
Hitler e Mickey Mouse: nada poderia ser mais coincidente. Assim conta Lonnie Wolfe, em artigo para a revista New Federalist, falando sobre o Mickey Mouse Club:
Cada criança, em sua casa, era “doutrinado” com um ritual de iniciação na televisão, e instado a cantarolar ao mesmo tempo canções cuja letra ia aparecendo na tela e a repetir coisas que ia indicando o chefe do grupo na televisão. Tudo fazia com suas “orelhas de rato” postas, que estavam desenhadas para serem identificadas com a figura animal de Mickey Mouse. Ao final do programa, o líder do grupo, um macho adulto jovem, pronunciava um sermão que era reforçado pelos Mouseketeers presentes no palco. Fazia-se tudo isso enquanto as crianças do estúdio e as que estavam em casa colocavam as orelhas e faziam a “saudação ao clube”. Quantas pessoas são conscientes de que cada vez que diziam a saudação estavam aceitando uma nova religião, semi-pagã, e um deus novo, o rato? […]
[Em outra época e em outro país europeu] outra geração de crianças recebeu uma série de valores de forma organizada de pessoas que não eram seus pais. A Juventude Hitlerista da Alemanha nazi. Eles também lhes diziam para não ouvir seus pais e que fossem Bons patriotas, que fossem educados e que se comportassem bem (WOLF, 2007).
Continua Estulin: “o truque radicava em fazer desaparecer os nazis, mas não seus ideais. O Estado e os valores nazis, mas sem a bagagem nazi. Mickey Mouse e Hiltler. Compreende o paralelismo?”(ESTULIN, 2011: 168).
A lógica que permeia os desenhos da Disney são os mesmos de nossa tradição televisiva. Geralmente personagens muito bons ao lado de outros muito maus (ou seja, a caracterização das “peças” televisivas se faz através dos contrastes mais óbvios) em meio a um conflito que nunca irá se resolver pela “fagulha divina da razão humana”. Em todos os desenhos da Disney sempre aparece uma espécie de deus ex maquina, geralmente uma entidade sobrenatural (uma fada gorda ou um monstro simpático, por exemplo) para resolver os conflitos sem qualquer intervenção humana. Tal subordinação da razão humana e sua capacidade para resolver conflitos a entidades sobrenaturais, vinculada a uma profunda carga emotiva exposta nesses desenhos, faz o intelecto das crianças permanecerem intactos naquela idade, sem ao menos começarem a desenvolver seu raciocínio lógico – o mais elementar que seja. Já a carga emotiva, principalmente, envolve os adultos naquelas tramas, fazendo-os também regressarem sua memória, porém sem o trabalho da razão. Nesse caso, toda a carga emotiva de nossos conteúdos mnemônicos jaz soberana em nosso intelecto, transformando-nos também em crianças – só que não fascinadas pelas resoluções mirabolantes dos dramas, como ficam os pequenos. Tornamo-nos simplesmente adultos chorões, infantilizados.
Porém, as novelas, com seus finais felizes, servem exatamente para isso: nos deixar mais e mais abobalhados. A questão atual dos autores de colocarem um contexto social em seus enredos deturpa ainda mais a finalidade de seu produto, a qual poderia ser verdadeiramente a educação das massas. Ambientado nos contrastes simplórios: os ricos de um lado e toda uma vida de sonho; os pobres do lado, às vezes injustiçados como cinderelas, nivela por baixo a capacidade intelectiva da população. A evasão dos problemas fundamentais de nossa existência enquanto cidadãos brasileiros, a da ascensão da pobreza por meio de oportunidades reais de trabalho, a subordinação de nosso país a interesses outros, como o das finanças internacionais, os objetivos do ensino escolar e superior, etc., são literalmente olvidados em favor de questões tais como “intrigas palacianas”, ou seja, ricos dando golpes em ricos ou pobres geralmente sofrendo com problemas no amor ou de injustiças realizadas por alguma “tia má”.
Os meios de desinformação, através do oligopólio de nossa mídia dominada pelo baronato ao estilo imperial, são abundantes. Como Alexander Hamilton tremeria ao ver a farra do sistema financeiro num país como os EUA o qual não possui nem ao menos um banco nacional e público, com certeza Dias Gomes tremeria ao ver seu teatro, o qual também transformou em novela, num meio claro de idiotização das massas.
Os heróis da mídia também são mutáveis como as “imagens cambiantes do homem”. Ora, numa campanha eleitoral, vemos as propostas ou (caso não as tenha) promessas dos candidatos. O cidadão identificado com um político ou partido se sentirá num mundo de sonho que pode até ser realizado, como nas campanhas publicitárias. Caso o cidadão seja de todo alienado do debate político, torcerá veementemente para voltar logo a programação habitual. O herói passa a ser o apresentador do telejornal, o moralista de plantão, mostrando as “verdades” sobre a política nacional ou internacional. Na verdade, é uma questão de troca de “reis taumaturgos”, como no livro homônimo de Marc Bloch. De fato, tal livro foi concebido bem na época da Escola de Frankfurt e no estudo sobre indústria e a psicologia das massas. Os “reis taumaturgos” são os reis (leia-se políticos) cuja coroação se deu com as bênçãos da Igreja (leia-se mídia, ou seja, o poder do conhecimento e do domínio da informação) e tinham poderes sagrados, como o de curar as escrófulas – doença, associada à tuberculose, comum na época.
Beatles e Tavistock
As ligações da assim conhecida Escola de Frankfurt com o Instituto Tavistock podem ser melhor compreendidas a partir da criação do fenômeno radiofônico dos Beatles. Daniel Estulin, através do acesso à correspondência privada entre EMI (Eletronic and Music Industries Ltd) e Theodor Adorno (ESTULIN, 2006), recontou a história da banda de música “limpa” que subitamente dominou o Ocidente depois de gloriosos anos tocando em prostíbulos impulsionados por drogas variadas. Adorno, levando a cabo experiências sociais cujos objetivos seria o controle das massas, escreveu a maioria das letras da banda inglesa. Adorno seria o cientista sem escrúpulos levando a efeito seus experimentos; Tavistock a organização responsável por reproduzi-los em grande escala no intuito de criar um novo paradigma a ser seguido pela sociedade.
No mesmo ano, 1937, a Fundação Rockeffeler fundou um projeto para estudar os efeitos do Dário na população. Recrutado para o que ficou conhecido como “Radio Research Project”, aquartelado na Universidade de Princeton, estavam seções da Escola de Frankfurt, agora transplantada da Alemanha para a América, assim como indivíduos como Hadley Cantril e Gordon Allport, que se tornaram componentes chave das operações americanas de Tavistock. Encabeçando o projeto estava Paul Lazerfeld, da Escola de Frankfurt; seus diretores assistentes eram Cantril e Allport, junto a Frank Staton, que era o cabeça da divisão da CBS News, depois se tornando seu presidente, assim como chairman do conselho da RAND Corporation.
O projeto foi prefaciado pelo trabalho teórico feito anteriormente nos estudos de propaganda de guerra e psicose, e no trabalho dos operadores da Escola de Frankfurt, Walter Benjamin e Theodor Adorno. Esse trabalho anterior se converteu na tese de que a mídia de massa pode ser usada para induzir estados mentais regressivos, atomizando indivíduos e produzindo crescente sujeição. (Esse condições mentais induzidas foram depois chamadas dentro do próprio Tavistock de estados de “cérebro lavado”, e o processo de o induzir chamado “lavagem cerebral”) (WOLF, 1997).
Se o objetivo da clínica (e depois instituto) era mudar as imagens dos homens, suas letras relatando a experiência do consumo de drogas, principalmente o LSD (Lucy in the Skies with Diamonds), faziam servir a banda inglesa como imã para os festivais regados a alucinógenos tavistockianos e servidos por agentes dos serviços de espionagem. Os Beatles como um fenômeno musical são um marco em nossa cultura. Quão contrastante se dá a comparação caso os coloquemos lado a lado com outras bandas que fizeram parte da mesma “contracultura”. São também cambiantes esses heróis, ao lado de uma pequena elite de “iluminados” rigidamente escolhida pela mídia de plantão e pelos mais variados “especialistas”. Foram tantos os “heróis” mortos por causa de drogas ou que tiveram sua carreira arruinada pela vida desregrada ou que simplesmente desapareceram que fica difícil falar num fenômeno como a contracultura, aparentemente tão abrangente, sem colocar no centro do discurso – sempre – dois ou três nomes preferidos por uma espécie de intelectualidade que os tornou vocabulário fácil de qualquer amante de rock. Podemos entender as mainstream bandas da contracultura como representação dos mesmos grupos de elite que as criaram. O que significa, sempre, poucas referências. Pode ser que nas palavras de um especialista relativamente erudito possam aparecer milhares de bandas completamente desconhecidas dos amantes ou amadores em rock’n roll. Mas serão no máximo cometas, órbitas errantes ao redor dos astros escolhidos por uma cultura que se auto-afirma através de um consenso ignorante e bestial.
As “damas” da TV e os atores “consagrados” atendem a mesma lógica. Depois de velhos – e devidamente batizados –, são colocados em papéis protocolares, exercendo o papel de grandes damas também nas ficções nas quais atuam. No máximo, caso seja uma dama não tão “auto-suficiente” podem se expor mais: papéis relativamente cômicos (não tanto para a “dama” não cair no ridículo) é que lhes basta. De resto, uma manada de atores que se revezam num sucesso completamente alucinante, como numa roda gigante sem controlador. Alguns poucos ganham notoriedade acima da comum (não são esquecidos tão facilmente); são o estoque, a reserva de atores caso haja algum contratempo na execução das peças ficcionais. São também os candidatos que se acotovelam para depois se encontrarem entre os diminutos “atores consagrados”. Mas consagrados por quem?
A lógica da contracultura, das imagens cambiantes, da subversão das imagens que os homens possuem como referência não pode estar fora do mundo político. Mas quem são os políticos respeitados, os verdadeiros chefes-de-Estado? Contracultura talvez possa ser traduzido como o oposto da cultura, ou seja, dos bens imateriais produzidos por uma civilização ao longo do tempo. Bens que só se tornaram imateriais, patrimônio comum de um povo, por sedimentado em sua mais profunda subjetividade. Daí entra a contracultura, ou a contra-insurgência, para transformar as referências nacionais remetendo-as a uma elite iluminada, representação da elite que cria essas imagens.
As elites, é claro, sempre existiram. Não houve o comunismo ou o tribalismo mais subdesenvolvido que não as tenha possuído. No primeiro caso, inclusive, se criou uma “ultra-elite”, talvez bem próxima da que averiguamos aqui quando falamos de TV. Quando se criam tais sistemas primários de comando-subordinação – artificialmente, é lógico, pois baseada numa sociedade inteiramente mais complexa –, se cria um vácuo tremendo entre a elite diminuta e a massa completamente carente de referências com as quais possam estabelecer parâmetros de comparação e posterior superação ou auto-afirmação de si próprios. Os heróis cívicos do nazismo, os oficiais da SS, seus cientistas ilustres e todo contingente de grupamentos cambiáveis na estrutura de poder da Alemanha hitlerista são os precursores de nossos heróis midiáticos. Uma hora oficial nazi; noutra traidor do regime ou simples refugo humano, pronto para ser eliminado. Assim o regime devorava a si próprio, mantendo sua elite como um grande cérebro num corpo propositalmente subnutrido. Assim o regime adicionava novos contingentes à sua horda revolucionária e entorpecia as massas criando oportunidades fictícias de ingresso no status quo. O fenômeno mais recente de criação de “heróis cambiáveis” é sem dúvida a criação do “Grande Olho”, o também nosso Big Brother.
Daí, podemos concluir, que entre os modelos de plantão das ficções televisivas noturnas e os bandos de especialistas nos telejornais diários não há diferença de natureza. Ambos se esforçam por aparentar a virtude que nunca terão. A verdadeira virtude, nas novelas, subjaz principalmente nas damas e nos venerados atores de cabelos grisalhos; no telejornal, no apresentador onipresente, mimeses perfeita da direção jornalística da emissora, de seu “grande olho”, de sua inteligência implacável, como a dos revolucionários do Terror. Entre a base e o topo, somente podemos enxergar as “imagens cambiáveis” propostas pela TV. Mais claramente: a base é o chão de estrelas permutáveis; o topo, o sol imorredouro, intocável.
Qual sistema se encaixa perfeitamente em tal configuração de poder? Somente o sinarquismo ou o nazi-comunismo. Sua elite geneticamente superior (pois não sabemos o que fez esse ou aquele para mereceram alcançar alguma espécie de topo na grade do poder a não ser um talento inato, próprio a uma raça superior) e a base dos servos da gleba, intercambiáveis e partilhando entre si as migalhas vindas do alto. O mesmo sinarquismo ou nazi-comunismo que querem nos impor através dos “organismos globais”, tais como ONU, OTAN, FMI ou ONGs internacionais. A política de crescimento zero dos ambientalistas e dos economistas lacaios do Banco Mundial. A política de desenvolvimento intelectual nulo de nossa imprensa e academia, profundamente comprometidos com os cânones mais retrógrados e perversos. A mesma inteligência “globalista” fundou nosso sistema televisivo e impôs um governo militarista, como o de Stálin, para usar a força, quando necessário. E depois abriram os mercados e desmilitarizaram o poder. Hoje, com a crise internacional, podemos enxergar com mais clareza no que consistiu a “liberdade de mercado” e a “liberdade de imprensa”. Esta justifica as guerras e a opressão criadas por aquela, numa operação dupla, tal como os banqueiros que financiavam os dois lados da guerra mundial e os empresários que em plena Guerra Fria saiam de Wall Street para construir fábricas na URSS (SUTTON, 1976). Quantos soldados americanos morreram por tanques americanos construídos em solo inimigo? Nossos estatísticos talvez ainda não tenham tempo para fazer esse tipo de conta.
Um caso de estudo: Gates e Hitler
Bill Gates interessa ao nosso relato sob dois aspectos. O primeiro é o do sinarquismo, como acima destacado. A fundação de Bill e Melinda Gates, junto a Fundação Rockfeller e outras organizações supostamente filantrópicas, trabalham junto a Monsanto e o agro-cartel internacional para desenvolver sementes geneticamente modificadas. Suas pesquisas com as sementes de arroz, batata, trigo, e outras, visam, aparentemente, desenvolver meios de melhorar a produção agrícola, principalmente africana. Por outro lado, injetam milhões em pesquisas que mantém a propriedade intelectual das mutações produzidas com as próprias firmas que as realizam. Fora o fato de produtos naturais não terem direito à patente na maioria dos países do mundo, o fruto das pesquisas depois é vendido aos agricultores dos países pobres, gerando um ciclo de dependência irreversível para com os produtos das multinacionais.
Não podemos pormenorizar aqui todos os malefícios trazidos pelos transgênicos. Apenas aludimos ao controle internacional exercida por pouquíssimas empresas nesse mercado, tendo a Monsanto como a maior líder: líder nas políticas de fome em qualquer lugar onde se faça presente. Genocídio poderia ser o codinome da Global Food and Agriculture Initiative, administrada pelo Banco Mundial: a política da redução populacional para um mundo sem recursos naturais.
O segundo aspecto, não menos evidente, é o da construção de uma imagem pública que em absoluto corresponde à realidade. Penso não serem desconhecida as histórias de Bill Gates antes da fama, principalmente seus atritos com Steve Jobs e a criação do Windows. Porém, tamanha contenda entre dois “gênios” só seria verdadeira caso se tratassem de seres excepcionais. No caso de Gates existe de tudo, menos honestidade, como tampouco originalidade criativa. A jornalista norte-americana Wendy Goldman Rohm descreve com detalhes escabrosos (na verdade, escabroso não é o relato, bastante refinado, mas o próprio protagonista) as jogadas de mercado do “gênio” do software para alcançar a hegemonia com sua empresa (ROHM, 2001).
Já de posse do sistema de janelas criado pela Apple, Gates prometia mundos e fundos à IBM quanto à conclusão do sistema operacional que estava sendo desenvolvido pela empresa para fazer frente ao DOS. Assim como não ajudou a IBM em seu projeto, se aproveitou das informações privilegiadas da empresa para, junto com seus próprios dados, construir o MS-DOS. Realizado seu intento, saiu da empresa e começou a busca que iria levá-lo ao topo do mercado. Com uma plataforma bastante similar ao do concorrente, o DR-DOS, o empresário iniciou suas práticas de venda predatórias ao associar seu DOS ao Windows. Obrigava aos vendedores a fazer pacotes onde o Windows deveria estar acompanhado do DOS da Microsoft. Caso contrário, aumentaria seus preços (os quais propositadamente eram colocados bem abaixo dos preços de mercado) tornando o produto praticamente inegociável. Mas esta foi apenas a tática inicial.
Querendo ampliar ainda mais sua parcela nas vendas depois da frustrada tentativa de compra do DR-DOS, com o lançamento do Windows 3.0 introduz capciosamente mensagens de erro quando o sistema operacional não funciona com o MS-DOS. Era como que, tal como hoje em determinados produtos, caso não tivéssemos Windows, eles não funcionariam corretamente. Mas a jogada de gênio se deu com o lançamento do Windows 95 e a possibilidade de domínio do sistema de redes. A internet oferecia um amplo mercado nunca antes vislumbrado pelo empresário. Segue daí a derrota incontornável da justiça norte-americana e a estabilização de Bill Gates como “gênio” da informática. O Internet Explorer assumiu a hegemonia nos CPUs, a qual foi duramente contestada nos anos subseqüentes. Ao atrelar o software ao sistema operacional, continuando com as práticas predatórias de vendas de produtos – sob concessões – em preços muito abaixo dos de mercado, legitimou finalmente a Microsoft como gigante do mercado e fez lançar sua imagem pública tal como ainda é vista nos dias de hoje.
É sintomática a afirmativa da autora quando da passagem crucial operada pelo lançamento do Windows 95:
Fazia apenas alguns dias desde que o gigante do software tinha iniciado a fabricação do Windows 95 e Gates assemelhava-se a um misto de entusiasmo e coragem.
– Talvez tenham reparado que fizemos uma boa divulgação do Windows 95 – afirmou. Seria a declaração mais atenuada até então, desde que um procurador da Microsoft havia admitido a um juiz federal, no final do ano anterior: “O Windows é um sucesso”.
No mundo inteiro, jornais apresentaram o produto como matéria de primeira página. Quando o produto de uma empresa – talvez um avanço científico, que não era o caso do Windows 95 – merecia tal destaque nos jornais?
Bem antes de sua disponibilidade no mercado, O Windows 95 parecia receber mais atenção, por parte da imprensa, do que a campanha presidencial de Clinton. E ainda não estava nítido a Joel Klein, que iniciara uma nova sindicância sobre a empresa, se o Windows 95 e o Network da Microsoft seriam uma enterrada na cesta para Bill Gates, com ou sem Shaquille (ROHM, 2001: 257).
O funeral da Netscape estava preparado. Infringindo todas as normas anti-truste, Bill Gates “acoplou” o Internet Explorer ao Windows, minando definitivamente com a concorrência. Foi a cartada final do “gigante” do software.
CONCLUSÃO
Procuramos mostrar nesse texto, da forma mais sucinta possível, as ligações da CIA, Escola de Frankfurt e o Instituto Tavistock na fabricação nos modelos de manipulação de massas, principalmente através de estudos de engenharia social. É claro que o tema é controverso. Na opinião de quem agora vos escreve, por vezes o autor do livro que usamos como base de análise, é algo unilateral em algumas de suas observações, principalmente no que diz respeito a certos autores em particular. Caso pesquisarmos o histórico dos estudos já feitos sobre esse Instituto, veremos não só Walter Benjamin, Adorno e Freud sendo duramente criticados. Jung, Georg Wells, Huxley, entre outros, igualmente aparecem nesse cenário.
Acredito que para dar conta da responsabilidade individual de cada um desses autores, precisamos de um estudo mais aprofundado. Não resta dúvida que participaram de todos esses projetos que depois se tornaram os modelos de manipulação midiática. O que, por vezes, fica difícil de apreciar, é o nível de consciência desses personagens durante a criação daquela monstruosidade. Para não reduzir nossa análise a termos “tavistokianos”, penso que maiores nuances podem ser traçadas nesse estudo, aqui e acolá.
Acima de tudo, a importância do livro de Daniel Estulin (que talvez seja o mais sintético e abrangente, porém só pioneiro na medida em que aporta nova documentação) é a de se identificar uma origem histórica determinada para a elaboração de conceitos a muito estudados pelas ciências sociais, e também identificar toda a “teoria social” que a partir de então se desenvolveu. Nesse sentido, a delimitação sobre o que é o Instituto Tavistock é extremamente precisa – e preciosa.
ROGÉRIO REIS CARVALHO MATTOS | professor e tradutor da revista Executive Intelligence Review. Formado em História, mestre em Letras pela UERJ e doutorando em Filosofia pela mesma faculdade. Mantém o site http://www.oabertinho.com.br, onde publica alguns de seus escritos.
BIBLIOGRAFIA
ESTULIN, Daniel. El Instituo Tavistock. Barcelona: Ediciones B, Barcelona, 2011.
ESTULIN, Daniel. Los secretos del Club Bilderberg. Barcelona: Editorial Planeta, 2006.
FERGUSON, Marilyn. A Conspiração Aquariana. Rio de Janeiro: Editora Nova Era, 2006.
ROHM, Wendy Goldman. “O caso Microsoft: a história secreta de como Bill Gates construiu seu império”. São Paulo: Geração Editorial, 2001.
SUTTON, Anthony. “Wall Street and the rise of Hitler”. Nova Iorque: Buccaneer Books, 1976.
WOLFE, Lonnie. “Brainwashing: How The British Use The Media for Mass Psychological Warfare”. The American Almanac, 5 de maio de 1997.
WOLFE, Lonnie. “Turn off your TV”. New Federalist, 28 de agosto de 2007.

