A CAMINHO DO INFERNO

Por Anatoli Oliynik

O crítico literário, Rodrigo Gurgel, publicou em seu sítio no dia 31 de maio o artigo sob o título “Reações ao Decreto 8.243 – a sociedade ainda respira. Até quando?” Neste artigo, Gurgel faz uma análise sobre as reações e repercussões do famigerado documento totalitário da mandatária do pais em obediência às determinações do politiburo brasileiro que viceja nos porões da camada oculta da política brasileira e administra a Caixa de Pandora.
Escreve Gurgel:
“A principal característica de um governo esquerdista é que ele jamais se contenta em governar de acordo com a ordem legal, instituída. Ele sempre acredita que detém a chave, a poção, a receita miraculosa para transformar o país no que, ele imagina, será o melhor dos mundos. O problema é que o melhor dos mundos, quando se trata da esquerda, está sempre próximo do que imaginamos ser o Inferno, quando não é o próprio Inferno.”

Mamãe, hoje com 89 anos de idade, lúcida, lê jornais, analisa fatos, viveu em dois mundos, cujos regimes pareciam ser distintos, mas que na realidade eram idênticos, tanto nas ações praticadas que eram os meios, quanto aos resultados que eram os fins almejados: o totalitarismo! Esses regimes – comunismo e nazismo – eram dirigidos por líderes psicopatas: na Ucrânia, sob o tacão do assassino Iosef Vissarionovich Dzhugashvili, mais conhecido por Stalin e na Alemanha, em plena Segunda Guerra Mundial, sob o regime nazista de Adolf Hitler.
Comentei com ela o artigo de Gurgel e, mas especificamente, o excerto supra. Ela, como testemunha real e concreta dos fatos ocorridos na segunda metade do século passado, tanto sob o tacão comunista quanto sob a esquizofrenia nazista, confirmou integralmente a análise feita pelo nosso crítico literário e escritor de escol e asseverou: ambos os regimes são criadores e mantenedores do próprio inferno na terra.
Infelizmente, os idiotas inúteis brasileiros que apoiam o regime que está em vias de ser oficializado no país e este excremento elaborado pela admiradora de Ho Chi Minh e que poderá levar o Brasil ao próprio inferno, ignoram a realidade dos fatos e fazem escárnio quando alguém tenta remover o véu que empana os olhos e a anestesia que entorpece a mente dessa gente. Agem como gado que é movido em direção do matadouro, ou porque não tem consciência da existência do matadouro, ou porque sonham com a utopia de colocar o burro na sombra e beber água fresca. Acontece que o inferno não tem sombra e nem água fresca. (Escrito em 01/06/2014)

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