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A ESQUERDA BRASILEIRA

A Esquerda Brasileira, um desastre planejado.

Vimos que o golpe petista foi parte de uma estratégia maior da esquerda, cujas ações começaram ainda no regime militar quando, derrotada no confronto direto com e pelos militares, promovia ações terroristas ocasionais (bois de piranha) para distrair a atenção das gloriosas, enquanto a ala mais esperta lia António Gramsci e ia infiltrando LENTA e sutilmente sua militância na educação, nas igrejas, nos sindicatos, nas associações de classe, na mídia, nas editoras, nos partidos políticos, na Constituinte de 88 e em todos os níveis da administração pública. Com isso, a CF de 88 foi adaptada e preparada para a futura tomada do poder e uma das táticas foi a criação de dezenas de partidos nanicos também de esquerda. O povo elegeu Collor em 89, com medo do comunismo proposto por Lula, e assistiu abobado a esquerda arrancá-lo do poder dois anos depois. Preparando-se para uma conquista mais consistente, toda a esquerda latino-americana (partidos políticos e grupos guerrilheiros) reúne-se em São Paulo em julho/90 para criar o Foro de São Paulo , por sugestão de Lula e Fidel, cujo objetivo seria “recuperar na América Latins o que o movimento comunista havia acabado de perder no Leste Europeu com a queda do muro de Berlim”. ltamar Franco (do PMDB), na figura de Vice-Presidente, coloca assim a esquerda no poder. Collor não era bom? Com certeza, mas muito pior foi o que a esquerda fez a partir de então: em 1993, FHC (PSDB) e Lula (PT) assinam nos EUA o Pacto de Princeton ** que definia a alternação desses dois partidos no poder a cada dois mandatos. O Plano Real lançou sutilmente a candidatura de FHC (Ministro da Economia) em 1°/07/94 e em 1°/10/94 (TRÊS MESES DEPOIS) ele era eleito Presidente da República, em cujo cargo permaneceu por DOIS MANDATOS promovendo ajustes no sistema (sangria dos cofres públicos no caso das invasões do MST, criação do Ministério da Defesa sob um militante civil, instituição de fraudável sistema eleitoral eletrônico) para pavimentar a alternância do poder conforme acordado no Pacto de Princeton. Assim, o PT o assumiu em 2003, cumprindo o estabelecido naquele Pacto. Com o ataque aos cofres da Petrobrás, no caso conhecido como Mensalão, a partir do envolvimento e da denúncia do Deputado Roberto Jefferson, toda a repercussão negativa envolvendo prisões, mais o desgaste junto à opinião pública, o PSDB só não elegeu Geraldo Alkmin porque o PT ameaçou as intenções de FHC com a soltura em grande quantidade de presos, em jul/2006, sob o comando do PCC (Primeiro Comando da Capital) e com grande saldo de assassinatos de policiais à paisana naquele mês. Para evitar uma escalada de crimes, séria instabilidade política e uma eventual volta dos militares, o PSDB cedeu e Lula acabou reeleito com votação superior à obtida em 2002. Com o rompimento do Pacto de Princeton, aumentaram o desgoverno, a corrupção e a luta homicida pelo poder. Na falta de um nome forte que assumisse o lugar deixado por Zé Dirceu, o PT, usando desvairadamente todos os recursos da máquina, elegeu e reelegeu, sob notório esquema de forte corrupção, um poste chamado Dilma para presidir a 6ª maior economia do planeta. O assalto aos cofres públicos e a escalada da corrupção, iniciados no 1° governo FHC, sob orientação do Foro de São Paulo, geraram o maior roubo do mundo a uma nação, em todos os tempos. Enquanto tudo isso acontecia, a estratégia do FSP era proporcionar espetáculos televisivos imbecilizantes através de novelas, esportes, BBB, desinformação, etc., mais o achatamento do nível educacional e cultural do povo, com o objetivo de distraí-lo, aliená-lo e paralisá-lo.
Buscando por todos os meios uma volta ao poder, o PSDB planeja a Lava Jato para desgastar e expor toda a podridão do PT no governo, cujo alcance e efeitos nocivos atingiram muitas nações e economias. Tamanha exposição acabou conscientizando o eleitor brasileiro sobre o papel nocivo promovido pelo FSP e toda a esquerda mundial, de tal forma que o surgimento de um autêntico candidato da direita conservadora acabou por interromper os 28 anos de desgoverno e corrupção institucional inimaginável causado pela esquerda.
Considerando-se o achatamento político, educacional e cultural perpetrado, o futuro do Brasil como nação que sempre almejou o desenvolvimento pela democracia, tem poucas chances de sucesso, quem sabe somente aliado, amparado e apoiado em parcerias com nações livres e poderosas.

FONTES
https://www.brasildefato.com.br/2019/07/24/video-or-o-que-e-o-foro-de-sao-paulo
http://www.portalvejams.com.br/ler.php?id=9411

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AO MESTRE COM CARINHO

Um educador clássico. Poucos merecem tanto essa elogiosa descrição quanto José Monir Nasser.

De formação cultural tradicional, à base de grandes clássicos Literatura e de sabedoria humana, cedo descobriu a chave para uma vida plena: a sólida estrutura cultural e espiritual.

Dizia que os clássicos da literatura não são explicados por nós, mas eles que nos explicam a nós. Com essa base e a própria potência de seu espírito de mestre, fundamentou uma vida dedicada à educação de uma multidão, desencantado com a negligência geral à cultura.

Para Nasser, é exatamente a constituição de uma estrutura cultural que leva o homem ao avanço, seja ele individual ou social, espiritual ou econômico — sendo essa, portanto, justamente a base para a formação de uma nação próspera, de um povo consciente.

➡️ “Uma sociedade não pode ser rica antes de ser inteligente. Não pode existir uma economia realmente sólida e desenvolvida sem que haja uma elite cultural voltada para os bens espirituais, capaz de guiar, julgar e interpretar os esforços da comunidade”, dizia Nasser. ⬅️

Influenciado por pensadores como o grande filósofo da educação Mortimer Adler, combateu correntes revolucionárias e de engenharia social da pedagogia brasileira e mundial, voltando-se para o que considerava ser o ponto central da educação: o desenvolvimento da leitura.

Inspirado pela atuação de Adler, lançou o projeto “Expedições ao Mundo da Cultura”, para leitura de obras clássicas como sistema de formação. Em pouco tempo, juntou alunos em diversas partes do país e logo contou com o apoio de empresas e instituições, como o SESI.

O intuito não era apenas o de criar intelectuais ou eruditos, mas fazer descobrir riquezas atemporais e universais que alargam os horizontes da vida.

Irremediavelmente apaixonado pela educação, Nasser reconhecia a dificuldade das estruturas burocráticas do sistema de ensino.

“Não podemos fazer muito. Mas podemos descobrir que é possível fazer uma enormidade de coisas boas, tendo um compromisso com pessoas, com o Joãozinho, a Mariazinha, o Zezinho, o Pedrinho, a Julianinha. Essas crianças que são o sentido da minha existência”, declarou.

Escritor, autor, professor, crítico literário, pintor, economista, poliglota, tão cedo explodiu no universo da educação brasileira, cedo também nos deixou. Acometido por um AVC em 2013, com apenas 55 anos de idade, deixou milhares de alunos órfãos de sua maestria.

José Monir Nasser foi um gigante neste novo cenário da educação e formação cultural no Brasil. E deixa um legado eterno, perene, que o coloca como um dos grandes mestres que esta nação já teve. Um dos mestres que o Brasil ainda há de valorizar devidamente.

Jair Messias Bolsonaro Ministério da Educação – MEC

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UMA AMEAÇA REAL E IMEDIATA

UMA AMEAÇA REAL E IMEDIATA
por Marcelo Sá Monte. Artigo publicado em 16.10.2020

O comunismo é uma ameaça real e imediata às nossas vidas, nossas liberdades e nosso direito à propriedade. Precisamos conhecê-lo para podermos combatê-lo e não apenas ficarmos apagando os incêndios, sempre de forma inadequada, sem nem ao menos entendermos suas reais causas.

Muitos acreditaram que o Comunismo havia acabado com a queda do Muro de Berlin, no final dos anos 80, mas isso foi apenas uma cortina de fumaça. O sistema econômico soviético fracassou (a economia socialista é inviável por natureza) e seu regime ditatorial falido já não serviria mais em tempos modernos. Não tinham como vencer a Guerra Fria, o modelo Stalinista se esgotou, então fizeram da queda uma retirada estratégica. Estava na hora de adotar outros meios, silenciosos, graduais, não violentos, para implantar o comunismo no mundo, dando prosseguimento a grande marcha, agora feita pelas sombras. O mundo viu na queda uma vitória. Ledo engano.

Desde a década de 30, Intelectuais comunistas vem elaborando novos métodos de subversão através da infiltração gradual, pois sabiam que processos revolucionários armados são caros e de resultados muito incertos. Podemos destacar três principais:

1. Antônio Gramsci, ideólogo comunista Italiano, inaugurou o marxismo cultural, propondo a tomada comunista da sociedade através da infiltração dos meios culturais, e não pelo sequestro dos meios de produção. Tomar as escolas e universidades é mais importante que tomar os quartéis; Os socialistas;
2. Fabianos seguiram linha semelhante, onde o processo seria a conquista gradual das instituições do estado, até o ponto de todos viverem sob o socialismo, sem perceber. Vem daí a Social Democracia;
3. Frankfurtianos, judeus comunistas que fugiram da Alemanha nazista para os EUA, que, como Gramsci, desenvolveram as ideias semelhantes de revolução cultural, mas multiplicando a luta de classes em todas as relações humanas, entre homens e mulheres, negros e brancos, pais e filhos, Cis e trans etc, em uma matriz infindável de relações conflituosas, sempre sob a ótica de “opressores e oprimidos”. Questões atuais como “ideologia de gênero”, “Politicamente correto”, “Discurso de ódio”, “Movimentos identitários”, “Movimentos sociais”, opressão da sociedade “Patriarcal”, a terceira onda do “Feminismo”, o ambientalismo militante, o “Veganismo” etc etc etc não caíram do céu por acaso, são as fagulhas da transformação gestadas pelo Marxismo Cultural. Seu objetivo é destruir os fundamentos da sociedade ocidental, a família, a moral judaico-cristã, a história e, consequentemente, toda a propriedade privada, toda a liberdade individual, para então poderem reinar.

As novas ideias se propagaram e foram semeadas por todo o mundo e o novo processo de tomada comunista foi iniciado, de forma distribuída e sem pressa. Precisariam de pelo menos uma geração gestada sobre esses novos preceitos para atingirem a massa crítica necessária para a transformação, cerca de 30 anos.

No Brasil, com a abertura democrática e a nova constituição de 1988, de cunho essencialmente socialista, foram criados o PT e o PSDB, que dominariam o cenário político, fingindo uma falsa dicotomia entre direita e esquerda. Na America Latina, os movimentos de esquerda se uniram para formar o Foro de SP, sob o comando de Lula, Fidel e Chavez, visando criar a Pátria Grande, uma espécie de União Soviética Latina. No mundo, o multilateralismo comercial seria a porta de entrada para o fim das soberanias nacionais. ONU, UE e outros organismos foram igualmente controlados, aparelhados e instrumentalizados, impondo a influência política em sobreposição à econômica. China e Rússia tiveram processos próprios, adaptando seu comunismo aos preceitos do neoliberalismo. Mas não para por aí, os monopólios tecnológicos e as grandes fortunas (já ouviu falar dos Globalistas e de George Soros?) não ficariam de fora. Um exemplo, são as principais redes sociais, monopólios globais, que foram tomadas pelo Progressismo, um termo bonitinho para Socialismo.

A Fraudemia do Partido Comunista Chinês dá um capítulo à parte, os governos socialistas do mundo estão aproveitando a crise para subjugar seus povos, destruindo suas economias e confiscando suas liberdades, sob a desculpa de “salvar vidas”. O template veio pronto, respaldado pelo puxadino do PCC, a OMS e muita “ciência”! Vejam a Argentina, uma catástrofe mais que anunciada.

Todos os conflitos que estamos presenciando hoje no mundo ocidental, todas as ações de tensão social, tiveram suas origens nessa revisão do Comunismo internacional. O que acontece nos EUA, Brasil, Venezuela, Europa, Argentina, entre outros, é reflexo dessa ação comunista gradual e teve as mesmas origens. Ora, se não entendermos as origens, as raízes desses conflitos, estaremos condenados a uma luta incessante e exaustiva contra as consequências. Se quisermos apagar esse fogo de fato, precisamos conhecer o inimigo.

Texto publicado originalmente na página do autor no Facebook, que tem o nome “O bom reacionário” (que ele diz inspirado em Nelson Rodrigues, um autorrotulado reacionário por reagir àquilo que não presta).

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HISTÓRIA ALUCINADORA

*HISTÓRIA ALUCINADORA*
Bolsonaro encontra um País com uma dívida pública de 4.1 trilhões que só de juros consome 50.7% do orçamento anual.

Bolsonaro encontra logo de cara, um tema emergencial e polêmico, que foi a REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Os riscos de faltar dinheiro para pagar aposentados e pensionistas, eram enormes.

Bolsonaro diminuiu o número de ministérios que eram 39 para 22 e isso gerou problemas com os presidentes da câmara e do Senado, que queriam MINISTÉRIOS para distribuir cargos com suas bancadas como sempre foi feito antes.

Em represália, Bolsonaro teve 70% de suas MEDIDAS PROVISÓRIAS propositadamente EXPIRADAS. Câmara e Senado não colocavam em plenário para votação a maior parte do plano de governo do Presidente.

O Orçamento para 2019, aprovado em dezembro de 2018, estranhamente foi elaborado pela equipe do TEMER e previa uma DEFICIT de 138 Bilhões de Reais. Qualquer leigo vai logo de cara entender que o governo não tinha dinheiro para investimentos públicos. O orçamento foi apertadíssimo e o GOVERNO teve que CONTINGENCIAR ( cortar temporariamente ) gastos em algumas áreas como por exemplo a da EDUCAÇÃO, onde meses depois, após uma melhora nas contas públicas, foi todo orçamento repassado.

Bolsonaro encontrou problemas seríssimos na AMAZÔNIA. Países que usavam ONGS como escudo, deixaram de explorar nossas riquezas, e em represália, atacavam o governo que mal acabou de entrar como culpado pelo desmatamento da região.

Á esquerda insatisfeita com a derrota, não parou de executar planos para atrapalhar o Governo. O Vazamento de óleo de um Navio fantasma no litoral do NORDESTE foi algo muito estranho. A Imprensa quase toda aparelhada davam toda ênfase contra o Governo bolsonaro.

Com todas as dificuldades encontradas, fechamos 2019 com um defict nas contas públicas de 60 bilhões de reais. Ou seja, metade do Deficit permitido pela lei de diretrizes orçamentárias.

Á inflação terminou o ano dentro da meta, e só não foi abaixo, por conta do aumento no preço da carne acontecido em outubro de 2019, devido o governo chinês ter feito a maior compra de carnes para um período. Todas as ESTATAIS deram lucros e muitas delas bateram recorde de lucros. O BNDES teve o maior lucro de sua história. A Petrobras voltou a ter lucros e as companhias elétricas finalmente se recuperaram. Nossa SELIC que hoje está em 2%, fechou 2019 em 4.5% que já era um dos menores da história.

Nosso risco País fechou 2019 abaixo dos 100 mil pontos. Uma pontuação como essa é a certeza que no momento é seguro investir no País. Nossa Bolsa bateu recordes em cima de recordes. O Dólar aumentou ? Sim, aumentou !! O guedes fez com que o especulador saísse do País quando ele diminuiu em muito nossa taxa SELIC. Eles pegavam dinheiro emprestado em outros mercados a juros baixos, e emprestavam em nosso mercado a juros altos. São operações chamadas CARRY TRADE.

Mesmo com o rompimento da barragem de Brumadinho, que gerou forte queda no setor extrativo mineiro e capixaba. Mesmo com o desaquecimento da economia global, onde o PIB Chinês que é o nosso principal comprador, cresceu bem menos. Mesmo com a crise na Argentina que é o nosso terceiro maior comprador. Mesmo com a briga comercial Entre EUA e CHINA. Nosso PIB cresceu 1.1% com os investimentos privados superando o público em crescimento e mostrando sustentabilidade já que você cresceu sem se endividar.

Na área de transportes foram asfaltadas estradas que estavam paradas a 43 anos como foi o caso da BR 163 que escoa a produção de grãos Entre o Mato Grosso e o Pará. Mesmo na pandemia o Ministro Tarcisio não parou de inaugurar obras. Foram 38 até junho de 2020.

Obras como a transposição do São Francisco, que começaram a serem executadas em 2007 e eram para serem concluídas em 2012. Mesmo com o valor incialmente orçado ter triplicado, só ficaram prontas no segundo ano do Governo Bolsonaro.

O governo gerou 700 mil vagas com carteira assinada em 2019. Na área de segurança houve quedas de homicídios e ataques a mulher de 23%.

Em janeiro de 2020 tivemos o maior superávit primário nas contas públicas da história. Em julho, mesmo na pandemia, tivemos o maior superávit da balança comercial da história.

Enquanto o PIB das 10 maiores potências do planeta tem previsão de queda Entre 6.5% e 15%, o BOFA prevê que o Brasil vai cair 4.8%.

Só para vocês terem uma ideia do que é gestão, o banco central mesmo com a pandemia, registrou lucros de 400 bilhões de reais no primeiro semestre. O Guedes quer reduzir nossa dívida pública em 10% usando esse dinheiro. Isso reduzirá os valores de juros a serem Pagos obrigatoriamente pelo governo e com isso sobrará mais dinheiro para investimentos públicos.

Os 05 pacotes emergenciais de R$ 600.00 custaram ao governo 60 bilhões mês e os 3 de R$ 300.00 vão custar mais 30 bilhões por mês. São 390 bilhões dados para o povo brasileiro não morrerem de fome. De onde veio essa grana ? Pergunta ao GUEDES como ele fez para lucrar 500 bilhões com a alta do dólar Entre dezembro de 2019 e Maio de 2020.

Nosso governo mesmo com os desvios feitos pelos governadores. Mesmos com as ações inconstitucionais do STF e mesmo com a ECONOMIA TRAVADA na maioria dos estados, só perdeu em gastos com a pandemia para os EUA.

Esquerdalhas, facam o mesmo, mostrem conteúdos em suas postagens. Parem de mi,mi,mi, do Queiroz, disso, daquilo Relembrem dos trilhões desviados pelo PT/PSDB, que nos colocou nesse buraco. Deixem de ser PAPAGAIO de pirata da GLOBO, FOLHA e grupos conhotos.

*TIREM ESSE RANCOR IDIOTA DO CORAÇÃO, O GOVERNO MAIS VIGIADO DO MUNDO, SÓ TEM 21 MESES, E SEM CORRUPÇÃO.*

*DIVULGUEM, POIS A MIDIA COMUNO-SOCIALISTA AMESTRADA NÃO DIVULGA!*

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QUERIDOS FORMANDOS, BURROS E JUMENTOS!

“QUERIDOS FORMANDOS, BURROS E JUMENTOS!”

“Se alguém ainda tinha alguma dúvida, o ranking do Pisa provou de uma vez por todas que a tal “pátria educadora”, que encheu péssimas universidades com péssimos alunos formados por péssimos professores, era apenas um embuste.
Distribuir diplomas a pessoas de baixa inteligência, nenhum talento, estúpidas, cotistas etc, é como marcar a ferro o traseiro de bois e vacas que estão indo para o abate. Neste caso justificável.
Na nossa cultura deformada pelo “coitadismo”, ou para falar mais academicamente, pelo “ethos-igualitarist a moderno”, teimamos em achar que a Universidade é para todos.
Nunca foi e nunca será .
Essa é uma das maiores mentiras da modernidade.
A decadência da civilização se iniciou com a universalização do ensino, com a troca da formação espiritual e intelectual puras, “ars gratia artis”, no sentido aristotélico, pelo adestramento meramente utilitarista para fins de sobrevivência.
Universidade é para uma elite intelectual. É para quem realmente tem talentos, gosta de estudar e tem uma inteligência privilegiada. Sua prioridade é produzir conhecimento e não formar mão de obra … e, muito menos ainda, formar militantes revolucionários que pretenderão implantar no País regimes ultrapassados e falidos, como o comunismo para proveito de poucos, por exemplo.
Para formar profissionais e mão de obra, existe o ensino profissionalizante e técnico .
As oportunidades que devem ser oferecidas a todos, é a de uma boa formação de base onde, por meio da meritocracia, serão revelados aqueles mais capazes de ir para a Universidade e, lá, PRODUZIREM CONHECIMENTO.
Transformar todo mundo em universitário apenas para não ferir a autoestima do jovem maconheiro que usa piercing no nariz e alargador na orelha, é algo completamente estúpido !
Tudo que os governos do PT conseguiram, foi queimar centenas e centenas de bilhões de reais, para produzir o pior, o mais idiota, o mais ignorante, o mais analfabeto, e por consequência, o mais mimado, alienado e arrogante aluno do mundo !
Nivelaram todo mundo por baixo, destruíram qualquer possibilidade de formar uma verdadeira elite intelectual para o País. São mais de duas décadas jogadas inteiramente no lixo ! Trocaram a meritocracia (de alunos e professores) pela “universalização”, pela “política de cotas” e pela “ideologização”.
Nunca reconhecendo que as pessoas são essencialmente diferentes, umas mais inteligentes, mais capazes, mais interessadas e mais esforçadas que as outras. E tentam enfiar, goela abaixo de todos, o maldito igualitarismo que sempre favorecerá o vulgar, o grosseiro e o ignorante. Sempre nivelará por baixo, rebaixará a tudo e a todos, e produzirá os piores resultados.
Reúna vários alunos inteligentes e todos se tornarão mais inteligentes ainda.
Cerquem um gênio de medíocres e vulgares, e testemunhará sua lenta e gradual decadência .
Numa era em que a humanidade enfrenta a sua mais radical transformação tecnológica, a civilização cibernética põe em cheque toda a cultura humanista, havendo uma mudança profunda de quase todos os paradigmas científicos, sociais e econômicos. Nanotecnologia, microbiologia, projeto genoma, matriz energética, 5G e 6G, Internet das coisas etc.
Nós gastamos trilhões em 20 anos para produzir uma geração “Nem-Nem” de mimados, estúpidos, deprimidos, feminilizados ou masculinizados, vazios, idiotas e arrogantes, que votam num PT, num PSOL e morrem de medo de se tornar adultos. Uma legião de falsos graduados sem possibilidade de emprego, endividados com o FIES, caminhando para a meia idade, morando com os pais e frequentando a marcha da maconha porque precisam urgentemente se alienar e legalizar seu suicídio.”
(Maurício Mühlmann Erthal)

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A HISTORIA DO BRASIL E AS ELEIÇÕES 2020

COMECE A PROCURAR ALGO NOVO NA VOTAÇÃO MUNICIPAL DESTE ANO.

👍. Não é fácil tomar decisão, mas eu tomei e espero que você faça o mesmo.

Vou lembrar você da história do Brasil, assim fica mais fácil você tomar a decisão, veja:

VOCÊ ESTUDOU HISTÓRIA DO BRASIL?

Certamente em nenhuma escola te ensinaram o que se segue.

SEIS CONSTITUIÇÕES FEDERAIS
1891
1934
1937
1946
1967
1988

9 MOEDAS
Réis: até 1941
Cruzeiro: 1942
Cruzeiro Novo: 1967
Cruzeiro: 1970
Cruzado: 1986
Cruzado Novo: 1989
Cruzeiro: 1990
Cruzeiro Real: 1993
Real: 1994

SEIS VEZES CONGRESSO FECHADO
1891
1930 – 34
1937 – 46
1966
1968 – 69
1977

SEIS GOLPES DE ESTADO
1889
1930 – 34
1937 – 45
1945
1955
1964 – 85

UM PLEBISCITO IGNORADO
Venda de armas: 2005

13 PRESIDENTES QUE NÃO CONCLUÍRAM O MANDATO
Deodoro: 1891
Afonso Penha: 1909
Rodrigues Alves: 1918
Washington Luís: 1930
Júlio Prestes: 1930
Vargas: 1945 e 1954
Carlos Luz: 1955
Jânio Quadros: 1961
João Goulart: 1964
Costa e Silva: 1969
Tancredo Neves: 1985
Collor: 1992
Dilma: 2016

31 PRESIDENTES NÃO ELEITOS DIRETAMENTE (também considerando posse de interinos)
Deodoro: 1889*
Floriano Peixoto: 1891*
Prudente: 1894*
Campos Sales: 1898*
Rodrigues Alves: 1902*
Afonso Penha: 1906*
Nilo Peçanha: 1909*
Fonseca: 1910*
Venceslau: 1914*
Rodrigues Alves: 1918*
Delfim Moreira: 1918*
Epitácio: 1919*
Arthur: 1922*
Washington Luis: 1926*
Júlio Prestes: 1930*
Vargas: 1930
José Linhares: 1945
Café Filho: 1954
Carlos Luz: 1955
Nereu Ramos: 1955
Ranieri Mazilli: 1961
João Goulart: 1961
Castelo Branco: 1964
Costa e Silva: 1967
Médici: 1969
Geisel: 1974
Figueiredo: 1979
Tancredo Neves: 1985
José Sarney: 1985
Itamar Franco: 1992
Michel Temer: 2016
*Presidentes do Período da República Velha marcado pelas fraudes eleitorais e o coronelismo.

31 REVOLTAS E GUERRILHAS
Golpe Republicano: 1889
Primeira Revolta de Boa Vista: 1892-1894
Revolta da Armada: 1892-1894
Revolução Federalista: 1893-1895
Revolta de Canudos: 1893-1897
República de Curani: 1895-1900
Revolução Acreana: 1898-1903
Revolta da Vacina: 1904
Segunda Revolta de Boa Vista: 1907-1909
Revolta da Chibata: 1910
Guerra do Contestado: 1912-1916
Sedição de Juazeiro: 1914
Greves Operárias: 1917-1919
Levante Sertanejo: 1919-1930
Revolta dos Dezoito do Forte: 1922
Revolução Libertadora: 1923
Coluna Prestes: 1923-1925
Revolta Paulista: 1924
Revolta de Princesa: 1930
Revolução de 1930: 1930
Revolução Constitucionalista: 1932
Revolta Mineira: 1935-1936
Intentona Comunista: 1935
Caldeirão de Santa Cruz do Deserto: 1937
Revolta das Barcas: 1959
Regime Militar: 1964
Luta Armada: 1965-1972
Guerrilha de Três Passos: 1965
Guerrilha do Caparaó: 1967
Guerrilha do Araguaia: 1967-1974
Revolta dos Perdidos: 1976

🤔 Como pode tanta gente realmente acreditar que o país sempre foi tranquilo e só agora que está com algum distúrbio?

Vivemos em um país que sempre foi manipulado pela classe política e seus interesses.

Temos uma elite política, judicial corrupta, doutrinada a deixar de lado seus pares:

O POVO.

Na verdade, “a vontade que emana” são DELES próprios e das organizações que os corrompem… essas ratazanas eleitas por um povo bom carente, faminto e sedente por justiça e fim de privilégios, mas que ainda não sabe votar.

ESTÁ LANÇADO UM DESAFIO.

COMECE A PROCURAR ALGO NOVO NA VOTAÇÃO MUNICIPAL DESTE ANO.

HAVEREMOS DE TRANSFORMAR PELA BASE, A NOSSA PÁTRIA MÃE GENTIL…

Você pode ser um agente de transformação.

Esclareça as pessoas com as quais se relaciona

O PICO SERÁ EM MARÇO.

O PICO SERÁ EM ABRIL.

O PICO SERÁ EM MAIO.

O PICO SERÁ EM JUNHO.

-MANDETTA, GOVERNADORES, PREFEITOS, CONGRESSO, STF E MÍDIA PODRE que se dane…

“Quer dizer que:

– Prenderam todos em casa;

– Não deixam vocês trabalharem;

– Acabaram com a liberdade de ir e vir de todos nós;

– Fizeram acordo com as concessionárias de telefonia para saber onde cada um está;

– Estão impedindo que repassem mensagens para mais de uma pessoa pelo WhatsApp;

Eu copiei para vc mandar para mais 5 pessoas;

– Soltaram todos que foram presos em segunda instância;

Quem não foi solto nesta, estão sendo soltos agora, de corruptos a ladrões de rua;

– Estão endividando o país para nos empobrecer de vez;

– Estão usando a cloroquina na rede privada, mas não na rede pública;

– Estão prendendo os trabalhadores;

– Jornalistas, parlamentares, governadores, prefeitos, juízes do STF e outros podem falar o que quiserem, menos o Presidente da República, este não!

E você, o que está fazendo?

Batendo panela?

Vendo a Globo e a CNN?

Quando é que você vai se dar conta que já roubaram teu emprego, tua liberdade, tua privacidade, teu direito de livre expressão, tua segurança, teu futuro, enfim, já estamos numa ditadura…

Basta derrubarem Bolsonaro para virarmos uma Venezuela.”

Lembro mais uma vez o que disse o terrorista Zé Dirceu, condenado a mais de 30 anos de prisão:

“NÓS VAMOS TOMAR O PODER, QUE É DIFERENTE DE GANHAR ELEIÇÃO.”

ESTAMOS PERDENDO TUDO, MAS COMO OTÁRIOS, CONTINUAMOS ACEITANDO O QUE A MÍDIA FALA!

DESLIGUEM A TV!

PARA VIRARMOS VENEZUELA SÓ FALTA A ECONOMIA FALIR E O BOLSONARO SAIR!👍.

👍😃. Vc é brasileiro? Vc vota? Vc quer democracia? Comece a trabalhar agora, não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, envie para mais 5 parentes e amigos, eu enviei para 2500 aproximadamente.
Minha parte estou fazendo, faça a sua se ama sua família.😃👍.

#ReageBrasil 🇧🇷

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AS CINCO GRANDES QUADRILHAS

Resumo efetuado pelo Excelentissimo Juiz Dr. Erick Bretas, em março deste ano, para ajudar de maneira simples, àqueles que tentam entender o que se passa no Brasil Corrupto.

“Se você analisa as delações da JBS, as da Odebrecht e as das demais empreiteiras, a conclusão é mais ou menos a seguinte:

O Brasil foi dividido entre 5 (cinco) grandes quadrilhas nas últimas duas décadas.

A maior e mais perigosa, diferentemente do que diz o Joesley, é a do PT. Era a mais estruturada, mais agressiva, mais eficiente e com planos de perpetuação no poder. Comandava a Petrobras, vários fundos de pensão e dividia o poder com as quadrilhas do PMDB nos bancos públicos. Sua maior aliada econômica foi a Odebrecht.
O chefão supremo era o Lula. Palocci e Mantega, os operadores econômicos. Era o Comando Vermelho da política: pra se manter na presidência eram capazes de fazer o Diabo.

A segunda maior é a do PMDB da CÂMARA. Seus principais chefões eram Temer e Eduardo Cunha. Eliseu Padilha, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco e Henrique Eduardo Alves eram os subchefes e Lúcio Funaro era o operador financeiro. Mandavam no FI-FGTS, em diretorias da Caixa Econômica, em fundos de pensão e no ministério da Agricultura. Por causa do controle desse último órgão, tinha tanta influência na JBS. Era o ADA dos políticos — ou seja, mais entranhada nos esquemas do poder tradicional e mais disposta a acordos e partilhas.

A terceira é a do PMDB do SENADO. Seu chefão é Renan Calheiros. Seu guru e presidente honorário, José Sarney. Edison Lobão, Jader Barbalho e Eunício Oliveira são outras figuras de proa. Mandava nas empresas da área de energia e tinha influência nos fundos de pensão e empreiteiras que atuavam no setor. Vivia às turras com a quadrilha do PMDB na CÂMARA, que era maior e mais organizada.

A quarta é o PSDB paulista, cuja figura de maior expressão é o Serra. Tinha grande independência das quadrilhas de PT e PMDB porque o governo de São Paulo era terreno fértil em licitações e obras. A empresa mais próxima do grupo era a Andrade Gutierrez, mas também foi financiada por esquemas com Alstom e Odebrecht.

A quinta e última é o PSDB de Minas — ou, para ser mas preciso, o PSDB do Aécio. Era uma quadrilha paroquial, com raio de ação mais restrito, mas ainda assim mandava em Furnas e usava a Cemig como operadora de esquemas nacionais, como o consórcio da hidrelétrica do Rio Madeira.

Em torno dessas “big five” flutuavam bandos menores, mas nem por isso menos agressivos em sua rapinagem — como o PR, que dava as cartas no setor de Transportes, o PSD do Kassab, que influenciava ministérios poderosos como o das Cidades, o PP, que compartilhava a Petrobras com o PT, e o consórcio PRB-Igreja Universal, que tinha interesses na área de Esportes.

Havia também os bandos estritamente regionais, que atuavam com maior ou menor grau de independência em relação aos nacionais. O PMDB do Rio e seu inacreditável comandante Sérgio Cabral, por exemplo, chegaram a ser mais poderosos que os grupos nacionais. Fernando Pimentel comandando uma subquadrilha petista em Minas. O PT baiano também tinha voo próprio. Elas se diferenciam das quadrilhas tucanas que estavam apenas circunstancialmente restritas aos territórios que comandavam mas sempre tiveram aspirações e influência nacionais.

Por fim, vinham parlamentares e outros políticos do Centrão, que eram negociados de maneira transacional no varejo: uma emenda aqui, um caixa 2 ali, uma secretaria acolá…

Digo tudo isso não para reduzir a importância do PT e o protagonismo do Lula nos crimes que foram cometidos contra o Brasil. Lula tem de ser preso e o PT tem que ser reduzido ao tamanho de um PSTU.

Mas ninguém pode dizer que é contra a corrupção se tolerar as quadrilhas do PMDB ou do PSDB em nome da “estabilidade”, “das reformas” ou de qualquer outra tábua de salvação que esses bandidos jogam para si mesmos.

E que ninguém superestime as rivalidades existentes entre esses cinco grandes grupos. Em nome da própria sobrevivência eles são capazes de qualquer tipo de acordo ou acomodação e farão de tudo para obstruir a Lava Jato.”

Didático e definitivo.

Mais didático que o PowerPoint.

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FICA EM CASA

Dedico aos desinformados:
*💫 FICA EM* 💫
*CASA*

Faz 2300 anos, muito antes do Islã, os árabes descobriram que obrigar as pessoas a cobrir o nariz e a boca, quebrava sua vontade e individualidade, e as despersonalizava.
As tornavam mais submissas. Por isso impuseram a toda mulher o uso obrigatório de um véu sobre o rosto.
Logo o Islã converteu isso em um símbolo de submissão da mulher à Alah, ao homem dono do Harem,e ao Rei.

A psicologia moderna explica isso: sem um rosto não existimos como Seres independentes. A criança se olha no espelho entre dois e três anos e se descobre como um ser independente. Poucos animais prestam atenção no espelho, somente os golfinhos e os chimpanzés, o restante somente se individualiza por outros meios, por exemplo seu olfato…

Aquele que não conhece a sua história está condenado a repeti-la…

☣️FICA EM CASA ☣️:
Que nós te deixaremos sem trabalho e levaremos tua empresa a bancarrota, essa que te custou tantos anos em criar.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Que nós decidimos por ti; a que horas podes sair e em que condições.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Que “nós” (teus donos) decidiremos como vais morrer e quando.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Mesmo que não tenhas dinheiro para comprar comida.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Mesmo que restem poucos anos de vida à tua mãe ela te necessite.

☣️FICA EM CASA ☣️:
E não veja teus netos com dúvida que talvez te contagiem.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Mas ainda assim tens que seguir pagando teus impostos mesmo que não geres entradas.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Enquanto nós criamos cortinas de fumaça para que te distraias e vivas confuso com coisas banais e absurdas, e não vejas o que realmente estamos fazendo com teus direitos.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Enquanto reinventamos a economia tirando-te teu meio de sobrevivência, porque não podes fazer nada, e te empurraremos algum “estudo” que te faça acreditar que tudo está bem, e os policiais farão com que cumpras “nossas” ordens.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Porque se saíres fora de tua casa corres o risco de morrer de uma gripe com 2% de mortalidade.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Assim podemos executar nosso plano sem escutar protestos, porque de nada te servem teus direitos porque estão restritos .

☣️FICA EM CASA ☣️:
Assim podemos te controlar melhor com nossos dispositivos aéreos ainda que tu penses que são naves espaciais de outro planeta.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Assim podemos continuar com nossa agenda mundial sem interferências.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Que nós te deixaremos uma lista de entretenimento virtual para que não faças perguntas sobre a nova normalidade.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Que nós estamos trabalhando duro para nos asseguramos de que a cada dia estejas mais distante de teus vínculos e te meteremos mais medos.

☣️FICA EM CASA ☣️:
E cuidado com o que fazes porque teus vizinhos também atuam como nossos policiais.

☣️FICA EM CASA ☣️
Não te exponhas à luz solar, nem aos germes, assim terminamos de destruir teu sistema imunológico.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Falando banalidades ao telefone de coisas absurdas enquanto nós escutamos tuas chamadas e nos aproximamos um pouco mais do plano perfeito.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Não uses o pouco dinheiro que te resta, assim o tiramos de circulação e criamos uma só moeda.

☣️FICA EM CASA☣️:
Assim podemos subir torres radioativas sem que percebas isso.

☣️FICA EM CASA ☣️:
E se sair, tens que colocar uma máscara, para gerar separação, não imunidade .

☣️FICA EM CASA ☣️:
Te afastes de tudo que te faz humano, assim nossa interferência é mais sutil e não encontrarás culpáveis.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Assim vamos estudando teu comportamento já que isso será a nova normalidade.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Como quando o modelo hitleriano dava ordens e as pessoas cumpriam.
Só que ele fazia isso com armas e nós com teu medo.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Não lutes por teus direitos como cidadão nem por tua família, te queremos dócil, não rebelde.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Sem liberdade, sem trabalho, sem férias, sem capacidade de discernir, sem viagens, sem futuro, sem escola, mas com Netflix.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Enquanto seguimos gestando uma ditadura graças à tua ignorância e tolerância.

☣️FICA EM CASA ☣️:
Até que te desumanizes por completo e percas a empatia pela tua gente criando uma divisão impossível de remediar.

☣️FICA EM CASA☣️:
E REPITA ESTA MENSAGEM MIL VEZES E DIGA PARA OUTROS QUE TAMBÉM REPITAM.

PORQUE DE TANTO REPETIR , VAIS ACABAR ACREDITANDO.
NÃO POR DOIS MESES OU UM ANO, SENÃO PELO RESTO DE TUA VIDA.

Entera-te, não te querem saudável, te querem escravo.

Pelo VERDADEIRO DESPERTAR E PELA VERDADEIRA LIBERDADE !!!
💫……🙋🏻‍♀️…….💫

N.E. Desconheço a autoria.

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O que é GASLIGHTING?

O que é GASLIGHTING?

Texto traduzido.

O termo se origina na manipulação psicológica sistemática de uma vítima por seu marido na peça de teatro de Patrick Hamilton de 1938, Gas Light, e nas adaptações para o cinema lançadas em 1940 e 1944. Na história, o marido tenta convencer sua esposa e outras pessoas de que ela é louca *manipulando* pequenos elementos de seu ambiente e insistindo que ela está errada, lembrando-se das coisas incorretamente ou delirando quando aponta essas mudanças. O título da peça alude a como o marido abusivo lentamente apaga as luzes de gás em sua casa, enquanto finge que nada mudou, em um esforço para fazer sua esposa duvidar de suas próprias percepções. A esposa pede repetidamente ao marido que confirme suas percepções sobre as luzes que estão diminuindo, mas, desafiando a realidade, ele continua insistindo que as luzes são as mesmas e, em vez disso, é ela quem está enlouquecendo.

Estamos vivendo em um estado perpétuo de iluminação a gás.
A realidade de que a mídia nos diz é totalmente diferente do que vemos com nossos próprios olhos.
E quando questionamos a falsa realidade que estamos sendo apresentados, ou afirmamos que o que vemos é essa realidade real, somos vilipendiados como racistas ou intolerantes ou simplesmente loucos. Você não é racista. Você não é louco. Você está sendo manipulado.

O estado de Nova York tem duas vezes mais mortes por Covid-19 do que qualquer outro estado, e Nova York foi responsável por um quinto de todas as mortes de Covid-19, mas somos informados de que o governador de Nova York, Andrew Cuomo, lidou com a pandemia melhor do que qualquer outro governador.
Mas se apoiarmos políticas de governadores cujos estados tiveram apenas uma fração das infecções e mortes de Nova York, seremos chamados de anticientíficos e queremos que as pessoas morram. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Vemos multidões saqueando lojas, quebrando janelas, incendiando carros e queimando prédios, mas somos informados de que essas manifestações são protestos pacíficos. E quando chamamos isso de destruição de nossas cidades, motins, somos chamados de racistas. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Vemos que o maior problema que destrói muitos centros urbanos é o crime; assassinato, violência de gangues, tráfico de drogas, tiroteios, assaltos à mão armada, mas dizem que não é o crime, mas a polícia que é o problema nas cidades do interior. Somos informados de que devemos despojar a polícia e remover a aplicação da lei de cidades crivadas de crime para torná-las mais seguras. Mas se advogarmos por mais policiamento nas cidades invadidas pelo crime, seremos acusados ​​de sermos supremacistas brancos e racistas. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Os Estados Unidos da América aceitam mais imigrantes do que qualquer outro país do mundo. A grande maioria dos imigrantes são “pessoas de cor”, e esses imigrantes estão desfrutando de liberdade e oportunidades econômicas não disponíveis para eles em seu país de origem, mas somos informados de que os Estados Unidos são o país mais racista e opressor do planeta, e se discordamos, somos chamados de racistas e xenófobos. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Os países capitalistas são os países mais prósperos do mundo. O padrão de vida é o mais alto nos países capitalistas. Vemos mais pessoas pobres subindo na escada econômica para a classe média e até mesmo para a classe rica por meio de seu esforço e habilidade nos países capitalistas do que em qualquer outro sistema econômico do mundo, mas somos informados que o capitalismo é um sistema opressor projetado para manter as pessoas para baixo. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Os países comunistas mataram mais de 100 milhões de pessoas no século XX. Os países comunistas privam seus cidadãos dos direitos humanos básicos, ditam todos os aspectos de suas vidas, tratam seus cidadãos como escravos e derrubam suas economias, mas somos informados de que o comunismo é o sistema econômico mais justo, equitativo, livre e próspero no mundo. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

O exemplo mais flagrante de Gaslighting é o conceito de “fragilidade branca”. Você passa a vida tentando ser uma boa pessoa, tentando tratar as pessoas com justiça e respeito. Você rejeita o racismo e a intolerância em todas as suas formas. Você julga as pessoas apenas pelo conteúdo de seu caráter e não pela cor de sua pele. Você não discrimina com base na raça ou etnia. Mas dizem que você é racista, não por causa de algo que você fez ou disse, mas apenas por causa da cor da sua pele. Você sabe instintivamente que acusar alguém de racismo por causa da cor da pele é em si racista. Você sabe que não é racista, então defende a si mesmo e seu caráter, mas lhe dizem que sua defesa de si mesmo é a prova de seu racismo. Então, nós nos perguntamos, estou louco? Não, você está sendo manipulado.

Gaslighting tornou-se uma das táticas mais difundidas e destrutivas da mídia atual e de alguns governos. É exatamente o oposto do que nosso sistema político deveria ser. Trata-se de mentiras e coerção psicológica, e não da verdade e do discurso intelectual. Se você já se perguntou se você é louco, não é. Pessoas loucas não são sãs o suficiente para se perguntar se são loucas. Então, confie em si mesmo, acredite no que está em seu coração. Confie em seus olhos sobre o que é dito. Nunca dê ouvidos às pessoas que dizem que você é louco, porque você não é, você está sendo manipulado.

Sófocles disse: *O que as pessoas acreditam prevalece sobre a verdade*

E é isso que a mídia está tentando explorar.
Não se permita ser MANIPULADO.

Texto não é de minha autoria, mas remete a uma sincera e necessária reflexão.

Crie confusão e perturbe o ambiente claro, assim apanharás facilmente a sua presa.
Vivemos uma época onde as informações são confusas e uma rede está armada.

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STF – OS EUNUCOS MORAIS

STF – OS EUNUCOS MORAIS.
Carlos José Ribeiro do Val

*Eunuco*
substantivo masculino
1. no Oriente, homem castrado que tinha a função de guardar as mulheres do harém.
2. POR ANALOGIA
indivíduo débil e impotente, física e/ou espiritualmente.

*Somente daqui a alguns anos a nação brasileira vai entender o tamanho do dano que o Supremo Tribunal Federal está fazendo com esse país*

E estão fazendo isso por diversas razões.

Uma delas é porque são um bando de egocêntricos apátridas embriagados pelo poder, psicologicamente imaturos, e que não tem grandeza moral para desempenharem o papel de juízes.

Eles são aproveitadores das benesses e das carcaças de um país apodrecido pela corrupção, cujos políticos ladrões são amparados pelo foro privilegiado, pela lentidão planejada da justiça, e pela fraqueza moral que impera principalmente naquela corte.

São coadjuvantes da destruição de uma democracia que começava a despontar, hipócritas de um teatro macabro, vassalos da criminalidade.

Esse fantasma vai seguramente assombrar os seus descendentes, mas nem isso os afeta.

Ao invés de guardiães da Constituição como se arvoram, são os prostitutos constitucionais, estafetas da imoralidade e da desesperança, gigolôs do poder absoluto das contravenções, e dos seus defensores feitos milionários pelo dinheiro do crime vindo dos cofres públicos, pelo Dinheiro dos Impostos que nós Brasileiros Pagamos.

Eles não sabem o que é construir uma nação.

*Eles se dobram a um líder corrupto, bêbado, vendedor de ilusões, e entregador de desgraças, que quebrou o país e as suas instituições*

Esses supostos juízes são mais baixos que os desinformados que votam no ilusionista pigmeu, amoral e analfabeto.

Eles são cúmplices do populismo devorador do progresso e do desenvolvimento.

São verdadeiros assassinos da evolução civilizatória de um povo.

Esses lenientes doentios, pretensos artistas eruditos de televisão, consumidos por uma vaidade injustificada com tintas de psicopatia, são os torpedeadores da esperança nacional.

Os trejeitos efeminados de um deles, na tentativa de projetar uma grandeza inexistente revela a fraqueza moral e a vaidade desmedida.

Os argumentos exagerados e mutantes do outro revela que Saulo Ramos tinha razão; é um juiz de merda.

As mudanças de opinião de outro revela o caráter mercantilista de sua personalidade e o DNA coronelista que não consegue disfarçar.

A necessidade de outro de agradecer o emprego arrumado pela mãe, através da amizade com a mulher do presidente ultrapassa todos os limites, chega a ser patética, se não fosse trágica, o seu clamor por generosidade para com o corrupto condenado.

Outro, advogado partidário, não precisaria estar lá, bastaria enviar o voto pelo correio, pois todos os brasileiros já sabem como vai votar.

*É um voto partidário, a favor do Crime digo, da criminalidade*

*Essa corte é o próprio retrato de Sodoma e Gomorra, chegamos ao fim dos tempos*

Depois de Lula, eles vão libertar Cabral, Cunha, Geddel, Palocci, Beira-Mar, só para mencionar uns poucos.

É só questão de mais um pouquinho de Tempo.

Esses exploradores do lenocínio político que se tornou a nossa nação transformaram a Suprema Corte em guardiã do assalto aos cofres públicos, protetora das máfias partidárias, masturbadores persistentes das mazelas nacionais.

A Quadrilha do STF é pior que Lula, Michel Temer, Palocci, Geddel, Lucio Vieira Lima, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Romero Jucá, Jader Barbalho, juntos.

Esse pessoal só queria roubar a nação, eles tinham um propósito.

Mas eles não tinham o poder de condenar a nação ao eterno inferno do subdesenvolvimento e da violência.

Os políticos podem ser expulsos pelo voto, o que não é possível com os “Kalifas do STF”.

Que deveriam ser juízes em benefício do povo e não no próprio.

Eles só podem ser retirados pelo Congresso, onde estão os corruptos que os colocaram lá.

Eles tem o poder de condenar o país ao inferno do subdesenvolvimento, e decidiram fazer exatamente isso.

O pequeno e frágil conjunto de regras da democracia é constantemente estuprado pelos parasitas supremos, para proteger criminosos famosos.

Então eles são mais criminosos do que os criminosos que protegem.

Quem defende bandido, bandido é.

Veja-se a decisão da cassação da chapa Dilma-Temer, onde o Presidente na época prestou um serviço sujo ao seu mestre, deturpando a legislação e a constituição, para mostrar gratidão a quem lhe deu o emprego.

Veja-se o outro soltando o amigo e parceiro de negócios do Rio, Barata o Sócio nos Ônibus do Rio, por diversas vezes seguidas.

*Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei*

E o outro que pediu vistas do caso do foro privilegiado, depois de já ter a maioria formada.

É ou não é um agente do obscurantismo defendendo o interesse dos seus mestres.

Os longos e hipócritas argumentos de proteção da constituição proferidos quando a televisão está filmando se esvaem quando, em lugar da proteção da constituição, entregam a cocaína da leniência populista e hipócrita para deleite dos saqueadores da nação.

São todos muito iguais, nomeados pelos criminosos que deveriam julgar, parceiros nos crimes contra a nação.

Eles são, da mesma forma que os corruptos, traidores da nação e dos brasileiros em geral.

*Diga-se por justiça, que não são todos iguais*

A Corte faz uma maioria macabra, mas existem almas solitárias que se rebelam contra isso, em homenagem à própria consciência, mas são minoria.

Essa corte poderia se chamar Supremo Tribunal da Fornicação, ou Tribunal da Eterna Prescrição.

Quadrilha que ao longo da sua história, julgou menos de 5% dos processos que lá chegaram.

*Vejam o caso de Renan Calheiros, com 11 processos e nenhum anda*

Romero Jucá, Eliseu Padilha, Michel Temer, Lucio Vieira Lima, só para mencionar alguns nomes. Meu Deus, o Brasil não merece isso.

Todos esse pessoal está protegido pelo STF.

E agora o princípio Lula vai valer para todos. Os criminosos da Lava Jato vão estar todos soltos, desfrutando do saque dos últimos anos, e dividindo com os coadjuvantes dessa obra grotesca.

Esses juízes não se importam se os seus nomes fizerem parte do esgoto da história.

Eles querem o aqui e agora… que se Fôda o futuro.

São hedonistas, amorais radicais, midiáticos embriagados, não se importam em ser vilões, desde que sejam remunerados adequadamente e estiverem na TV.

O maior mercador da Corte se comporta como Primeiro Ministro e degusta da mesma forma o poder sobre o presidente e parlamentares enrolados, como do comando dos jagunços de Mato Grosso.

Ele aprecia muito os dois papéis.

Esse é o maior psicopata, que tem os políticos todos na mão, e sem nenhum pudor desfruta disso avassaladoramente.

O que fazer?

Precisamos no mínimo execrar esses personagens macabros da desgraça nacional.

Ir para ruas.

Introduzir mais leis de iniciativa popular.

Mudar a forma de indicar os juízes da Suprema Corte. Bandidos no Executivo, bandidos no Legislativo, e bandidos no Judiciário, todos se protegem, não farão leis que beneficiem o país, a não ser com pressão popular.

Votem em pessoas que nunca estiveram lá. Vamos trocar todos.

Só o povo na rua para acabar com esse incesto criminoso entre membros de todos os poderes. Vamos começar indo para rua , para tentar reverter o salvo conduto do molusco pinguço e doente.”

“(Nota: essa publicação tem autor e notoriedade pública)”

Agora, somente cabe a nós povo de bem; fazer circular, com a mais absoluta velocidade, tal qual à da luz, ok?

Por favor ajude as nossas Crianças e os nossos indefesos.

IMPOSSÍVEL A UM BRASILEIRO DE BEM NÃO DIVULGAR ESSE TEXTO E PRINCIPALMENTE NÃO SEGUIR SUAS RECOMENDAÇÕES
SE NÃO INICIARMOS JÁ UMA COMPLETA FAXINA NESSE SUPREMO E NO GALINHEIRO DO CONGRESSO , NÃO RESTARÁ NEM CINZAS DO QUE UM DIA JÁ FOI UMA NAÇÃO.

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TRAIÇÃO NO GOVERNO?

Por muito pouco, Renato Feder não foi nomeado como novo ministro da Educação. Quando soube que uma pessoa ligada ao empresário Jorge Paulo Lemann estava para ser anunciado por Jair Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia movimentou sua assessoria e pediu para que lhe colocassem em contato telefônico com o presidente. Enquanto isso, pediu que deputados evangélicos “levantassem a ficha” de Feder.

Com um dossiê completo em mãos, Malafaia foi atendido por Bolsonaro em um telefonema e fez uma cobrança ao presidente da República: que ele não abandonasse suas crenças, que não abandonasse a Palavra de Cristo. Então Silas Malafaia resolveu ser mais direto ao ponto e praticamente exigiu que o presidente não colocasse à frente do MEC uma pessoa que defende a legalização das drogas.

Bolsonaro se mostrou surpreso com o que acabava de ouvir e pediu que Silas Malafaia explicasse melhor sobre o que estava falando. Foi aí que o líder da Assembleia de Deus mostrou “o outro lado” do currículo de Renato Feder, como a ligação com Lemann, a doação para a campanha de João Doria, e bom trânsito com ferrenhos críticos do governo, como MBL e Luciano Huck, além da boa relação com ONG’s e sindicatos ligados à partidos da extrema-esquerda.

*Jair Bolsonaro ficou bastante irritado e fez um desabafo a Silas Malafaia*. O presidente reclamou que *pessoas do governo não estão passando as informações completas como deveriam*. De acordo com apuração feita por O Congressista, essas pessoas são os generais *Walter Braga Netto*, ministro-chefe da Casa Civil, e *Luiz Eduardo Ramos*, da Secretaria de Governo. É a primeira vez que se tem notícia de Bolsonaro reclamando dos seus dois conselheiros mais próximos.

Outra informação levantada por O Congressista é que o presidente Jair Bolsonaro está bastante nervoso com o fato de vários veículos da imprensa brasileira terem noticiado ao longo de sexta-feira que a nomeação de Renato Feder para o MEC já estava definida. Bolsonaro também acredita que essas notícias foram ao ar por informações passadas por Braga Netto e Ramos para jornalistas.

Corre nos bastidores do Palácio do Planalto que a denominada “ala militar” do governo, encabeçada justamente por Braga Netto e Luiz Eduardo Ramos, trabalha incansavelmente para afastar Jair Bolsonaro dos seus apoiadores conservadores, que também são chamados de “olavistas” por esses militares. Acredita-se que o vazamento da informação sobre a nomeação de Feder foi motivada por esse objetivo.

Ainda não é possível afirmar que os dois citados estejam correndo risco de demissão, já que eles ocupam funções bastante estratégicas dentro do governo. Porém, até mesmo outros militares como General Heleno e Tarcisio Gomes de Freitas acreditam que Braga Netto e Ramos estão “passando dos limites” na briga contra os apoiadores conservadores do presidente.

Vale lembrar que assim como Renato Feder, Carlos Alberto Decotelli também era uma indicação de Braga Netto e Ramos. Portanto, já são dois nomes que a chamada cúpula positivista do governo tentou levar para o MEC e não conseguiu. E as duas derrotas aconteceram na mesma semana.

Fontes consultadas por O Congressista informaram que Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do MEC, Sérgio Sant’Ana, ex-assessor do próprio Weintraub, e Ilona Becskeházy, atual secretária de Educação Básica do MEC, continuam com chances de serem o escolhido, mas o candidato mais forte é Anderson Correia, ex-presidente da Capes e atual reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Trata-se de um militar que também é evangélico e que já é conhecido de Bolsonaro há bastante tempo.

*Fonte* – O Congressista

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EM DEFESA DA VIDA

Sábado, 27 de junho de 2020

A TODOS OS QUE DEFENDEM A VIDA E A FAMÍLIA,

A deputada Natália Bonavides (PT-TN), relatora do PL 1444/2020 e dos demais apensados ao projeto, apresentou na quarta feira dia 24 de junho um substitutivo contendo uma síntese dos vários projetos que estavam apensados ao PL 1444/2020, referentes a medidas de apoio à mulher vítima de violência durante a pandemia de Coronavirus.

Este substitutivo deveria ter sido votada na quinta feira dia 25 de junho, mas a pedido de vários deputados, para os quais não estava claro se o projeto realmente promovia do aborto, foi retirado de pauta. Pretende-se votar o substitutivo na quarta ou quinta feira dias 1 ou 2 de julho.

O desafio para os que defendem a vida e a família nesta semana será o de mostrar claramente aos parlamentares que o projeto realmente contempla a promoção do aborto.

O relatório da Deputada Natália, juntamente com o substitutivo, pode ser lido na íntegra neste endereço:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Relatorio-2020-06-24.pdf

Segue uma breve análise dos problemas do substitutivo, acompanhado de um resumo do que pode ser feito.

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HISTÓRICO ESSENCIAL.

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Um breve histórico é essencial para entender-se por que uma lei que não menciona o aborto em nenhum momento pode ser aprovado com o fim de promover a sua prática.

Os grandes iniciadores da Cultura da Morte foram, entre os anos 60 e 90, as Fundações Rockefeller e Ford, às quais, a partir dos anos 90, foram se agregando, a convite da Fundação Ford, após a apresentação, por parte desta, da Nova Estratégia de Direitos Sexuais e Reprodutivos para os anos 90, uma grande quantidade de outras fundações e organismos internacionais.

No Brasil a Cultura da Morte se estabeleceu no Brasil quando, em 1989, a Fundação McArthur decidiu, em cooperação com a Fundação Ford, concentrar seus esforços para promover a legalização do aborto em quatro países estrategicamente escolhidos: o Brasil, o México, a Índia e a Nigéria. Ao mesmo tempo criou-se em São Paulo, no Hospital do Jabaquara, o primeiro
serviço para disponibilizar gratuitamente à população abortos em casos de estupro. A Fundação McArthur trabalhou para ampliar a rede destes serviços para todo o Brasil, financiou os estudos de vários futuros líderes do movimento a favor do aborto, incluindo a professora Débora Diniz, a qual veio a se tornar uma de principais ativistas do aborto no Brasil, promoveu a propaganda entre os médicos brasileiros para que estes pedissem regularmente alvarás judiciais sempre que encontrassem uma gestação de um bebê defeituoso com a finalidade de criar predcedentes legais para a ADPF 54 que sentenciou a favor do aborto dos anencéfalos, criou a Rede Feminista
de Direitos Sexuais e Reprodutivos, uma rede da qual participaram várias centenas de organizações a favor do aborto, apoiou a edição da Norma Técnica do Ministério da Saúde sobre o aborto em casos de violência sexual, financiou editoras de livros didáticos sobre educação sexual, criou e trouxe para o Brasil uma grande variedade de ONGs que trabalharam pela promoção do aborto, assessorou o governo para promover a legalização do aborto no país. No meio feminista todas sabiam que se alguém precisasse de recursos para promover o aborto, bastava recorrer à Fundação MacArthur.

Em 2002 a Fundação McArthur publicou um relatório sobre o que havia aprendido no Brasil. Neste relatório ela afirmava que, diante dos esforços que haviam sido desenvolvidos pela Fundação na década de 90, o Brasil já estava pronto para legalizar o aborto, bastantodo para isto que o governo apresentasse uma proposta de lei neste sentido.

O Relatório de 2002 da Fundação McArthur pode ser lido neste endereço:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/MacArthurLessonsLearned.pdf

Seguindo as recomendações da MacArthur, entre os principais passos do governo Lula no sentido de legalizar o aborto estão, em primeiro lugar, a publicação, em 2004, pelo Ministério da Saúde, de uma Norma Técnica sobre o Tratamento dos Agravos à Violência contra a Mulher, na qual a gestante que pretendesse realizar um aborto em caso de estupro não necessitaria mais provar o estupro, nem sequer apresentar um boletim de ocorrência. Bastaria sua palavra, que deveria ser aceita com presunção de credibilidade pelos médicos.
Conforme a Norma, para que a gestante pudesse pedir um aborto, não deveria ser exigida nenhuma prova ou documento comprovando o estupro.
Bastaria “A PALAVRA DA MULHER QUE BUSCA OS SERVIÇOS DE SAÚDE AFIRMANDO TER SOFRIDO VIOLÊNCIA, A QUAL DEVERÁ TER CREDIBILIDADE, ÉTICA E LEGALMENTE, DEVENDO SER RECEBIDA COM PRESUNÇÃO DE VERACIDADE”.

A Norma Técnica definia, ademais, o conceito de “ATENDIMENTO INTEGRAL EM CASOS DE VIOLÊNCIA” que, segundo a Norma, ainda vigente, inclui
“O ENCAMINHAMENTO PARA O ABORTO EM CASOS DE GRAVIDEZ RESULTANTE POR ESTUPRO OU, POR ANALOGIA, POR QUALQUER OUTRA FORMA DE VIOLÊNCIA SEXUAL”.

Em seguida, o presidente Lula encaminhou à Câmara, em setembro de 2005, sob a forma do Substitutivo do PL 1135/1991, um projeto que revogava todos os dispositivos do Código Penal que tipificavam qualquer forma de aborto, fazendo com que, deste modo,nenhum tipo de aborto pudesse ser considerado crime. Com isto, se o projeto tivesse sido aprovado, a prática do aborto estaria legalizada durante todos os nove meses da gestação.

Entretanto, o projeto não prosperou, o que levou o governo a, pouco a pouco, criar uma nova estratégia que consistiu na introdução da política de redução de danos e da Lei do Cavalo de Tróia, reinterpretando o significado dos conceitos de violência e de aborto.

A Política de Redução de Danos tentou ser introduzida no Brasil, sem sucesso, em 2012 e 2013. O médico pernambucano Olímpio Moraes comenta no vídeo abaixo como a estratégia da Redução de Danos obteve sucesso em alcançar a legalização do aborto no Uruguai e como o Ministério da Saúde empenhou-se em seguir a mesma estratégia no Brasil:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/ReducaoDanos.zip

Mais sucesso, porém, teve a aprovação em agosto de 2013 da Lei Cavalo de Tróia, a Lei 12.845/2013, sancionada pela presidente Dilma.

Uma cronologia detalhada de como, com ajuda das Fundaçõesinternacionais, chegou-se à aprovação da Lei Cavalo de Tróia pode ser lido, ano a ano, desde o final dos anos 80 até 2013, neste documento:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/CronologiaLei12845.pdf

A própria Lei 12.845/2013 pode ser consultada neste endereço:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12845.htm

A Lei Cavalo de Tróia, usando propositalmente uma manipulação semântica semelhante à política de redução de danos, estabelece fundamentalmente os seguintes três pontos:

[1] O artigo 1 da lei obriga todos os hospitais do SUS a oferecerem ATENDIMENTO INTEGRAL E MULTIDISCIPLINAR às vítimas de violência sexual:

ARTIGO 1. TODOS OS HOSPITAIS DO SUS DEVEM OFERECER ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
SEXUAL ATENDIMENTO INTEGRAL E MULTIDISCIPLINAR, VISANDO AO TRATAMENTO DOS AGRAVOS FÍSICOS E PSÍQUICOS DECORRENTES DE VIOLÊNCIA SEXUAL.

Note-se que, segundo a Norma Técnica de 2004, ATENDIMENTO INTEGRAL E
MULTIDISCIPLINAR À VIOLÊNCIA SEXUAL inclui o ABORTO.

[2] O artigo 2 da lei redefine o conceito de violência sexual e, por analogia, de estupro:

ARTIGO 2. CONSIDERA-SE VIOLÊNCIA SEXUAL, PARA OS EFEITOS DESTA LEI, QUALQUER FORMA DE ATIVIDADE SEXUAL NÃO CONSENTIDA

Para a Lei 12.845, tal como afirmou o Dr. Olimpio em seu vídeo sobre redução de danos, o estupro não é mais uma relação sexual obtida por meio da violência. A partir da Lei 12.845, segundo o Dr. Olimpio, se uma mulher é casada mas não queria a relação sexual com seu marido, isto já configura estupro e os médicos não tem competência para julgarem as afirmações das
mulheres.

[3] O artigo 3 da Lei Cavalo de Tróia estabelece, em palavras ambíguas, que todos os hospitais do SUS são obrigados a oferecerem aborto para as mulheres que declararem não terem consentido na sua relação sexual. Mas em vez de utiliar a palavra aborto, a lei obriga a oferecer A PROFILAXIA DA GRAVIDEZ:

Artigo 3, §4. O ATENDIMENTO IMEDIATO, OBRIGATÓRIO EM TODOS OS HOSPITAIS
INTEGRANTES DA REDE DO SUS, COMPREENDE A PROFILAXIA DA GRAVIDEZ.

Os dicionários modernos afirmam que profilaxia é A ATIVIDADE MÉDICA DESTINADA A EVITAR A PROPAGAÇÃO DE DOENÇAS.

A palavra vem do grego. PRO significa ANTES e FÍLAX significa GUARDIÃO.

Originalmente significando VIGIAR COM ANTECEDÊNCIA, nas linguas modernas SOMENTE É USADO EM RELAÇÃO A DOENÇAS. A expressão PROFILAXIA DA GRAVIDEZ, nunca usada antes na terminologia médica ou jurídica, é uma invenção da Lei Cavalo de Tróia, que passou a considerar a gravidez no mesmo nível de uma
doença.

Considerando o que é estabelecido nos artigos 1 e 2 da lei, conclui-se que PROFILAXIA DA GRAVIDEZ é uma expressão que inclui o aborto. A expressão foi propositalmente introduzida para que o sistema de saúde e os tribunais fossem obrigados a darem esta interpretação ao termo, apesar de que a palavra aborto não é usada no documento.

Para completar o conjunto somente faltava aprovar uma lei
orçamentária que liberasse verbas quantidade suficiente para poder
financiar os hospitais do SUS para estes pudessem construir e equipar
as instalações destinadas a executar a “PROFILAXIA DA GRAVIDEZ”. Para isto já não seria necessário mais mencionar o aborto na lei orçamentária. Bastaria aprovar uma lei destinada a liberar recursos para combater a violência contra a mulher a o dispositivo legal já permitiria financiar o aborto.

Foi o que aconteceu em 2014, quando foi proposto o projeto de lei 7371/2014, corretamente apelidado de PROJETO DO ABORTODUTO.

Há dois vídeos que vale a pena rever sobre o que aconteceu em 2014. O primeiro é o PL 7371 ABORTODUTO:

O outro é O QUE ESTÁ POR TRÁS DO PL 7371:

Os dois videos são curtos e diretos. O Projeto do Abortoduto, tratando aparentemente apenas criar fundos para custear treinamento e comprar “EQUIPAMENTOS DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES”,

fossem o que fossem estes equipamentos que o projeto não especificava,
estava na realidade preparando a implantação de um programa semelhante
ao da Redução de Danos já implantado no Uruguai, que levou à legalização do aborto naquele país. Médicos e peritos em administração hospitalar comentavam que nunca haviam ouvido falar de qualquer coisa que pudesse ser um “EQUIPAMENTO DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES”.

A expressão “EQUIPAMENTO DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES” aparentemente tratava-se de um eufemismo para estabelecer consultórios médicos para catapultar a política de redução de danos em matéria de abortos em todo o Brasil.

O PL 7371/2014 pretendia além disso criar um FUNDO NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, obtido principalmente através de verbas de origem internacional, mas a pressão dos brasileiros que
conseguiram denunciar as verdadeiras pretensões da iniciativa conseguiu
fazer com que o mesmo fosse retirado de pauta.

Na realidade, o que se combateu não foi a própria aprovação do projeto, mas o que se defendeu foi a sua aprovação com um artigo adicional que explicitasse que “NENHUM DOS RECURSOS ESPECIFICADOS NO PROJETO A SER APROVADO PODERIA SER APLICADO EM EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS OU ATIVIDADES QUE ENVOLVESSEM, DIRETA OU INDIRETAMENTE, O ABORTO PROVOCADO”.

As deputadas da bancada feminista recusaram-se a aceitar a proposta e
preferiram retirar definitivamente o projeto de pauta, em vez aceitarem
a contraproposta e criarem um fundo que, supostamente não tratando de aborto, apenas ajudaria a combater a violência contra a mulher.

O projeto foi retirado de pauta no dia 21 de fevereiro de 2017 e nunca mais foi reapresentado.

Agora estamos vendo ser proposto novamente o mesmo projeto.

Estão tirando proveito do fato de que

1. Devido à epidemia de coronavirus a maioria dos deputados não está em Brasília,

2. Na nova legislatura muitos dos deputados são novatos, não estavam no Congresso em 2014, e não se lembram do episódio do Projeto do Abortoduto.

3. Muitos dos brasileiros já se esqueceram do episódio do Abortoduto de 2014.

4. Alega-se que durante a pandemia do Coronovirus a violência contra a mulher aumentou e a mulher brasileira está desprotegida.

Com tudo isto, as feministas querem aprovar novamente, através do
substitutivo do PL 1444/2020, serviços e fundos para combater a violência contra a mulher, mas novamente sem acrescentar um artigo que proíba a utilização destes recursos para promover ou financiar o aborto no país.

É importante, para podermos dialogar com os parlamentares e seus gabinetes, que entendamos claramente onde o projeto revela que está abrindo as portas não apenas para a prática do aborto no Brasil, mas uma possível futura legalização.

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ANÁLISE DO SUBSTITUTIVO. I. A LEI DO
CAVALO DE TRÓIA.

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O substitutivo mostra, em vários de seus artigos, que pretende incluir o oferecimento do aborto entre suas metas.

Mas, mesmo que não fosse o caso, depois da aprovação da Lei 12.845/2013 do Cavalo de Tróia, qualquer projeto que estabeleça fundos ou recursos extraordinários para prevenir a violência contra a mulher poderá ser utilizado para a promoção e o financiamento de serviços de aborto, sob a roupagem da Redução de Danos.

Neste sentido, a Lei 12.845/2013 do Cavalo de Tróia é a verdadeira origem dos problemas causados pelo substitutivo. Em primeiro lugar, deveríamos expliocar aos parlamentares a urgência em revogar a Lei do Cavalo de Tróia.

Já existe em tramitação um Projeto de Lei que revoga a Lei Cavalo de Tróia. É o PL 6055/2013, apresentado pelo deputado Pastor Eurico e mais 13 autores.

É necessário apresentar aos parlamentares a urgência colocar em votação e aprovar o PL 6055/2013. O projeto, bastante simples, pode ser consultado neste endereço:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1113741&filename=Tramitacao-PL+6055/2013

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ANÁLISE DO SUBSTITUTIVO.
II.NECESSIDADE DE ACRESCENTAR UM ARTIGO PROIBINDO O ABORTO.

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Tal como aconteceu no PL 7371/2014 do Abortoduto, é necessário insistir com os parlamentares para que se acrescente ao substitutivo do PL 1444/2020 o seguinte artigo expressando claramente que:

“NENHUM DOS RECURSOS ESPECIFICADOS nesta lei PODERá SER APLICADO EM EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS OU ATIVIDADES QUE ENVOLVaM, DIRETA OU INDIRETAMENTE, O ABORTO PROVOCADO”.

Será importante deixar claro que, caso o projeto tenha realmente sido feito de boa fé, como se alega, e visa apenas para combater a violência contra a mulher sem promover o aborto, não deveria haver nenhum problema nem prejuízo em se acrescentar este artigo.

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ANÁLISE DO SUBSTITUTIVO. III. SUPRESSÃO DO ART. 5ºD INCISO II. DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS.

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O artigo 5D, Inciso II do substitutivo deve ser removido.

Ele estabelece claramente que o aborto está incluído como uma das metas do projeto:

ART. 5D. COM VISTAS AO EFETIVO CUMPRIMENTO DA LEI N° 11.340 DE 7 DE
AGOSTO DE 2006, AS POLÍTICAS PARA PROTEÇÃO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, FUNCIONARÃO DE MODO A GARANTIR COMO PRIORIDADE:

II- O PLENO FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS DE SAÚDE PARA MULHERES E
MENINAS, INCLUINDO SERVIÇOS DE SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA.

Ora, a expressão “SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA” é conhecida por todos como um eufemismo para aborto.

A política de direitos sexuais e reprodutivos foi criada a nível mundial pela Fundação Ford quando eta publicou, em 1990, o relatório intitulado “REPRODUCTIVE HEALTH: A STRATEGY FOR THE 1990S”. O relatório e um resumo
em portugues podem ser consultados nestes endereços:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/ford_reproductive_health_strategy.pdf

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/fordfoundation-1990.pdf

A idéia da Fundação Ford era a de suavisar a apresentação dos programas conhecidos sob a expressão de controle populacional, para que estes passassem a ser apresentados sob o eufemismo de SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA, ao mesmo tempo em que os atores básicos a serem financiados para promover estes programas não seriam mais as autoridades de saúde mas as próprias mulheres e ONGs feministas que passariam a ser criadas, promovidas e financiadas pelas fundações.

O relatório afirma explicitamente que a nova estratégia “INCLUIRÁ PROJETOS DIRECIONADOS ÀS NECESSIDADES ESPECÍFICAS DA MULHERES E IRÁ PROMOVER A DISCUSSÃO E A EDUCAÇÃO SOBRE A SEXUALIDADE HUMANA, A QUAL NÃO PODERÁ OMITIR-SE EM RECONHECER A NECESSIDADE DE PROMOVER O ABORTO SEGURO”.

O conceito de saúde sexual e reprodutiva, criado pela Fundação Ford em 1990, passou a difundir-se mundialmente através das Conferências da ONU de População (Cairo, 1994) e da Mulher (Pequim, 1995). A expressão sempre foi usada como eufemismo para incluir o aborto sem necessidade de mencioná-lo. Não há como desconhecer que é exatamente a mesma expressão que foi incluída no Substitutivo da deputada Natália Bonavides. Ela não está ai por acaso. Ela mostra claramente a que veio o projeto.

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ANÁLISE DO SUBSTITUTIVO. IV. SUPRESSÃO DO ART. 5ºD INCISO I. DISQUE ABORTO.
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O artigo 5D, inciso I, também deve ser totalmente suprimido.
Este dispositivo institui um serviço que, tendo em vista o declarado no projeto sobre DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS, poderá servir de base para a construção de um DISQUE ABORTO.

O artigo 5D inciso I estabelece que:

ART. 5ºD COM VISTAS AO EFETIVO CUMPRIMENTO DA LEI N° 11.340 DE 7 DE AGOSTO DE 2006, AS POLÍTICAS PARA PROTEÇÃO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, FUNCIONARÃO DE MODO A GARANTIR COMO PRIORIDADE:

I- A DISPONIBILIZAÇÃO DE CANAL EXCLUSIVO PARA ATENDIMENTO PSICOLÓGICO DAS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR, A PARTIR DE SÍTIO ELETRÔNICO DA INTERNET OU POR TELEFONE, DANDO-SE MÁXIMA DIVULGAÇÃO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO.

Considerando que o teor de todo o projeto é no sentido de dar PRIORIDADE À SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA, fornecendo orçamento e recursos para o trabalho de entidades cujo estatuto e financiamento já é destinado para estas finalidades, este artigo dará ensejo à criação de um DISQUE ABORTO.

As ONGs feministas estavam abertamente mencionadas nas versões anteriores do projeto, sob a denominação REDE DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS
MULHERES, que segundo documento da Secretaria das Políticas das Mulheres do governo Dilma, incluem as ONGs feministas.

No substitutivo apresentado as ONGs feministas são apenas indiretamente mencionadas, quando o projeto estabelece que os serviços a serem prestados devem ser articulados com a “REDE DE PROTEÇÃO E ENCAMINHAMENTO” (artigo 5C inciso II).

Deve-se considerar, além do perfil das organizações que serão responsáveis pelo serviço, a Lei Cavalo de Tróia 12.845/2013, sancionada pela presidente Dilma, já passou a considerar violência, para efeitos da lei, “QUALQUER
RELAÇÃO SEXUAL NÃO CONSENTIDA”, depois da qual a mulher deverá ser encaminhada à “PROFILAXIA DA GRAVIDEZ”.

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ANÁLISE DO SUBSTITUTIVO. V. SUPRESSÃO DO ART. 5ºC. BOLSA ABORTO.

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Além dos artigos anteriores, deve ser suprimido também todo o artigo
5C.

Este artigo estabelece um PROGRAMA DE ALUGUEL SOCIAL EMERGENCIAL NO VALOR DE R$ 450,00 MENSAIS por seis meses, prorrogáveis por um ano, para as mulheres que não obtenham vagas em casas abrigos ou estabelecimentos congêneres. No entanto, à medida em que o texto prossegue, observa-se que a finalidade do programa é muito mais ampla do que apenas o auxilio ao pagamento do aluguel da vítima de violência.

O inciso II do artigo 5C estabelece que o programa de aluguel emergencial deve ser oferecido com

II. A ARTICULAÇÃO COM A REDE DE PROTEÇÃO E ENCAMINHAMENTO PARA OUTROS
SERVIÇOS, PROGRAMAS E BENEFÍCIOS DA REDE SOCIOASSISTENCIAL E DAS DEMAIS
POLÍTICAS PÚBLICAS

E o inciso III do mesmo artigo 5C estabelece que o programa de aluguel emergencial deve ser oferecido também em articulação com

III. A REDE DE SAÚDE PARA ACESSO A MEDICAMENTOS.

Ora, o projeto estabelece

[1] que o auxílio-aluguel deve ser oferecido em conjunto com a rede
de saúde para acesso a medicamentos

[2] o projeto inclui o aborto ao estabelecer como prioridade o pleno
funcionamento dos serviços essenciais de saúde para mulheres,
incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Daí conclui-se evidentemente que

[3] o artigo 5C está planejado para poder transformar-se em uma
BOLSA ABORTO.

Fora o fato que o auxílio aluguel, se realmente se restringisse ao aluguel, conforme diz o nome, não faria sentido se o problema a ser resolvido fosse especificamente a violência contra a mulher, e não a falta de moradia em geral.

A maioria dos casos de violência doméstica são resolvidos pelo afastamento do agressor, e não pelo afastamento da vítima de seu lar.Nos raros casos em que é realmente necessário transferir a vítima a um abrigo, supõe-se que a medida deva ser tomada imediatamente em regime de urgência, sem tempo para aguardar que a vítima busque, com apenas 450 reais no bolso, um local adequado para alugar e abrigar a si e seus filhos.

Ademais, a transferência da mulher vítima de violência, em vez afastar judicialmente o agressor, normalmente revitimiza a própria vítima,que além da violência, perde seu próprio local de redsidência e o apoio de vizinhos e conhecidos e parentes que residem nas proximidades. Segundo especialistas da área, na maioria ou quase totalidade dos casos, é a própria mulher não deseja ser transferida para um abrigo.

Disponibilizar 450 reais, rotulados como benefício de aluguel, não remove o agressor e dificilmente irá redundar na imediata remoção da vítima de violência, nos poucos casos em que esta medida seja necessária.

A bolsa deverá ser oferecida, como diz o projeto, em articulação com a REDE DE PROTEÇÃO E ENCAMINHAMENTO, que era claramente apontada nas primeiras versões do projeto como a REDE DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. Em documento do governo Dilma ainda em vigor, esta REDE DE ENFRENTAMENTO, inclui expressamente as ONGs feministas e tem como objetivo assessorar as mulheres na obtenção dos abortos previstos em lei. Isto pode ser visto no seguinte documento:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Aborto-RedeEnfrentamento.pdf

Conforme pode-se ler neste documento, a REDE DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRAS AS MULHERES é composta, por “ONGS FEMINISTAS”, com atribuições de “PRESTAR ACOLHIMENTO E ORIENTAÇÃO JURÍDICA ÀS MULHERES PARA OBTENÇÃO DE ABORTOS EM CASOS DE ESTUPRO”, que agora, desde a Lei Cavalo de Tróia,
significa “QUALQUER RELAÇÃO SEXUAL NÃO CONSENTIDA”.

Diz também o Substitutivo, que o benefício aluguel deverá, além da articulação com a REDE DE PROTEÇÃO E ENCAMINHAMENTO, articular-se com A REDE DE SAÚDE PARA ACESSO A MEDICAMENTOS que incluirão, pelo que afirma o proprio projeto, OS MEDICAMENTOS DESTINADOS À SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA, uma expressão que sabidamente inclui o aborto.

Então já não se trata mais de um simples benefício de aluguel, como afirma o projeto, mas poderá na realidade servir para qualquer outra coisa.

Na realidade, este benefício parece destinado a converter-se em dos inúmeros artifícios legais que, nesta época de pandemia, sem o estabelecimento de claras medidas de supervisão, poderão abrir portas graves para o desvio de fundos, inclusive para casos que não correspondam à tipificação de violência contra a mulher.

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7. O QUE FAZER.

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[1] MANIFESTAR-SE JUNTO À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA E ÀS LIDERANÇAS DAS BANCADAS

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Enviem um mail, telefonem e manifestem-se nas redes sociais do presidente da Câmara e dos deputados líderes de bancada.
Mostrem-lhes, com grande educação, mas com firmeza e clareza, que o povo já compreendeu o que está por trás do Substitutivo do PL 1444/2020.

Peçam-lhes que:

I. Coloquem em pauta e votem o PL 6055/2013, que revoga a Lei 12.845/2013 (Lei Cavalo de Tróia), a verdadeira causa de todos estes problemas.

II. Acrescentem ao substitutivo do PL 1444/2020 um artigo expressando claramente que:

“NENHUM DOS RECURSOS ESPECIFICADOS NESTA LEI PODERÁ SER APLICADO EM
EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS OU ATIVIDADES QUE ENVOLVAM, DIRETA OU INDIRETAMENTE,
O ABORTO PROVOCADO”.

III. Suprimam o artigo 5D, Inciso II do substitutivo que inclui no projeto os DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS.

IV. Suprimam o artigo 5ºD, Inciso I, que cria o DISQUE ABORTO.

V. Suprimam todo o Artigo 5ºC, que estabelece a BOLSA ABORTO.

VI. Fique claro que o projeto realmente foi apresentado para incluir nela, como em outro cavalo de Tróia, a promoção do aborto.

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[2] COMO ESCREVER E TELEFONAR

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NÃO IMPORTA A QUAL AUTORIDADE ESTEJA SE DIRIGINDO, SEJA EDUCADO AO EXTREMO MAS FIRME E CLARO NA EXPRESSÃO DE SUAS POSIÇÕES.

MAIS IMPORTANTE DO QUE O MAIL É TELEFONAR DE VIVA VOZ E MANIFESTAR-SE
NAS REDES SOCIAIS.

A. Estamos em uma Democracia. Insistam em comunicar-se e fazer com que mais pessoas se comuniquem. Não deixem a tarefa apenas para autoridades e especialistas. Isto vai fazer toda a diferença. O Brasil não é Monarquia nem Aristocracia. Todos participam do poder.

B. A TODOS OS QUE SE DIRIGIREM, USEM DO MAIOR RESPEITO EM QUALQUER
CIRCUNSTÂNCIA. SEJAM SEMPRE EDUCADOS AO EXTREMO, MAS NÃO DEIXEM DE EXPOR
CLARAMENTE SEUS PONTOS DE VISTA.

C. Não copie e cole. Não faça nada padronizado. Use suas próprias palavras. Seja você mesmo. Mostre que o que você diz é a expressão de sua própria cidadania, e não da dos outros. Não delegue suas obrigações políticas aos outros.

D. É muito importante que além de escrever e-mails e telefonem de viva voz, explicar claramente aos assessores dos deputados o que realmente está por detrás do Substitutivo do PL 1444/2020.

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EMAILS, TELEFONES E REDES SOCIAIS DAS LIDERANÇAS DAS BANCADAS NA CÂMARA

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Os mail e endereços são os mesmos que estavam em comunicados anteriores.

Os que já os tiverem deletado, podem recuperá-los aqui:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/mails.pdf

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LEMBRANÇAS DE UMA INFÂNCIA

LEMBRANÇAS DE UMA INFÂNCIA
Por Antonio Kolicheski

“A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizeram dela”. (Marco Aurélio)

A vontade de decifrar mistérios e compreender a complexidade do pensamento filosófico aguçou-se com as remessas pelo correio de um curso para formação de detetives particulares que um menino, vizinho meu, fez no inicio dos anos 60.
Lembro-me das instruções de Lombroso nas apostilas de iniciação de como coletar retalhos de pistas para aos poucos completar com sucesso uma investigação. Cada detalhe juntado pode ser útil para compor o todo a ser decifrado.
Da fábrica de doces, anexa à escola de detetives improvisada na varanda dos fundos da casa ao redor do poço, vinha o aroma das gelatinas bicolores cortadas em retângulos finos passadas no açúcar cristalizado que secavam nas estufas do lado de fora.
O apiário próximo, na sombra das laranjeiras, endereçava todas as suas operárias para as telas da porta daquele paraíso de açúcar. Inebriadas pelo cheiro do caramelo derretido nas formas de chupetas de neném com um cabinho de madeira, arremessavam-se zumbido iradas por serem indesejadas.
O doceiro odiava as abelhas que atacavam os seus produtos para o público infantil, mas amava a parada das charretes, geralmente às quintas-feiras, quando as perfumadas moçoilas da Vila prá lá do cemitério municipal desciam pra comprar suspiros. Depois elas seguiam para o seu destino, o terreiro logo adiante.
Naquelas noites, os atabaques rugiam ferozmente o ponto “pega homem” encomendado pelas biscates e a cantoria se prolongava e me fazia adormecer ouvindo o coro repetido: “na beira do carirí, eu ví um tôro gemê, eu ví um tôro mugí”
Ontem eu lia frases do imperador Marco Aurélio e escolhi a do pensamento pra compartilhar.
Aí você acrescentou a vontade de fazer e comecei a pensar sobre o assunto “to be or not to be” [“Ser ou não ser” de Shakespeare em Hamlet] e no “penso, logo existo”.
De fato somos nossos pensamentos com um amontoado de realizações. Alguns poucos feitos de nossas vidas são lembrados porque os salvamos da vala comum do esquecimento. Não sei bem o porquê, talvez ninguém saiba.
Há uma frase poética daquela compositora do Roberto Carlos, a Isolda, que talvez nos dê um oriente: “das lembranças que tenho na vida você é a saudade que gosto de ter”.
Gostamos de recordar passagens boas de nosso passado. Lembranças ruins nos esforçamos pra esquecer.
Recentemente fiquei conhecendo a história da inspiração do poema da Isolda. Ao perder um muito querido irmão em um acidente de automóvel ela escreveu o poema. Daí completa o pensamento: “só assim, sinto você mais perto de mim outra vez”.
A vontade de fazer pode ressuscitar momentos através dos pensamentos e eles podem ser vívidos e talvez até mais intensos do que os que realmente ocorreram.

Nota: O articulista está revivendo a infância do Editor deste Blog.

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APOIO AO BOLSONARO

28/05/2020 João Cesar de Melo

No último final de semana, assisti ao filme Dois Papas, “baseado em fatos reais”.
À direita da tela, é apresentado um alemão desconectado do mundo, sisudo, relutante a mudanças e com um passado ligado ao nazismo. À esquerda, um anjo latino americano, popular, leitor de Marx e de Paulo Freire, empenhado em reformar a igreja, inconformado com a desigualdade social e que – coitadinho − foi obrigado a se distanciar dos movimentos comunistas durante a ditadura militar na Argentina.
Durante todo o filme, mensagens socialistas são levadas ao público, culminando na eleição do Papa moderninho que tolera ditadores comunistas, mas não presidentes cristãos, que tentam reconstruir o papel da igreja e da família em seus países.
O filme termina com ele indo visitar o ex-Papa atrasado. Veem juntos a final da Copa no Brasil. A seleção da Argentina perde para a da Alemanha, mas o Papa moderninho dá mais uma lição ao mundo: abraça o representante do país vencedor, demonstrando o quanto os socialistas são tolerantes. Que lindo! A principal mensagem do filme visto por milhões de pessoas: o marxismo é a modernização do cristianismo.
Ah, já ia me esquecendo: o filme foi dirigido por Fernando Meirelles, da família que controla o Itaú, de onde saiu o fundador de um partido que se diz liberal, mas que se mostra cada dia mais alinhado com a esquerda em defesa do maior programa de cerceamento da liberdade econômica da história do Brasil.
Por todo o tempo em que assisti ao filme, fiquei me lembrando das declarações de Jair Bolsonaro na reunião ministerial do último dia 22 de abril, registradas em vídeo. Dei-me conta de que eu havia sido infectado pelo purismo ideológico que tanto favorece a esquerda.
Na ocasião da demissão de Sérgio Moro, publiquei no meu perfil pessoal no Facebook e no site do Instituto Liberal textos registrando minha indignação com Jair Bolsonaro, retirando meu apoio a ele. Por quê? Porque ele tentou interferir na Polícia Federal. Uau! Palmas para o trouxa que vos escreve!
Mencionei o filme apenas para ilustrar o mundo em que vivemos. Um mundo em que praticamente toda a produção cultural, toda a grande imprensa, igreja, universidades, organizações civis, movimentos disso e daquilo, partidos vistos como de “centro” e até grandes empresas promovem o socialismo. Há décadas, a população é bombardeada por uma propaganda extremamente bem-feita, pela qual as pessoas são convencidas a confiar ao estado seu bem-estar. As liberdades individuais mais importantes estão sendo destruídas. Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. Estamos numa situação muito pior do que nos anos em que o PT estava no poder, porque hoje o inimigo está invisível. Nunca estivemos tão perto de nos tornarmos uma ditadura socialista, porque agora não temos um alvo para apontar. Apenas sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés.
Quais armas temos para lutar contra isso?
Meia dúzia de parlamentares sem voz na imprensa, textos na internet e mais nada. Opa! Temos sim! Temos um presidente da república que vem tentando dar mais liberdade para as pessoas trabalharem, criarem seus filhos e se defenderem.
Quando tivemos isso de um presidente da república?
Nunca!
Não podemos cair nas arapucas da esquerda. A melhor arma que temos contra o avanço do socialismo é Jair Bolsonaro.
Muitos liberais precisam entender que política é uma guerra; e essa guerra está quase sendo vencida definitivamente pelo outro lado. Nós, daqui de baixo, não temos condições de escolher armas e soldados. Temos apenas que apoiar quem está enfrentando nossos inimigos. Precisamos ser pragmáticos, avaliar friamente os acontecimentos.
O fato é que nossas liberdades fundamentais estão sendo absurdamente reprimidas com apoio da imprensa e de toda a classe política e que Jair Bolsonaro vem há meses lutando contra isso, o que mereceria o apoio de qualquer liberal que se preze.
Jair Bolsonaro deve ser avaliado pelas pautas liberais que defende, não pelas que ele deixa de lado. Não são suas frases grosseiras que devem ser consideradas, mas seu esforço em promover avanços em áreas realmente importantes. Como um cidadão comum que destina voluntariamente parte do meu tempo à militância liberal, não me vejo em condição de rejeitá-lo por ele não ser o liberal dos meus sonhos.
No tal vídeo da reunião ministerial, tivemos ainda o prazer de ver Weintraub xingando de vagabundos os membros do STF e Damares dizendo que prefeitos e governadores que estão destruindo a economia deveriam ser presos. Eles manifestaram os sentimentos de milhões de cidadãos comuns. Manifestaram o que eu mesmo gostaria de dizer na TV. As pessoas precisam ouvir coisas assim, para se encorajarem a reagir às agressões que vêm sofrendo.
Portanto, volto à minha posição de meses atrás em apoio a Jair Bolsonaro. Farei as críticas que precisar, mas não me desgastarei com suas imperfeições. Não me pendurarei no muro da covardia, com medo de ser chamado de “bolsonarista”. Enquanto o vir defendendo as liberdades mais fundamentais, relevarei quaisquer outros desvios.

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EM BUSCA DE SENTIDO

EM BUSCA DE SENTIDO
“Uma vida sem sentido não vale a pena ser vivida”.
“Vivemos num mundo no qual a incerteza se tornou norma”.

Questões sobre o valor da vida que levamos se tornaram difíceis de responder porque os indicadores tradicionais desapareceram. Velhas certezas se desgastaram.
Elas incluíam:
1. A crença num Deus benevolente que nos governa;
2. O otimismo de que o progresso material fará as pessoas mais felizes; e
3. A confiança humanista numa virtude dos indivíduos que os inclina a construírem sociedades melhores.

Muitos dos que refletem hoje sobre essas questões:
1. Não têm certeza se há qualquer ordem superior moldando a condição humana (os ateus).
2. Duvidam da existência de uma estrutura absoluta dentro da qual seja possível emitir juízos (cépticos).

O pessimismo generalizado é comum entre os críticos:
1. Os esquerdistas tendem a culpar a economia capitalista e a lamentar a consciência social.
2. Os conservadores ressaltam o desgaste dos padrões morais, decorrentes de uma unidade familiar enfraquecida. A infância vem sendo desestabilizada. A presença de dois pais amorosos. A familiaridade com as degradações mais extremas disponíveis para as crianças nos meios de comunicação visual. A prevalência do abuso de drogas e de álcool e as elevadas taxas de depressão e de suicídios entre jovens revelam uma sensação de fracasso da esperança quanto ao futuro.

As respostas tradicionais às três questões fundamentais – que todos os seres humanos enfrentam – esvaíram-se:
– “De onde eu venho?”
– “O que devo fazer da minha vida?”
– “O que acontece comigo após a morte?”
Novas respostas não apareceram.

É possível que estejamos situados historicamente entre duas épocas, desgarrados numa espécie de terra-de-ninguém. O que está por vir se encontra em trabalho de parto. Viver na incerteza pode se tornar nossa condição permanente, se não procuramos encontrar sentido para as nossas vidas.

Excerto da obra Ego & Alma de John Carroll. Editora Danúbio, 2020

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CHINA: O PERIGO IMINENTE

UM TEXTO SEM TÍTULO

“Quando a URSS desintegrou-se e caiu o Muro de Berlim, muita gente pensou que o comunismo havia acabado. Ledo engano: nunca esteve tão vivo e perigoso. Mas a ameaça agora vem do outro lado do planeta.

O comportamento da China tem revelado que se trata da pior e mais temível ditadura que a humanidade já conheceu. Esqueçam a URSS, porque diante do dragão chinês Lênin e Stalin eram aprendizes de feiticeiro. O pavoroso regime nazista durou pouco mais de uma década e, felizmente, não deixou filhotes pelo mundo afora. Para quem gosta de números, basta dizer que estima-se que o regime implantado por Mao matou, só na China, mais gente do que a Segunda Guerra Mundial inteira. Detalhe: eram seus próprios compatriotas. Nem vou mencionar as mortes causadas por regimes inspirados por ele em outros países.

O regime chinês é muito mais ameaçador que outros regimes totalitários porque se trata de uma ditadura rica (como a URSS jamais foi), com meios tecnológicos nunca vistos, um poderio militar cada vez maior e com atuação global como nenhuma outra alcançou. A China, de forma cada vez mais explícita, apresenta seu projeto de hegemonia mundial, algo assustador e que precisa ser combatido o mais breve possível. O Ocidente precisa entender que no nosso planeta há vários mundos e os valores praticados em cada um deles são muito distintos. A China é um desses outros mundos. Não se pode tratar a China como as nações ocidentais tratam-se, umas às outras, simplesmente porque seu governo e seu povo têm valores e concepções de mundo totalmente diferentes e não estão dispostos a abrir mão deles para se comportar como achamos que todas as nações deveriam, inclusive porque acreditam que ninguém tem poder suficiente para obrigá-los a fazer isso.

Para a China, valores como liberdade, democracia respeito a direitos humanos são assuntos totalmente irrelevantes. Afinal, seu povo nunca conheceu a liberdade. Lá não há respeito a tratados e contratos, exceto quando lhes beneficiam. O Judiciário é uma simulação grotesca. Não se respeita a propriedade intelectual. Não há liberdade religiosa. É um regime racista, pois tem como política a eliminação física ou cultural de minorias étnicas, algumas das quais submetidas à força ao regime chinês, como é o caso do Tibet ou dos muçulmanos de Xinjiang, esses submetidos a “campos de reeducação”. Para a China só existe uma coisa: os interesses do partido comunista e seus líderes e burocratas e não há escrúpulos na busca desses interesses. Evidentemente, eles negam toda essa realidade.

Na China não existe mais privacidade. O controle sobre a internet é amplamente conhecido. Quem quiser usar o wi-fi de um aeroporto precisa usar um chip adquirido na China, ou seja, tudo o que for feito no telefone poderá ser rastreado. Não há “ponto cego” nas estradas chinesas. Todos os carros são fotografados em cada uma das estradas. Nas salas de aula os estudantes são filmados e recursos de inteligência artificial analisam as expressões dos alunos para saber se estavam atentos ou sonolentos durante as aulas. O que os professores dizem, claro, é gravado. Eu estive na Praça da Paz Celestial. Mais de 30 anos depois, ainda hoje a praça é cercada, todos que lá entram são revistados e cada poste tem, no mínimo, seis câmeras. Enquanto eu turistava, por uns 40 minutos, fui abordado duas vezes por pessoas à paisana, perguntando o que eu estava fazendo ali (também fui abordado enquanto passeava na Cidade Proibida). Até hoje os chineses não sabem o que se passou naquele lugar e quantas pessoas morreram (estima-se que 10 mil). Quando George Orwell escreveu “1984” não podia imaginar que, comparado ao regime chinês, sua obra seria um conto brejeiro sobre uma noite de verão.

Dito isso, agora se observa que ao regime chinês não é suficiente exercer uma implacável censura e sufocar qualquer forma de oposição dentro das suas fronteiras. Pretende exercer essa censura pelo mundo afora, determinando o que as pessoas podem dizer ou não a respeito do seu regime cruel. A China nos pretende “conceder o direito” apenas de elogiá-la, já que a ditadura de Xi Jin Ping não aceita qualquer espécie de crítica. Quem a critica fica sujeito a sanções comerciais. Ou seja, uma espécie de chantagem: o silêncio sobre o regime atroz é obtido mediante ameaça. O regime contrariado com as opiniões de uma pessoa usa isso para ameaçar um país inteiro.

Em março o deputado Eduardo Bolsonaro fez críticas verdadeiras ao regime chinês. Disse apenas o que todo mundo sabe há tempos. Direito dele, como deputado e como cidadão. O embaixador chinês, de forma arrogante e agressiva “exigiu” desculpas do governo brasileiro e cobrou um posicionamento do presidente da Câmara, que no seu mal disfarçado papel de ferrenho opositor ao governo federal curvou-se ao embaixador. A resposta correta e altiva de Rodrigo Maia seria: 1) não sou chefe dos deputados e não me cabe repreender nenhum deputado por suas opiniões, inclusive pela existência da imunidade parlamentar. Cada um responde por si; 2) o deputado Bolsonaro não representa o governo brasileiro, entenda-se com o Itamaraty. Claro que a mídia apontou o deputado Bolsonaro como “criador de uma crise”, quando na verdade a crise foi criada pela guarida que Maia deu ao embaixador e pela subserviência da imprensa, que rapidamente alardeou o seu pavor com a “contrariedade” do maior parceiro comercial do Brasil. Tivesse o embaixador chinês levado um “chega pra lá”, possivelmente a coisa morreria ali e a suposta crise não existiria.

Tanto Maia como esses jornalistas talvez não tenham percebido que com a sua atitude subserviente estão corroborando as palavras de Eduardo Bolsonaro e fazendo o que a China quer: que demonstremos medo e, por meio dele, a submissão. O embaixador exige que o governo brasileiro se humilhe por causa das opiniões de um deputado e a imprensa não mostra nenhum espanto com isso. Maia talvez até tenha percebido o absurdo da situação, mas o desejo de criar problemas para Bolsonaro supera qualquer outro critério na hora em que decide falar. Para Maia, o respeito às prerrogativas do nosso Legislativo não precisa ser cobrado do arrogante diplomata. Alguns poderão argumentar que o deputado Bolsonaro (e mais recentemente o ministro da Educação, numa brincadeira muito infeliz) não tinha necessidade de fazer a crítica. Ainda que seja verdade, não podemos achar que cabe ao governo chinês determinar quando um deputado pode ou não externar suas opiniões e o conteúdo delas e, sobretudo, “exigir” desculpas do governo pelas opiniões de alguém que não representa oficialmente o país. Isso já seria ajoelhar-se, voluntariamente, ao regime chinês.

Observem que nenhum país do mundo, exceto a China, ameaça outro porque um deputado, por mais destacado que seja, fez críticas ao seu governo, mesmo que essas críticas sejam injustas. Não faltaram deputados, desde sempre, desancando os EUA e Israel com acusações duras e absurdas (muitas baseadas em mentiras deslavadas) nas tribunas do Parlamento, na imprensa e nas redes sociais. Diversos outros países também recebem condenações na mídia ou de parlamentares por seus regimes. Quem nunca ouviu críticas ao regime opressor da Arábia Saudita ou ao Irã? Nenhum deles ameaçou retaliações comerciais ou “exigiu” desculpas do governo brasileiro à base de chantagem. Durante muitas décadas os EUA foram o nosso maior parceiro comercial e ao longo de 40 anos o Brasil votou sistematicamente contra os EUA nos principais fóruns mundiais e nunca sofreu ameaça de retaliação comercial. Só a China exige o silêncio ou elogios na hora de comerciar. O governo chinês entende que sobre a China pode-se dizer tudo, menos a verdade.

Quanto ao fato de a China ser o maior parceiro comercial do Brasil, isto é um fato, mas na verdade isso é um espantalho, como se a China comprasse as nossas mercadorias por amizade, quando, na verdade o faz por puro interesse comercial: os produtos que lhes vendemos são bons e competitivos. Além disso, não há muitas alternativas no mundo para fornecer, de uma hora para outra, os milhões de toneladas de ferro e soja que a China precisa. Se a China criar alguma dificuldade no comércio e for buscar produtos em outros mercados, nossos exportadores terão um pouco mais de trabalho, mas conseguirão vender suas mercadorias. Aliás, qualquer pessoa do mundo dos negócios sabe que a dependência de um único grande comprador ou fornecedor nunca é uma situação muito segura. Seria bom que nossos exportadores buscassem diversificar a sua atuação ao invés de, alegremente, se submeterem às ameaças chinesas.

Essa pandemia [Virus Chinês] mostrou claramente ao mundo o risco que é depender da China e contar com a inexistente boa fé do seu regime. A esmagadora maioria dos produtos de uso médico é produzida na China. Só que a China também “produz” epidemias e não avisa tempestivamente quando elas ocorrem. A China manipula dados, para esconder os fracassos do governo (algo típico dos regimes comunistas). E, não mais que de repente, o mundo fica de joelhos, sem poder sequer reclamar de quem causou os problemas e tendo que agradecer pela “ajuda” que recebe e pela “boa vontade” chinesa de vender produtos e insumos médicos. Isso tudo enquanto assiste, sem piar, a China leiloando essas mesmas mercadorias que já haviam sido pagas por diversos países. Não vou acusar a China de ter criado ou espalhado propositalmente o novo coronavírus [Virus Chinês], mas a esta altura, estão estudando minuciosamente as fragilidades sanitárias e econômicas do Ocidente frente a uma eventual guerra biológica.

Há poucos anos a China anunciou um projeto gigantesco, a “Nova Rota da Seda”, para, supostamente, ampliar o comércio mundial. O plano é outro: aumentar ainda mais a dependência do mundo em relação aos produtos fabricados na China e ampliar sua influência política, emparedando o Ocidente. A pandemia deixou evidente que a “Nova Rota da Seda” é o caminho para o suicídio do mundo ocidental. Não há como competir com a China. Para usar o vocabulário marxista, lá há um “exército industrial de reserva” de centenas de milhões de pessoas dispostas a trabalhar em condições inimagináveis em troca de um prato de arroz. O desrespeito escancarado à propriedade industrial elimina os custos e os riscos de pesquisa que as empresas nos países do Ocidente precisam assumir para criar novos produtos. As práticas comerciais chinesas são condenadas no restante do mundo.

A pergunta que fica é: como enfrentar a China e garantir a liberdade e a prosperidade, a longo prazo, do mundo livre? Nenhum país sozinho pode fazer isso, nem os EUA. Mas, por sua sobrevivência, o Ocidente precisa encontrar um modo de fazê-lo. O mundo não pode ficar à mercê dos hábitos alimentares exóticos dos chineses e das manipulações do seu governo comunista. Isso não é trabalho para um governante, é um trabalho para gerações e para estadistas. A atual geração de líderes ocidentais é extremamente medíocre e não tem capacidade intelectual ou de liderança para tal empreitada, mas é importante que o trabalho de contenção comece já. Seja no campo comercial, seja no campo militar, começando por barrar as pretensões hegemônicas da China sobre o Pacífico e restringir as suas práticas comerciais desleais. É preciso recuperar a autonomia ocidental na produção da maioria dos produtos hoje fabricados na China. Também é necessário evitar o domínio da China sobre as organizações multilaterais, como a OMS, onde instalou um lacaio na presidência. Os chineses já começaram a apropriar-se dos recursos naturais da África, valendo-se da miséria crônica e dos governos corruptos que abundam naquele continente e já colocou seus pés firmemente na Europa. Já instalou a sua primeira base militar fora da Ásia, no Djibuti, um país paupérrimo, bem na rota do petróleo pelo Canal de Suez. Também se apropriou do petróleo venezuelano ao apoiar o criminoso regime de Maduro, que ainda não desabou apenas por esse motivo. Já começaram a investida no terreno das comunicações (no Brasil associaram-se à Globo e compraram parte da Band). Um eventual controle chinês sobre a internet é uma ameaça global para a qual a imensa maioria das pessoas ainda não se atentou, mas deveria, porque o risco é real e imediato e os danos provavelmente serão irreversíveis.

Importante ressaltar: quando eu falo da China, estou me referindo ao seu regime comunista, não ao seu povo. O povo chinês já trouxe importantes contribuições à humanidade, como a bússola, o papel e a pólvora. Nos deram grandes filósofos, como Confúcio e Lao Tsé e têm manifestações artísticas admiráveis. Tirando os excessos de exotismo, sua culinária é admirada no mundo inteiro. Ao contrário do seu Partido Comunista, o povo chinês é pacífico. Basta observar o comportamento de Taiwan, um país etnicamente composto por chineses e comparar com o da Coreia do Norte, que a China sustenta para ameaçar, por procuração, o Ocidente e seus aliados na Ásia enquanto Xi Jin Ping faz discursos pela cooperação mundial e pela liberdade de comércio.

O povo chinês é uma coisa, o partido comunista e seu regime são outra. Não nos enganemos: a ditadura chinesa é um perigo que ou enfrentamos de forma decidida ou em poucas décadas estaremos tomando sopa de morcego e sendo obrigados a dizer que é gostoso.”

Autor: Isaac Averbuch (Recife – PE)

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O MILAGRE !

Escrito por Dr. Honório Menezes -28/03/2020.

O Milagre do Coronavírus!!!
Hoje, conversando com meu irmão Ozorio, que também é médico percebemos que de repente ninguém mais morre, todos viraram imortais da noite para o dia.
A única morte que se admite é por coronavírus. A humanidade virou imortal.
Que sonho lindo.
A imprensa sensacionalista, venal e desonesta esconde a morte e nos mostra um único monstro: o coronavírus.
Este sim mata, o resto não existe. Desapareceram os óbitos por qualquer outra doença.
Até dizem que tem governador proibindo as pessoas morrerem de outra causa que não por coronavírus.
Converso com meu irmão e pergunto:
“Será mesmo que viramos imortais? Que somos os escolhidos de Deus para só morrermos de uma única causa?”
Bem, de minha parte eu acredito em Deus, mas não acredito no que a impressa diz sobre a nossa imortalidade repentina.
Nem meu irmão acredita.
Então vejamos:
O Brasil registra 200 casos de tuberculose por dia, foram 4881 mortes por tuberculose só em 2019.
Estas pararam todas quando o coronavírus chegou, milagre!
Mas como somos o país dos milagres eles aconteceram também com a Dengue, o Brasil registrou 332.397 casos de dengue nas primeiras 10 semanas de 2020 (até 7 de março) com 77 mortes.
Mas com a chegada do coronavírus a Dengue fugiu para o mato e ninguém mais morreu de dengue.
Não é um verdadeiro milagre?
Esses são dados oficiais, qualquer um tem acesso (menos os jornalistas).
Nos perguntamos, a malária também sumiu?
A febre amarela, a esquistossomose, a diarreia infecciosa, os infartos do coração, os derrames, o câncer, os acidentes?
Nos tornamos, de repente, o povo mais imortal do planeta.
Que maravilha!!!
Ninguém mais tem apendicite! (Se tiver não dá para operar porque o respirador está reservado para o coronavírus).
Somos imortais.
Durante 24h por dia nossos telejornais só noticiam mortes pelo coronavírus, esse mágico vírus que curou todas as doenças e tomou para si, sozinho, a tarefa de matar a humanidade.
E logo arrumou aliados, uma imprensa falida moral e economicamente, governantes inescrupulosos pensando na próxima eleição e um povo idiotizado por 20 anos de doutrinação. O resultado desses 3 fatores foi maravilhoso:
A imortalidade.
Em quarenta anos de medicina, 20 como professor, nunca vi tantos ignorantes em matéria de epidemiologia serem entrevistados, tanta mentira ser contada como verdade, tantas pessoas serem enganadas por jornalistas e governantes.
E quando alguém diz algo inconveniente na TV logo cortam a imagem (caso do Dr Anthony Wong, por exemplo).
Há interesse em apavorar a população, entrevistas combinadas, perguntas e respostas combinadas, nada pode ser dito diferente.
E o povo acredita nesses cretinos!
Depois de passar a imortalidade do Coronavírus me cobrem quem matou mais?
As doenças citadas acima ou o apavorante, poderoso e nunca visto flagelo da humanidade, o coronavírus!
Essa será a grande desculpa para prefeitos maus gestores e governadores atolados em dívidas justificarem suas falhas, foi o coronavírus!
Todos se aproveitando do vírus! Mas tem algo que o coronavírus não contava, algo mais forte que ele, mais poderoso, capaz de nos trazer de volta à vulgaridade de sermos humanos novamente, sermos mortais, esse algo poderoso se chama fome!
Essa maldita nos acordará da maravilhosa imortalidade que vivemos!!!
Claro que os boletos vão dar uma ajudinha e nos mostrar, também, o quanto estão nos mentindo.
Quem viver verá!

Escrito por mim, Prof Dr Honório Menezes, no sábado à noite, 28/março, sem ter o que fazer, conversando com meu irmão e aproveitando a imortalidade.😬

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COMUNISMO

O brasileiro não tem a minima idéia do que é o comunismo. Só conhece a teoria do mundo das idéias.
Muitos brasileiros acreditam que é possivel concordar “nas coisas boas” que os comunistas fazem, mas rejeitar seus objetivos que nunca são revelados à massa ignara.
Essa é uma idéia ingênua e a maioria dos brasileiros são ingênuos.
Demora-se muito para perceber que, quando se começa a marchar com os comunistas, é muito difícil voltar atrás.
A grande força comunista vem da impiedosa exploração das pessoas consideradas por eles como idiotas úteis que serão descartados como lixo quando não servirem mais a CAUSA.
Quer saber, exatamente, o que é e como funciona?
Leia estes dois livros:
1. A Revolução dos Bichos;
2. 1984.
Ambos de autoria de George Orwell.

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NÓS NÃO ESTAMOS PERDIDOS

Não, não estamos perdidos.
Antes dele tirar um sarrinho sobre a gripezinha e ou resfriadinho, é o jeito dele, cutucou, levou. E insisto é assim que lida com bandido.
Antes do intento polêmico ele fez e realizou várias reuniões. Implementou ações, criou um plano de combate ao vírus.
Coordenou com o Ministro da Saúde construções rápidas de Hospitais em hotéis, em bases do exército e em outros lugares.
Conseguiu que fábricas de carro fabricassem os respiradores necessários, estão em plena produção.
Conseguiu que uma industria de cerveja, de perfumaria, fabricassem em alta escala o Álcool Gel e farmácias menores independentes o fabricassem também.
Conseguiu com vários laboratórios e com o Exército que fabricasse de graça para os hospitais o remédio que vence o vírus e cura a doença, garantindo a produção para a demanda necessária.
Aprendeu com outros países quem é o grupo de risco, observou quem morreu, em que condições, ele não foi pego de surpresa, se preveniu, se preparou, se organizou para combater um bom combate.
Ele conta ainda com a autoresponsabilidade de cada cidadão em se isolar. Ele sabe o que não sabemos, tem dados que não conhecemos.
Negociou e anistiou dividas dos estados e municípios, amparou os estados com fundos necessários.
Cuidou com o Ministro da Infraestrutura e garantiu todo abastecimentos por rodovias e ferrovias dos suprimentos e alimentação para o período de isolamento. Elaborou decretos, medidas provisórias e corrigiu itens que podiam não beneficiar o povo
Criou uma linha de financiamento com baixo custo em apoio aos empresários e empreendedores.
Criou com o MEC, com o Ministérios das Ciências e Tecnologias pontes, atalhos, sites e links nos seus ministérios que gratuitamente criavam consciência sobre o que era o vírus, cuidados a tomar e onde e como procurar para o tratamento. Liberou cursos on line gratuitos para ocupar, ensinar e educar profissionais e estudantes,desempregados e confinados, tornou possível mais possibilidade de geração de renda e conhecimento. Ele foi rápido, foi eficiente. TUDO EM TEMPO RECORD!!
Mas uma vez brasileiro, você vai ter que confiar, sair do modo pânico, ter equilíbrio e responsabilidade em saber quando sair, quando evitar aglomeração, cuidar de seus idosos e de suas família.
Ele é da turma do resolve e não age com drama e paternalismo. Não vai esticar aquilo que agora esta administrado, conhecido.
O que não nos impede ainda de ficarmos em casa, estender o isolamento social, mas para aqueles que necessitam urgente de sua renda, proveniente do seu trabalho, ele apoia que volte, claro dentro de tudo que foi recomendando.
Ele é assim e eu o apoio, consigo ver mudanças fundamentais em 1 anos e 3 meses, consigo ver um homem sagaz, corajoso e que luta contra um Mecanismo sujo, pesado, criminoso.
Apoio o Presidente.
Continuo em isolamento social.
Torço para o que o Presidente, seus Ministros, Secretários e equipes, continuem acertando no combate ao Vírus Chinês e sei que ele não é arrogante, quando erra volta atrás, vai estar conectado, gerenciando e acompanhando tudo. Eu confio, eu apoio. Não é a Rainha Elizabeth, tem seu modo, mas é reto, honesto e esta bravamente enfrentando o crime organizado, a impunidade, se não o apoiarmos agora em 2022 pode ser tarde. Dias de vitórias, dias de tropeços, dias de acertos, é humano, vamos continuar aplaudindo o acerto. Tem uma equipe técnica brilhante que tem sim ele no comando e gestão de tudo.
Cuida de nós com técnica e coragem. Sem perder tempo e com ação. União é o maior escudo de proteção. Seu forte inimigo é a imprensa corrupta, é aí que você entra no combate, ele precisa de nós. Vamos continuar nesse enfrentamento com a responsabilidade de fazermos a nossa parte e acreditando que mais vitórias e acertos acontecerão.
(Autor desconhecido)

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A SUCURI MARAJÁ

Por MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ

Chega a ser repugnante a ganância e o despudor com que o Legislativo se apropria do erário e o desprezo que demonstra pelo cidadão que o elegeu.
Num momento em que o país enfrenta gravíssima situação fiscal, devido aos gastos exorbitantes com pessoal; o Tesouro Nacional carece de recursos para pagar aposentados; e pobres e idosos morrem nas filas do Sistema Único de Saúde, o presidente do Senado Federal, Davi “Alcalheiros”, bem ao estilo do seu mestre, tem a desfaçatez de assinar ato que amplia para 33 anos a idade máxima de permanência de filhos e enteados no Sistema Integrado de Saúde da Casa.
O enigmático critério encontrado para definir a idade, provavelmente, foi ditado pela bancada evangélica: a idade da morte de Cristo.
Vergonhosamente, o plano de saúde de senadores é vitalício, como se o senador fosse um funcionário concursado, de carreira. Têm também esse direito ex-senadores, o suplente que permanecer no cargo por apenas 180 dias ininterruptos, bem como seus cônjuges e dependentes. Se esse período “ininterrupto”, coincidir com as férias do parlamentar, desde que ele não deixe o cargo, bastarão apenas algumas semanas de trabalho, suficientes para fazer jus a todas as regalias pelo resto da vida.
Esse dadivoso plano beneficia até quem perdeu o mandato por quebra de decoro ou desvios de dinheiro público. Uma vergonha!
Tem mais: é também oferecida uma opção para os serviços de sua livre escolha, com ressarcimento de despesas, incluindo hospitais de “excelência”, no sentido amplo da palavra, como o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.
A maior imoralidade em tudo isso é que para gozar dessa assistência, ex-senadores, que como disse antes, não são funcionários públicos nem mesmo senadores, NÃO PRECISAM CONTRIBUIR.
É o retrato perfeito da Constituição Cidadã: muitos direitos e raras obrigações.
Conforme publicado no site especializado, JUSBRASIL, “A assistência à saúde do Senado Federal é vitalícia e abrange atendimento médico-hospitalar; médico-ambulatorial; assistência domiciliar de emergência ou urgência; traslado terrestre ou aéreo; atendimento odontológico e psicoterápico, inclusive no exterior”. “As despesas são sustentadas pelo orçamento da União na sua totalidade, isso porque os assistidos não recolhem, em momento algum, qualquer contribuição que desonere parcialmente o Ente federal no financiamento do sistema em referência”.
De acordo com as informações do Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAFI, foram gastos em 2019 R$13.385.200,48 com despesas de assistência à saúde para senadores e ex-senadores, que divididos pelo total das cadeiras do Senado, alcança uma média de R$ 165.249,00 anuais para manter saudável um grupo onde a maior parte de seus componentes tem contas a pagar na justiça, a começar pelo presidente.
Essa é uma pequena parte do apoderamento imoral dos recursos públicos praticado pelo Legislativo pois, segundo consta no “Senado em Foco”, além de receber o salário teto previsto em lei e reajustado religiosamente sem qualquer preocupação com a lei de responsabilidade fiscal (problema do Presidente da República), recebem ainda uma verba indenizatória; cota mensal de transporte aéreo; imóvel funcional ou auxílio-moradia; frota de veículos; uso irrestrito de celular; passagens aéreas; diárias de alimentação e transporte e outra mutretas mais.
Ao final de agosto do ano passado, o presidente do senado se recusou a atender a pedidos realizados com base na Lei de Acesso à Informação para informar despesas realizadas com a verba parlamentar.
Segundo o MPF, essa recusa trata-se de violação à Constituição Federal.
Até aquele momento, desde que Alcolumbre assumiu a presidência do Senado, o setor de Transparência da Casa já se havia negado a responder 45 pedidos de informações dessa natureza.
Nada disso é assunto para a mídia enforcada, preocupada agora com a nobre tarefa de proteger o “furo” da jornalista petralha.
É frustrante e nos causa indignação a sensação de impotência ao assistir tanta corrupção e menosprezo, partindo daqueles que se dizem representantes do povo.
Até quando a sociedade, aí incluídas as Forças Armadas, vai continuar assistindo passivamente esses Marajás saquearem o país protegidos pela Suprema Casa da Mãe Joana?
O Executivo, asfixiado, boicotado e chantageado pela sucuri de duas cabeças, utiliza a pouca energia que lhe resta na luta para furar o bloqueio dos adversários, aí incluído o fogo amigo do incrível exército de Brancaleone, e implementar seu já desidratado programa de governo.
Resta à sociedade expulsar esse cancro que deveria ter sido eliminado definitivamente pelos governos militares e que, graças à nossa boa fé ou ingenuidade política, não apenas voltou à atividade, com os mesmos hábitos que os levou ao exílio, mas com mais força política, alguns até recebendo gordas indenizações regaladas por seus parceiros da comissão de anistia.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS

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O NOME DA ROSA

Comentário sobre o livro:

O livro é uma caricatura monstruosa que o refinado ateu e hipócrita marxista militante, Umberto Eco, faz da Igreja na Idade Média. Eco com este livro e o filme originado da obra se caracteriza um cretino, mentiroso, farsante, cínico e dissimulado! Pergunta-se: Como é possível falar da descoberta da 2ª parte do livro “Poética” de Aristóteles que tratava da Comédia, se nem se sabia da existência da 1ª que tratava da Tragédia na época que transcorre o romance? A “Poética” só foi descoberta em 1548 pelo italiano Francesco Francisci Robortelli e o romance de Eco transcorre no ano de 1327, portanto 221 anos antes do mundo conhecer a obra de Aristóteles. Umberto Eco, formado em Estética Medieval sabia disso, mas mesmo assim produziu essa mentira para atacar a Igreja Católica e destilar o seu veneno ateísta congênito. O pior: as pessoas que lêem o livro ou assistem ao filme passam a julgar a Igreja com se Eco fosse um poço de virtude. A falta de cultura e a ignorância levam a isso.

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GUERRA CONTRA O ANALFABETISMO

EDUCAÇÃO
COMEÇA A GUERRA CONTRA O ANALFABETISMO
Paulo Briguet
18 de fevereiro de 2020 5:38 pm

MEC lança o programa Tempo de Aprender, cujo principal objetivo é erradicar o analfabetismo funcional que atinge milhões de brasileiros
“Um país não pode ser rico antes de ser inteligente.”
(José Monir Nasser, professor, economista e escritor paranaense)

Nas últimas décadas o Brasil viveu três genocídios. O genocídio de sangue, com quase 70 mil homicídios por ano; o genocídio do roubo, com a corrosão do Estado e a destruição da economia nacional; e aquele que talvez seja o pior de todos: o genocídio da inteligência, com o analfabetismo funcional que atinge milhões de brasileiros. O primeiro genocídio começou a ser combatido, com a redução em 20% dos homicídios em 2019. Vidas foram salvas. O segundo genocídio está sendo enfrentado por um governo que escolheu uma equipe técnica, baniu o toma-lá-dá-cá e até agora passou sem escândalos de corrupção. Recursos foram salvos. O terceiro genocídio começa a ser derrotado agora, com o lançamento do maior programa de alfabetização da história — intitulado Tempo de Aprender. Inteligências serão salvas.

O programa Tempo de Aprender foi lançado oficialmente hoje (18) pelo MEC, em solenidade que contou com as presenças de seu maior apoiador — o ministro da Educação, Abraham Weintraub — e do seu grande idealizador — o professor Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do MEC. Desde que assumiram suas funções no governo, Weintraub e Nadalim sabem que a guerra contra o analfabetismo não se ganha da noite para o dia. Para chegar ao programa que começa a rodar a partir de hoje, foi necessário elaborar um cuidadoso diagnóstico dos principais fatores que perpetuam o analfabetismo funcional dos brasileiros. São os seguintes: o déficit na formação pedagógica e gerencial dos professores e gestores escolares; a falta de materiais e recursos estruturados para a prática de alfabetização; as deficiências no acompanhamento da evolução dos alunos; e o baixo incentivo ao desempenho dos professores alfabetizadores e gestores educacionais.

Formação continuada de profissionais da educação

Não se ganha uma guerra sem bons soldados. E o principal soldado na guerra contra o analfabetismo é o professor. Por isso, o programa Tempo de Aprender começa pelo aperfeiçoamento dos profissionais de alfabetização. A formação dos professores e gestores, segundo o projeto, estará centrada em seis componentes: 1) aprendendo a ouvir, 2) conhecimento alfabético, 3) fluência em leitura oral, 4) desenvolvimento de vocabulário, 5) compreensão de textos e 6) produção de escrita.

A partir de agora, o MEC vai disponibilizar, por meio de seu site, um curso on-line de Formação Continuada de Profissionais da Educação, destinado a professores, coordenadores pedagógicos, diretores escolares e assistentes de alfabetização, mas também aberto para gestores de redes escolares e qualquer cidadão brasileiro interessado no tema. No curso, são apresentadas estratégias de ensino, atividades e avaliações destinadas ao 1º e ao 2º ano do ensino fundamental. Todo o conteúdo é baseado em evidências científicas comprovadas por experiências de alfabetização bem-sucedidas no Brasil e em outros países. Segundo a Secretaria de Alfabetização, esses conteúdos são de acesso livre e gratuito para qualquer pessoa interessada, não dependendo de adesão do Estado ou Município ao programa do Governo Federal. Em outras palavras: nenhum conteúdo será imposto aos professores ou aos entes federativos. Trata-se de um conteúdo de alta qualidade que pode ser acessado por livre adesão. No segundo semestre, o MEC deverá realizar edições presenciais do mesmo curso, conforme a solicitação das secretarias estaduais e municipais. Para esse curso de formação, o orçamento é de R$ 3 milhões e o público-alvo, de 300 mil professores em todo o país.

O Tempo de Aprender também prevê, ainda no segundo semestre de 2020, um curso de Formação Prática para Gestores em Educação, destinado a mais de 80 mil gestores escolares de todo o país. Concebido em parceria com a Enap (Escola Nacional de Administração Pública), esse curso terá versões on-line e presenciais, e tem como objetivo a capacitação de gestores educacionais para garantir o necessário suporte didático, estrutural e financeiro da alfabetização nas escolas. O orçamento deste curso é de R$ 1,5 milhão.

Uma terceira linha de apoio à formação de professores alfabetizadores será a realização de um intercâmbio com envio de profissionais da educação para o curso Alfabetização Baseada na Ciência, oferecido pela Universidade do Porto (Portugal). Segundo o MEC, o objetivo é iniciar o processo de internacionalização de práticas consagradas em alfabetização. A seleção dos professores que irão a Portugal será feita ainda no primeiro semestre de 2020, e o curso terá início em na segunda metade do ano. O investimento será de R$ 6 milhões.

Apoio pedagógico para a alfabetização

No primeiro semestre de 2020, entrará em operação o Sistema On-line de Recursos para Alfabetização (Sora). Trata-se de ferramenta desenvolvida pelo Laboratório de Tecnologia da Informação e Mídias Educacionais (Labtime), da Universidade Federal de Goiás, que permitirá o acesso a recursos pedagógicos, como estratégias de ensino, atividades e avaliações formativas, com respaldo em práticas exitosas de alfabetização. Com custo de R$ 300 mil, o sistema deverá atender mais de 300 mil professores.

O Tempo de Aprender prevê um investimento de R$ 183 milhões para despesas das escolas que contam com assistentes de alfabetização, profissionais que auxiliam os professores em sala de aula. Esses recursos foram disponibilizados pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os repasses seguem um calendário oficial, com atendimento prioritário às escolas em situação de vulnerabilidade.

O apoio pedagógico para alfabetização inclui uma reformulação do programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para a educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental, com objetivo de elevar a qualidade das obras e adequar às evidências científicas os materiais do programa.

Aprimoramento da avaliação

Um dos aspectos primordiais do Tempo de Aprender é a implementação do Estudo Nacional de Fluência, que irá fornecer às redes de ensino uma ferramenta de diagnóstico de fluência em leitura oral para alunos do 2º ano do ensino fundamental. O estudo será aplicado no fim de 2020 para todas as redes que aderirem ao programa Tempo de Aprender. O orçamento da iniciativa é de R$ 20 milhões e pode atingir cerca de 2 milhões de alunos.

O secretário nacional de Alfabetização, Carlos Nadalim, afirma que a fluência deve se tornar “uma bandeira” para a educação em todas as escolas. A opinião é compartilhada pela professora Ilona Becskeházy, uma das mais respeitadas estudiosas da alfabetização no Brasil. Para ela, o teste de fluência de leitura é um instrumento indispensável na guerra contra o analfabetismo: “Não confie em ninguém que relativize a importância da medida de fluência na educação. É tão terraplanista (para usar um termo jocoso da moda) quanto relativizar medida de temperatura na área da saúde. Posto de saúde tem que medir temperatura corporal como item essencial de avaliação da saúde dos indivíduos? Então, na área da educação essa medida basal, mínima, é a fluência: quantas palavras uma pessoa consegue ler de um texto conexo e apropriado para sua idade, por minuto, demonstrando ter compreendido o que leu. Da mesma forma que o termômetro é fácil de ler e comparar em uma escala, mas é um instrumento técnico cuja fidedignidade depende de aspectos técnicos na sua montagem, assim é a medida de fluência”.

Alguns governadores e secretários de Educação têm criticado o programa Tempo de Aprender por supostamente “estar sendo imposto” pelo governo federal. Nada poderia estar mais longe da realidade. Não haverá imposição alguma — trata-se de um programa de livre adesão. O diretor de Políticas de Alfabetização do MEC, Fábio Gomes Filho, afirma que todas as ações específicas do programa serão normatizadas em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação. “Por exemplo, as normativas para a formação presencial de professores e gestores serão feitas em conjunto com Estados e Municípios. Tudo será feito de maneira institucional, inclusive com a participação do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).”

Curiosamente, não houve críticas por parte de governadores e secretários estaduais quando a ex-presidente Dilma Rousseff lançou por medida provisória o famigerado PNAIC (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa), em 2013. Indignada com o problema do analfabetismo, Dilma decidiu investir R$ 3 bilhões em forma de bolsas, com um projeto de péssima qualidade, desenhado pelo MEC sem nenhuma consulta prévia. O PNAIC não respeitava a ciência cognitiva e não levava em conta os exemplos bem-sucedidos de outros países, além disso não trazia um método de avaliação da sua eficácia, e só podia dar no que deu: fracasso absoluto.

Ilona Becskeházy testemunhou essa tragédia, mas não foi ouvida. Em 2019, ao contrário, ela não só foi chamada como acompanhou toda a elaboração do Tempo de Aprender, tornando-se uma entusiasmada defensoras do programa. Segundo ela, Tempo de Aprender representa o cumprimento da lei maior do país: a Constituição Federal. “O Artigo 211 da Constituição diz que o Governo Federal, apesar de não operar escolas da educação básica, tem o papel supletivo, técnico e financeiro. Ou seja, o Governo desenha um programa e opera junto com os Estados e Municípios. Tempo de Aprender é o artigo 211 da Constituição Federal sendo materializado.”

Nesta terça-feira, durante a cerimônia de lançamento do programa, o ministro Abraham Weintraub disse ao secretário Carlos Nadalim:

— Espero que, no futuro, você venha a ser o novo Patrono da Educação Brasileira.

Se o sonho de Nadalim virar realidade e o Brasil ganhar a guerra contra o analfabetismo, essa hipótese não pode ser afastada.

(Colaborou Fernando de Castro.)

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É PRECISO JULGAR O COMUNISMO COMO EM NUREMBERG

Historiador católico pede “um julgamento do comunismo análogo aos julgamentos de Nuremberg”

O professor Roberto de Mattei alertou em uma conferência em Roma que o ‘vírus comunista’ também infectou a Igreja Católica.

 13 de fevereiro de 2020 ( LifeSiteNews ) – O historiador católico Professor Roberto de Mattei pediu “um julgamento do comunismo análogo aos julgamentos de Nuremberg” em uma conferência nacional de conservadorismo realizada em Roma na semana passada. Ele observou que o “vírus comunista” não é conquistado, mas infectou grande parte do Ocidente, bem como a Igreja Católica.

O professor de Mattei explicou (leia o texto completo abaixo) que a idéia de lançar um apelo ao julgamento do comunismo surgiu em outubro passado do agora falecido Vladimir Bukovsky e do professor Renato Cristin. Professor de Mattei disse que estava convencido de que na 20 ª século, “não havia crime comparável ao do comunismo, em termos da duração do tempo que durou, o território geográfico abraçou, e também a quantidade de ódio que ele sabia como gerar. ” Ele disse que “por esse motivo, o comunismo deve ser levado a julgamento”.

O professor de Mattei argumentou na Conferência Nacional do Conservadorismo “Deus, Honra, País”, em 4 de fevereiro, que a razão pela qual o Presidente Ronald Reagan e o Papa João Paulo II eram oponentes eficazes do comunismo é porque “ambos acreditavam que o comunismo era um mal moral, não simplesmente economia ruim. ”

Por outro lado, de Mattei observou que o comunismo continua a ser promovido por forças poderosas em nosso mundo hoje. Ele destacou a celebração na grande mídia de Karl Marx, o contínuo florescimento do comunismo na China e na América Latina e sua influência na política europeia.

“Trinta anos após a queda do Muro de Berlim, nos círculos daqueles que controlam a ‘mídia’ das imagens e da palavra impressa, o comunismo nunca foi visto como um ‘mal’, nem mesmo após seu colapso político”, de Mattei disse. “Em 5 de maio de 2018, o então presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, participou das celebrações solenes em Trier, na Alemanha, pelo bicentenário do nascimento de Karl Marx, defendendo sua herança. Nesse mesmo ano, o New York Times comemorou o bicentenário com um editorial no qual tratava Marx como um profeta. E hoje o comunismo está florescendo não apenas na China e na América Latina, mas também na Europa, onde os partidos comunistas desapareceram, mas a ideologia sobrevive. ”

O professor de Mattei observou a popularidade contínua do pensador comunista Antonio Gramsci e disse que idéias “intrínsecas à doutrina comunista”, como “evolucionismo e hedonismo” continuam a “permear o Ocidente”.

A nova Europa, que expulsou o nome de Cristo e todas as referências ao cristianismo de seu Tratado fundador, está realizando plenamente o plano gramsciano de secularização da sociedade”, disse Mattei. “Não foi por acaso que Vladimir Bukovsky definiu a União Européia como a ‘União Européia das Repúblicas Soviéticas’  

O professor de Mattei disse que o “vírus comunista” infectou não apenas a cultura ocidental, a mídia e a política, mas também a Igreja. “Todos nos lembramos da homenagem prestada a Fidel Castro pelas autoridades do Vaticano em novembro de 2016 e do acordo assinado pela Santa Sé com o governo comunista da China”, disse ele.

“O cardeal Joseph Zen, o mais alto prelado da China e a principal voz dos católicos perseguidos, enviou recentemente uma carta ao Colégio de Cardeais implorando que eles denunciassem esse acordo”, continuou ele. 

“É por esse motivo que dizemos que o comunismo não está morto e continuaremos pedindo um julgamento do comunismo análogo aos julgamentos de Nuremberg”.

* * *

“ Deus, honra, país: Presidente Ronald Reagan, Papa João Paulo II e a Liberdade das Nações – Uma conferência nacional de conservadorismo ”

Hotel Plaza, 4 de fevereiro de 2020

Texto integral da intervenção do prof. Roberto de Mattei

Parece um paradoxo, mas não é. O muro de Berlim foi construído em 1961, quando dois líderes progressistas estavam à frente do mundo livre: um líder político, o presidente americano John F. Kennedy e um líder religioso, o papa João XXIII.

O mesmo Muro de Berlim foi demolido em 1989, graças às contribuições de dois líderes conservadores: um líder político, o presidente Ronald Reagan, e um líder religioso, o papa João Paulo II. O que eu gostaria de enfatizar hoje é que a estratégia de Reagan e João Paulo II teve maior sucesso político do que a detenção de Nixon e Kissinger e a Ostpolitik de Paulo VI e o cardeal Casaroli.

Quais eram os elementos comuns da estratégia compartilhados por duas pessoas tão diferentes quanto o presidente americano e o papa polonês?

Parece-me que a razão de seu sucesso foi a visão axiológica da política que ambos sustentavam, que se opunha tanto à Realpolitik de Kissinger quanto à tradição Wilsoniana da democracia universalista e globalista.

O que significa uma visão axiológica? Significa uma visão em que a política não está divorciada dos valores morais, mas os respeita. Não foi por acaso que Reagan e João Paulo II fizeram um julgamento moral sobre os movimentos políticos de seus dias. Como George Weigel observou, ambos acreditavam que o comunismo era um mal moral, não simplesmente uma economia ruim. O discurso do ” Império do Mal “, proferido por Reagan em 1983, é famoso. Nesse discurso, Reagan se referiu à União Soviética como um ” império do mal ” e como ” o foco do mal no mundo moderno “.

Da mesma forma, o papa João Paulo II, em seu último livro intitulado Memória e identidade , afirmou que ” as ideologias do mal estão profundamente enraizadas na história do pensamento europeu “, especialmente o Iluminismo francês, a Revolução Marxista radicalmente ateísta, a ideologia socialista nacional, o aborto. e direitos dos homossexuais conferidos pelo parlamento europeu.   

Trinta anos após a queda do Muro de Berlim, nos círculos daqueles que controlam a “mídia” das imagens e da palavra impressa, o comunismo nunca foi visto como um “mal”, nem mesmo após seu colapso político. Em 5 de maio de 2018, o então presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, participou das celebrações solenes em Trier, na Alemanha, pelo bicentenário do nascimento de Karl Marx, defendendo sua herança. Nesse mesmo ano, o New York Times comemorou o bicentenário com um editorial no qual tratava Marx como um profeta. E hoje o comunismo está florescendo não apenas na China e na América Latina, mas também na Europa, onde os partidos comunistas desapareceram, mas a ideologia sobrevive.

Hoje, o evolucionismo e o hedonismo, intrínsecos à doutrina comunista, permeiam o Ocidente, e a “ditadura do proletariado” foi substituída pela “ditadura do relativismo” que vem do mesmo poço envenenado do materialismo dialético. Antonio Gramsci, o teórico por excelência do materialismo dialético, é hoje um dos cinco italianos mais estudados e traduzidos após o século XVI e um dos 250 principais autores mundiais de todos os tempos que são os mais lidos, traduzidos e citados .

A nova Europa, que expulsou o nome de Cristo e todas as referências ao cristianismo de seu Tratado fundador, está realizando plenamente o plano gramsciano de secularização da sociedade. Não foi por acaso que Vladimir Bukovsky definiu a União Européia como a “União Européia das Repúblicas Soviéticas”. Ele disse: “Acho que também temos um gulag na União Europeia, um gulag intelectual conhecido como correção política. Quando alguém tentar expressar sua opinião sobre raça ou gênero, ou se seus pontos de vista diferirem dos aprovados, serão excluídos. ” (Grã-Bretanha à beira )

Gostaria de recordar e homenagear Vladimir Bukovsky. Ele morreu no outono passado, apenas dez dias antes do trigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim em 9 de novembro. Seu livro final Judgement in Moscow, Crimes Soviéticos e Cumplicidade Ocidentalfoi um best-seller internacional publicado em nove idiomas, mas só foi publicado em inglês pela primeira vez. Este livro nos lembra que nenhum crime, por menor que seja, pode escapar de uma investigação, de um julgamento ou de uma sentença. Mas isso não aconteceu para o comunismo. Não apenas não houve um julgamento, nem houve um debate cultural. A proibição contra o anticomunismo proibiu todo estudo, pesquisa e documentação relevante para o passado do comunismo. O passado não deve ser discutido, nem condenado, nem “expiado”. Somente ex-comunistas e pós-comunistas, aqueles que participaram de alguma forma da “grande ilusão”, podem criticar o comunismo na era pós-comunista.

Em outubro passado, por iniciativa do falecido Vladimir Bukovsky e do professor Renato Cristin, um grupo de intelectuais de várias nações do mundo lançou um apelo a um novo julgamento de Nuremberg sobre o comunismo.

Eu entrei nesse apelo porque estou convencido de que no século 20 não havia crime comparável ao do comunismo, em termos de tempo que durou, do território geográfico que abraçou e também da quantidade de ódio que conhecia. como gerar. Por essa razão, o comunismo deve ser levado a julgamento.

O pedido de um julgamento do comunismo análogo ao de Nuremberg pode parecer anacrônico hoje. Trinta anos se passaram desde a queda do Muro de Berlim e a maioria dos responsáveis pelos crimes do comunismo está morta ou aparentemente se converteu à democracia. Mas o julgamento do comunismo que Bukovsky desejava e que exigimos, antes de ser entendido como um processo legal, deve ser visto como um processo cultural e moral que denuncia a responsabilidade dos arquitetos do comunismo e de seus cúmplices antes da história e da opinião pública, exatamente como aconteceu com o nacional-socialismo.

Lembro-me daquele prof. Plinio Correa de Oliveira lançou um manifesto semelhante em fevereiro de 1990. 

O anticomunismo cessou, dissolveu-se. Por sua vez, o comunismo afundou, como um rio subterrâneo que desaparece subitamente, apenas para ressurgir mais tarde com maior vigor.

Não devemos ter medo de dizer que o comunismo ainda está vivo, porque, embora a União Soviética tenha desmoronado, a utopia comunista continua a infectar, como um vírus, um vírus comunista, cultura ocidental, mídia, política e também a Igreja. Todos nos lembramos da homenagem prestada a Fidel Castro pelas autoridades do Vaticano em novembro de 2016 e do acordo assinado pela Santa Sé com o governo comunista da China. O cardeal Joseph Zen, o mais alto prelado da China e a principal voz dos católicos perseguidos, enviou recentemente uma carta ao Colégio de Cardeais implorando que denunciem esse acordo. 

É por essa razão que dizemos que o comunismo não está morto e continuaremos a pedir um julgamento do comunismo análogo aos julgamentos de Nuremberg.

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